Lisbela e o Prisioneiro
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4,4
745 notas

28 Críticas do usuário

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Francisco Russo
Francisco Russo

19.542 seguidores 687 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Conheço a história de "Lisbela e o Prisioneiro" há um bom tempo, pois pude assistir as duas versões anteriores da história. Na época em que foi exibido na TV o que me fascinou foi o encantamento de Lisbela com o cinema, que expunha sentimentos bem conhecidos de todo bom cinéfilo. Já no teatro fiquei impressionado com a agilidade da trama, a diversidade cultural do filme e a proximidade que a peça tinha com um longa-metragem de cinema. Lembro inclusive que, na época, comentei que não seria muito difícil adaptar o texto da peça para que se tornasse um longa-metragem. Anos mais tarde, foi exatamente isto que aconteceu. "Lisbela e o Prisioneiro", o filme, mantém muitas características da peça teatral. Utiliza um humor rápido e inteligente, apostando nos costumes e tradições do Nordeste, algo que já fora visto anteriormente em "O Auto da Compadecida", e também na paixão pelo cinema. É claro que, por ser agora um longa-metragem, a história teve que ser expandida. Diversas cenas de filmes assistidos por Lisbela foram incluídas na trama, bem como Leléu ganhou uma história maior antes de conhecer Lisbela. Mas nada que atrapalhe a diversão que é assistir a "Lisbela e o Prisioneiro". Sim, porque "Lisbela" é, antes de tudo, um filme divertido e com sotaque tipicamente brasileiro. Explora a típica malandragem local, através de Leléu e Citonho, além de personagens característicos da região, como Frederico Evandro e Douglas. Além do roteiro, recheado de piadas rápidas e inteligentes, o elenco é outro ponto forte do filme. Selton Mello brilha na pele de Leléu, sendo bem coadjuvado por Tadeu Mello, Virginia Cavendish e Débora Falabella. Outro que aparece muito bem em cena é Marco Nanini, como o matador Frederico Evandro. Nanini consegue expôr a dureza do seu personagem deixando-o também divertido, num trabalho também elogiável do diretor Guel Arraes, que mesmo tendo um matador em cena não deixa o filme ficar pesado em momento nenhum. Com todos estes fatores aliados ainda a uma edição ágil, bem conhecida daqueles que já viram os trabalhos anteriores de Guel Arraes no cinema, "Lisbela e o Prisioneiro" torna-se um filme divertidíssimo e, com certeza, um dos melhores desta grande safra do cinema nacional em 2003.
wesleyaxe
wesleyaxe

10.962 seguidores 680 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Sinceramente um dos filmes brasileiros mais engraçados que já assisti, sou fã de Selton Mello que não deixa nada a desejar. Um clássico nacional que vale muito a pena pra quem quer rir e se divertir, adorei!!
Kamila A.
Kamila A.

7.940 seguidores 816 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 10 de setembro de 2014
Lisbela (Débora Falabella) é uma garota que vive no interior de Pernambuco, e cuja principal característica é o amor pelo cinema. Freqüentadora assídua das matinês na cidade, a idolatria que ela carrega pelos filmes que vê desencadeia todas as suas mais importantes virtudes: o romantismo, a honestidade e a capacidade de sonhar e de enxergar o que há de bom ao seu redor.

Leléu (Selton Mello), por outro lado, é o típico malandro brasileiro. Vive pelo Nordeste fazendo suas andanças e conquistando – na mesma proporção em que despedaça – muitos corações. O malandro faz isso facilmente, pois ele não se sente apegado a ninguém, fato reforçado pela nova personalidade que assume a cada novo lugar que visita.

Estas duas figuras opostas são as personagens centrais de “Lisbela e o Prisioneiro”, filme dirigido e co-escrito por Guel Arraes tendo como base a peça de autoria de Osman Lins. Essa obra é a primeira que Guel fez diretamente para a grande tela, uma vez que “O Auto da Compadecida” e “Caramuru – A Invenção do Brasil” foram concebidas como séries de TV.

O filme é narrado basicamente pelos comentários de Lisbela a respeito dos filmes que vê e que traduzem, ao mesmo tempo, a história que aguarda ela e Leléu. E o que estes personagens têm em comum é o fato de serem movidos por um idealismo, que os faz sempre partir em busca de algo mais.

