O filme do diretor estreante em longas (Marcus Baldini) tem personagens tipificados. De cara: O filme é cansativo, viu? Chato mesmo! Chato não, ruim! A atriz Drica Moraes está sempre acima da média, mesmo assim, não salva o filme. Existem detalhes do filme de puro tédio para o cinéfilo, principalmente quando subestimam a Inteligência do mesmo e uma voz em Off em vez de mostrar as cenas e deixar claro suas intenções vai explicando a narrativa óbvia das cenas, como se não pudessem ser compreendidas sem o tal recurso da explicação verbal... Que desnecessário! Não recomendo esse filme. Aliás, recomendo apenas para quem quer ver Deborah Secco sem a eterna interpretação da personagem Darlene. Em raros momentos ela é apenas razoavelzinha no papel. Às vezes quando não se tem nada dizer é porque ou não há nada que acrescente para ser dito, ou porque não há nada mesmo para dizer. Simplesmente é um filme nada inspirador. Mas vale destacar a trilha sonora, bem alternativa, interessantíssima por sinal, a única estrela do filme! Um exemplo de que nem todo Best-Seller merece virar filme. Era melhor ter deixado-o nas glórias e nos sonhos férteis de muitos jovens e adolescentes que leram o livro escondidos, como se tivessem cometendo o ato mais subversivo de suas vidas e se excitaram com descrições infinitamente mais picantes e viscerais do que as cenas suaves demais de alguém que viveu, segundo o próprio livro, no submundo altamente underground da prostituição! A Bruna Surfistinha do cinema não polemiza, não provoca, e muito menos agrada como tanto querem insistir alguns críticos e também alguns meios de comunicação em massa, interessados em divulgar um filmeco, tentando alavancá-lo como produção partícipe da sétima arte! DEIVSON CERQUEIRA GONÇALVES DAMASCENA
Bruna surfistinha, é um documentário feito a partir do filme "O doce veneno do escorpião", que conta a história de Rachel Pacheco, personagem principal da história, que foi interpretada pela atriz Déborah Secco, sendo um de seus melhores papéis como artista. Com a principal intenção demonstrar a vida de uma garota de programa e seus desafios. Ademais, também é muito importante ressaltar a presença de violências tanto físicas como mentais, com a intenção de contextualizar a vida de uma garota de programa, que é o ponto principal do respectivo filme.
Esse filme mostra a realidade das escolhas diárias que fazemos, e de como a mudança do que aprendemos em casa tem influência nas coisas que aprendemos fora dela.
Achei muito bom. Tipo de filme que as famílias brasileiras não gostariam de expor na coleção de DVDs da sala de estar. Cenas fortes, mas bem feitas, refletindo o submundo das garotas de programa. Deborah Secco está ótima, Drica Moraes (como sempre) perfeita. O filme não é piegas, nem apelativo: é claro, como as coisas deviam ser neste país.
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