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GI123
9 seguidores
66 críticas
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3,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
O filme é bem apelativo mesmo...Mas ele não conta a história fiel do livro. Eu li o livro...é bem diferente...o filme inventa algumas coisas, não conta outras...mas o filme é interessante...o livro porém, é bem melhor. A Raquel Pacheco(Bruna Surfistinha) participa de uma cena...A Débora está ótima como sempre..
Boas atuações num filme fraco. Mas o filme é fraco porque a história de vida dessa moça é fraco. Ela tem que botar as mãos para o céu por conseguir um livro e um filme biográficos contando uma vida que não impressiona ninguém. Qualquer prostituta por aí tem histórias de vida mais dramáticas e impressionantes pra contar. Bruna é a pessoa mais autodestrutiva que já vi, diferente da maioria das garotas de programa, poderia ser o que quizesse na vida, optou por essa profissão (se é que isso é profissão) sem motivo. Realmente é uma pena que os brasileiros gastem seus escassos recursos para a cultura dando ibope para esse tipo de pessoa. Retomando, história fraca, filme fraco, bons atores e boa produção. Realmente um desperdício...
Conhecem o ditado: "Não julgue um livro pela capa"? Então, além de não julgar o livro pela capa, temos que aprender a não julgar um filme pelo personagem, ele exista ou seja fictício. Prova disso está no filme que acabei de ver: "Bruna Surfistinha- O doce veneno do escorpião". Todos conhecem essa menina, ela ficou famosa por manter um blog que depois deu aquele alvoroço todo, mas ninguém (ao menos os que não viram o filme) sabe pelo que ela passou. Claro que tendo uma atriz como a Deborah Secco (que dá de 10 na horrorosa da Raquel Pacheco) nome verdadeiro da "Bruna" instiga a curiosidade. Pois é, fiquei curioso não só porque era a Deborah Secco que a interpretava mas para saber o que se passa na cabeça de uma mulher para decidir virar garota de programa, e ter que passar por tudo aquilo, que na verdade não há absolutamente nada de glamouroso. Mas, também me forcei a compreender que nem todo mundo tem a VIDA QUE PEDIU À DEUS. Embora a Bruna (Raquel) na verdade, tinha. O que fica é que cada um tem a sua história, independente de ser boa ou ruim mas cada um aprende a sua lição com as escolhas que faz. Gostei do filme, não para ter como título de cabeceira mas para compreender que todos lutam por uma posição na vida. Pelo menos foi a lição que eu aprendi.
... quase o pior que eu já na ví na vida. Tá na cara que o filme foi feito para agradar a dona da história e não para conhece-la realmente. Tirando o elenco, nota zero para todo o resto.
Excelente filme, ótima produção e direção do cinema brasileiro. Já fazia muito tempo que um filme brasileiro não me empolgava tanto. Débora Secco e todo o elenco estão ótimos. Trilha sonora na medida certa e excepcional. Foi um filme que saiu da mesmice. Que me perdoem os jovens, mas acho que o filme mostra um pouco a cara desta juventude que está aí: glamour via internet, ilusão, vício, vazio, despolitização, alienação, falta de referências, decadência e valores morais que estão indo para o ralo. Não sei onde vamos chegar. O filme é imperdível e a nota só pode ser nota 10. Tem tudo para ser um filme que vai se tornar um certo marco nesse nosso novo cinema nacional. Nota 10. Atenção: o julgamento moral que faço sobre o filme (história) é exclusivamente meu. Creio que o filme, em si, não faz críticas ou julgamento.
...Filme que deixa a desejar. Não chego ao ponto de querer meu dinheiro de volta, porque me entreteu de alguma forma e/ou em algum momento. Mas, a começar por Déborah Secco, não me convenceu, que parece estar fazendo poses e dando focus para uma câmera de televisão, talvez um problema que se carregue no cinema nacional, naquela coisa de plano-contra-plano-plano-contra-plano, e nunca sai disso... Também não achei ela suficientemente sexy pra a personagem. Enfim. Outra coisa é a abordagem que eles fazem, deixando com que Bruna seja tida como uma sofredora, e blablablá... Tá, ela não deve ser/ter sido a pessoa mais feliz do mundo, mas também não é essa coitadinha que o filme tenta passar, principalmente lá pelas cenas finais... Enfim, para mim, ele corre por esses caminhos, passa longe de ser um bom filme, mas é "assistível".
Trata de um tema bastante conhecido pela sociedade. Embora não tenha sido um dos melhores da década, inovou um pouco nesse cenário pobre de filmes nacionais saturados. A atuação da protagonista não é muito boa mas passa verdade nas caras e bocas. Parabenizo a atuação da Drica e do Cássio.
Muito bom! Todos me falavam que era horrível e quando vi fiquei surpreso. Triste, bonito e real(para muitas garotas). Só o começo que achei fraco, a Deborah se fazendo de novinha irrita. Mas não atrapalhou o filme.
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