O Homem do Futuro
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4,1
917 notas

75 Críticas do usuário

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Danilo Miranda
Danilo Miranda

10 seguidores 57 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 4 de fevereiro de 2013
Faço parte da turma que acredita que a musica do Legião Urbana caso muito bem com o filme, sendo o grande destaque. Assim como a interpretação da música pelos dois protagonistas. O outro foi a atuação de Wagner Moura, que pelo menos a mim, mostrou que sabe fazer comédia. Digo isso pelo fato de ter visto, praticamente, o ator somente em filmes de ação.
wesleyaxe
wesleyaxe

10.962 seguidores 680 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Muito bom!! Não tenho dúvidas, na minha humilde opnião esse é o melhor filme brasileiro do ano, uma estória bem amarrada, que não destaca nem violência e nem pornografia, mas uma atuação brilhante de Wagner Moura, fazendo três papéis com perfeições caricatas, todos carismáticos e conquistam o espectador. É envolvido no filme ficção, comédia romântica, enfim, bem diferente e bem mais ousado, do que todos os filmes nacionais, no propósito de ser uma estória diferente, um filme diferente.
Matheus
Matheus

80 seguidores 129 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Espero que seja engraçado
Khemerson M.
Khemerson M.

61 seguidores 74 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 14 de dezembro de 2014
Imagine o que você faria se pudesse voltar no tempo, em um momento especificamente traumático da sua vida, e pudesse mudá-lo para que, no futuro, sua existência outrora miserável ganhasse um novo significado? Esta pergunta basicamente paira em quase todos os filmes que adotam viagens no tempo como tema. E se, no processo, o protagonista, consciente ou inconscientemente, é motivado por um amor do passado, então a promessa de epifania está garantida... (LEIA O RESTANTE DO TEXTO NO LINK ABAIXO)
anônimo
Um visitante
2,0
Enviada em 2 de janeiro de 2014
O cinema nacional ás vezes pega tantos jeitos de fazer filmes,estrangeiros,que acaba sendo um grande s e quantas vezes não assistimos filmes (bem melhore que esse),antigamente?Essa é uma pergunta bem fá se fala de ir para o futuro,ou até mesmo de retornar ao passado,vem na cabeça vários tí O Homem do Futuro,pega todos os ingredientes e junta em uma única histó engraçado,a certo ponto,e vergonhoso em outros.O filme atinge principalmente o o com que se façam atuações não muito típicas de cada um.O grande caso,é Wagner Moura,que tinha trago tantas felicidades,com bons trabalhos,e agora temos que vê-lo no papel de Zero...á esquerda!
Paulo C.
Paulo C.

14 seguidores 63 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 12 de agosto de 2018
Diante a tantos filmes com a mesma temática, esse é mais um que aborda o tema de viagem no tempo. Que é algo complexo para ser abordado de forma tão simples, mas o filme consegue seguir uma linha de forma sutil, com um personagem que de certa forma sabe o que está fazendo, e isso é legal no filme. Sem se prender tanto na coerência, porque eu nunca me aprofundei em assuntos de física. Então não busquei me aprender a coerência. Mas o filme consegue ser divertido e leve, é um filme brasileiro diferente, que segue um modelo de filme americano, e conseguiu transpor o filme de uma forma bem construtiva com reflexões sutis e bem objetivas. Talvez faltou mais elementos brasileiros, para parecer um filme brasileiro, pq você não identifica muitos aspectos brasileiros no filme, a não ser a música de legião urbana que é muito foda. Mas de tantos filmes brasileiros batidos, esse conseguiu se sair muito bem, sem humor forçado e exagerado, tudo de uma forma mais sutil e leve. Conseguiu ser um Filme diferente, uma ideia que sempre é bem vinda, para inovar o cinema brasileiro.
anônimo
Um visitante
4,5
Enviada em 1 de março de 2025
O Homem do Futuro é um filme brasileiro de 2011 que se destaca por sua audaciosa mistura de ficção científica e comédia romântica, conduzido pela visão singular de Cláudio Torres. A obra utiliza a viagem no tempo como metáfora para a redenção pessoal e a superação de traumas, ao mesmo tempo em que dialoga com elementos da cultura e da memória coletiva brasileira. A seguir, apresento uma análise detalhada e argumentativa de seus principais elementos.

O enredo gira em torno de João "Zero" (interpretado por Wagner Moura), um físico brilhante que se vê atormentado por uma noite traumática ocorrida 20 anos antes, quando foi humilhado por sua namorada. Em meio a problemas profissionais e pessoais, Zero ativa uma máquina do tempo – uma invenção inacabada – que o transporta para o ano de 1991. Nesse cenário, ele confronta não apenas seu passado, mas também as complexas implicações dos paradoxos temporais ao ver seu eu mais jovem tomar decisões que alteram radicalmente seu futuro.

Essa proposta original é, sem dúvida, um dos pontos fortes do filme. No entanto, a maneira como os paradoxos e as consequências das viagens no tempo são explicados revela uma estrutura narrativa que, por vezes, se mostra esquemática e pouco aprofundada. Essa abordagem, inspirada nas fórmulas das comédias americanas, resulta em lacunas explicativas que podem comprometer a coesão interna da trama, embora a premissa criativa continue sendo um convite à reflexão sobre destino, arrependimento e as possibilidades de redenção.

No que tange às performances, O Homem do Futuro brilha intensamente. Wagner Moura entrega uma atuação multifacetada, conseguindo transitar com naturalidade entre o cientista atormentado e o homem que se vê forçado a confrontar os erros do passado. Alinne Moraes, ao encarnar Helena, oferece uma presença cativante e carismática, cuja sensibilidade contribui para o equilíbrio entre os elementos dramáticos e cômicos do filme.

