Não recomendado para menos de 18 anos
Marina (Eliane Lage) se casa com um viúvo quarentão, proprietário de um sítio no litoral de São Paulo. Sua nova vida só lhe traz decepções: o marido vive de bebedeiras e ela é cobiçada pelos homens do lugar. Seu único conforto é o menino Chico (Oswaldo Eugênio), cuja avó é adepta da macumba. Até que um marinheiro se apaixona por Marina, sendo correspondido. Através da macumba, Marina consegue livrar-se do marido e, assim, viver seu amor.
Gostei do filme,a história é interessante,porque mostra o preconceito que sofria os doentes de Lepra(agora chamada de Hanseníase) e seus filhos,que eram retirados dos pais e viviam em orfanatos.
Uma bela oportunidade de conhecer o passado do cinema nacional.Pena que não é exibido nas grandes emissoras abertas.
Uma bela oportunidade de conhecer o passado do cinema nacional.Pena que não é exibido nas grandes emissoras abertas.
Vários
- Participou do Festival de Cannes de 1951;- Suas locações foram na Ilha Bela, São Sebastião e Santos, em São Paulo.
Nacionalidade
Brasil
Distribuidor
-
Ano de produção
1950
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
1 curiosidade
Orçamento
-
Idiomas
Português
Formato de produção
-
Cor
Preto & Branco
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-
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