Acho que o roteiro do filme poderia ter funcionado melhor se não existisse o fato dela ser casada e ter um filho. Isso poderia ser facilmente mudado, sem alterar os problemas que ela vivia, como o excesso de trabalho e a vida sexual que não existia. O casal não funcionou, pareceu forçado, e Ingrid não conseguiu passar o aspecto de mãe atrapalhada, soou mais forçado ainda.
Assisti me baseando nas críticas, que, na grande maioria eram positivas. Mas que comediazinha fraca heim? Diálogos totalmente clichês. Dei poucas risadas, achei a estória confusa, aconteciam coisas, que não precisavam acontecer e tinha a impressão que a todo momento o filme estava no final, mas ai acontecia outra coisa, e assim o filme continuava. Amador, muito amador. O Brasil ainda tem muito o que aprender.
Alice é uma mulher que se dedica inteiramente ao trabalho. Boa parte do tempo a vemos usando seu celular e seu notebook. Apesar de excelente profissional, ela ignora sua família, cuidando dos afazeres caseiros e profissionais como se fizessem parte de uma mesma agenda. A triste consequência é que, apesar de terem uma vida invejável de classe média alta, ela acaba conhecendo pouco de seu próprio filho e quase não nota a existência do marido, que aparece distante em sua vida (sua cara de fato não aparece no início do filme).
Tem cenas muito engraçadas, não nego. Mas a estória é vazia e superficial. O filme parece um amontoado de sketch's. O que salva mesmo é a atuação de Ingrid Guimarães, maravilhosa como sempre.
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