Por outro lado, a atuação de Fernando Ceylão, que interpreta Otávio "Panda", é frequentemente apontada como menos expressiva, ficando à sombra do carisma dos protagonistas. Essa disparidade interpretativa intensifica a tensão emocional e reforça o contraste entre os personagens, mas também evidencia uma fragilidade que, em certos momentos, prejudica a profundidade do enredo.

O roteiro de Cláudio Torres é ambicioso ao tentar conciliar humor, romance e ficção científica. A narrativa se vale de diálogos bem trabalhados e de momentos que capturam a nostalgia dos anos 90, ao mesmo tempo em que propõe uma reflexão sobre as consequências das escolhas pessoais. Contudo, essa tentativa de amalgamar gêneros distintos faz com que a história, por vezes, se perca em explicações superficiais sobre os mecanismos da viagem no tempo.

A estrutura narrativa, embora criativa, segue um padrão previsível – reminiscente das fórmulas de comédias americanas – que gera furos e inconsistências, especialmente na lógica dos paradoxos temporais. Essa limitação no desenvolvimento do enredo pode desviar a atenção do espectador da proposta central e diminuir o impacto emocional pretendido pelo filme.

Visualmente, o filme é um dos seus grandes trunfos. A cinematografia demonstra cuidado na construção dos cenários e na ambientação, fazendo jus à dualidade temporal proposta pela narrativa. Os laboratórios futuristas, os figurinos e a recriação dos anos 90 colaboram para criar uma atmosfera que oscila entre o retro e o visionário.

Os efeitos especiais, embora não sejam revolucionários, cumprem o papel de sustentar a premissa da viagem no tempo, permitindo uma imersão que é tanto estética quanto emocional. Essa harmonia entre técnica e proposta visual reforça o caráter inovador do filme dentro do contexto do cinema brasileiro.

A trilha sonora é outro elemento de destaque na obra. A regravação de "Creep" da banda Radiohead, realizada pelo próprio Wagner Moura, não só marca uma inovação sonora como também reforça a carga emocional e melancólica da jornada do protagonista. Além disso, a inclusão de uma versão bem executada de "Tempo Perdido", do Legião Urbana, confere ao filme um forte apelo nostálgico, ancorando-o na cultura brasileira dos anos 90.

Essa cuidadosa seleção musical contribui significativamente para a ambientação e para a construção do tom do filme, demonstrando o compromisso de Cláudio Torres com a integração de elementos visuais e sonoros para contar uma história que é ao mesmo tempo pessoal e universal.

O desfecho de O Homem do Futuro é marcado por uma ambiguidade que convida à reflexão. Ao retornar ao presente e se deparar com um futuro alterado, Zero precisa lidar com as consequências de suas próprias intervenções, o que levanta questões sobre a inevitabilidade do destino e a complexidade dos paradoxos temporais.

Embora o final ofereça uma resolução que permite certa reconciliação entre passado e presente, ele também deixa em aberto algumas incertezas – uma escolha deliberada que pode ser vista tanto como um estímulo à reflexão quanto como uma falha em oferecer uma conclusão completamente satisfatória para todos os elementos da trama.

Em sua totalidade, O Homem do Futuro se apresenta como uma obra ousada e inovadora, que desafia os limites do cinema brasileiro ao misturar gêneros e propor uma narrativa repleta de nuances e paradoxos. As atuações de Wagner Moura e Alinne Moraes são pontos altos, conferindo profundidade emocional e credibilidade ao enredo. A estética visual e a trilha sonora se unem para criar uma atmosfera que transcende o tempo, capturando tanto a nostalgia quanto a ambição futurista.

Entretanto, o filme não está isento de falhas. O roteiro, apesar de sua originalidade, peca pela simplificação de conceitos complexos como os paradoxos temporais, o que pode gerar dúvidas quanto à coerência da narrativa. Ainda assim, essa tentativa de inovar e experimentar faz de O Homem do Futuro uma experiência cinematográfica relevante, que contribui para o debate sobre a capacidade do cinema nacional de explorar temáticas ousadas e de integrar referências culturais diversas.

O Homem do Futuro é uma produção que, apesar de suas imperfeições, reafirma a criatividade e o potencial do cinema brasileiro contemporâneo, sendo capaz de entreter, emocionar e, sobretudo, provocar reflexões profundas sobre o tempo, a memória e as consequências de nossas escolhas.
Diogo Timão
Diogo Timão

5 seguidores 28 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
...cinema brasileiro esta melhorando a cada dia, ótimo filme, faz pensar na vida, trilha sonora fantastica "todos os dias qndo acordo......temos todo tempo do mundo" e tem a Aline Moraes linda linda linda .....vale a pena assistir ....
Cristiane O.
Cristiane O.

5 seguidores 6 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 30 de julho de 2012
uma boa estória, um otimo elenco, wagner moura como sempre demais, vivendo o mesmo personagem em 3 epocas diferentes e conseguindo diferenciar cada um do outro com suas respectivas personalidades sem repeti-las. a produçao nacional ainda é baixa, mas estamos caminhando ai pra um futuro promissor. unico ponto fraco do filme, na minha opinião, é o cenário, que poco muda, ou seja, as cenas acontecem basicamentes no mesmo local... mas como disse, por ser um filme nacional está bom.
Wellington F.
Wellington F.

8 seguidores 15 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 2 de setembro de 2025
Filme vai além de ser uma simples comédia, traz reflexões interessantes além de ter um bom elenco. Wagner Moura como sempre, muito bom. Aline Moraes, mandou muito bem. Vale muito a pena ver e é mais um filme para ver com olhos bem abertos, observar todas as reflexões possíveis.
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