Guel Arraes é um especialista na difusão da cultura nordestina. E, mais uma vez, ele acerta na dose ao mostrar aquilo que esse povo tem de melhor: os valores e o coração. Contribuem também para o sucesso deste filme o roteiro originalíssimo, uma montagem primorosa, um elenco de apoio afiado e a excelente trilha sonora que embala a história.
anônimo
Um visitante
2,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Um dos melhores filmes do cinema nacional da última década! Mais uma obra primorosa do talentoso Guel Arraes que foca uma bela aventura nordestina com muito humor e romance, misturando realidade exagerada e ficção na medida certa, e o diretor ainda homenageia o cinema dentro do próprio cinema de um jeito primoroso. O elenco é fenomenal, encabeçado pelo sempre incrível Selton Melo e pela ótima Débora Falabella. O roteiro também escrito por Guel, Jorge Furtado e Pedro Cardoso, baseado em peça teatral de Osman Lins é inteligente e sagaz e mostra porque ele é um dos grandes diretores do país. O filme conta ainda com uma ótima direção de arte, fotografia,e uma edição ágil, precisa e dinâmica. Super recomendado a qurem procura diversão e uma boa história a ser contada! Não percam este filmaço!
Elvira A.
Elvira A.

937 seguidores 266 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 23 de setembro de 2013
Selton Mello, Debora Falabella, Marco Nanini e a trilha sonora são o que o filme tem de melhor. Algumas cenas lembram um pouco "A Rosa Púrpura do Cairo", guardadas as devidas proporções, pela paixão da Lisbella pelo cinema.
anônimo
Um visitante
3,5
Enviada em 18 de outubro de 2015
-..Selton Mello vive mas uma vez um bom personagem,capaz de nos fazer rir com seu jeito elenco de grande atores,principalmente falando de Marco Nanini....o destaque do ,mas uma grande comédia nacional.
Jorge Eduardo M.
Jorge Eduardo M.

114 seguidores 368 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 11 de maio de 2026
Liabela e o prisioneiro é um filme divertido, um conto de história de amor. Com a princesinha, o malandro, o bandido, numa história onde o final feliz todos já sabem o esperado.
ANA LUCIA DA SILVA
ANA LUCIA DA SILVA

71 seguidores 123 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
...Esse filme vale muito apena assistir,quem não assistiu ainda sinceramente está perdendo, um filme cheio de referencias a cultura nordestina,me encheu os olhos com as imagens.Trilha sonora de primeira qualidade,parcerias inusitadas.Realmente o elenco todo e Guel Arraes estão de parabéns.
Carlos A.
Carlos A.

26 seguidores 59 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 11 de junho de 2015
Excelente filme, já assisti várias vezes. Filme que marcou época no cinema nacional.
Ravi Oliveira
Ravi Oliveira

24 seguidores 504 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 27 de dezembro de 2025
Sinopse:
A jovem Lisbela adora ir ao cinema e vive sonhando com os galãs de Hollywood dos filmes que assiste. Leléu é um malandro conquistador, que em meio a uma de suas muitas aventuras chega à cidade da moça. Após se conhecerem eles logo se apaixonam, mas Lisbela está de casamento marcado. Em meio às dúvidas e aos problemas familiares que a nova paixão desperta, há ainda a presença de um matador que está atrás de Leléu, devido a ele ter se envolvido com sua esposa no passado.

Crítica:
"Lisbela e o Prisioneiro" se destaca como uma obra que reflete a essência do cinema popular brasileiro, misturando comédia e romance em uma narrativa que transita pela cultura e pelo cotidiano do Nordeste. A direção de Guel Arraes, junto ao roteiro colaborativo, traz um tom leve e encantador, permitindo que o público se envolva facilmente com os personagens.

As atuações, especialmente de Selton Mello e Débora Falabella, conferem profundidade e carisma aos seus papéis, transformando a história em uma experiência visual e emocional. A ambientação e os personagens secundários trazem uma riqueza cultural que complementa a trama principal, garantindo momentos de humor e reflexão sobre costumes e relações sociais da época.

Contudo, o enredo, apesar de cativante, pode ser visto como previsível em alguns momentos, seguindo fórmulas típicas do gênero. Algumas situações, embora divertidas, podem parecer exageradas ou forçadas, o que pode afastar uma parte do público que busca uma narrativa mais autêntica.

No geral, "Lisbela e o Prisioneiro" é uma escolha acertada para o público que aprecia comédias românticas leve e bem-humoradas, oferecendo uma visão charmosa de um Brasil rico em cultura e carácter.
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