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Carlos Taiti
10 seguidores
358 críticas
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3,0
Enviada em 26 de julho de 2026
**SOLDADO UNIVERSAL – O RETORNO (1999)**
Depois dos acontecimentos do primeiro *Soldado Universal* (1992), a tecnologia dos soldados geneticamente aprimorados retorna em uma nova fase. Luc Deveraux, interpretado novamente por Jean-Claude Van Damme, agora trabalha ligado ao desenvolvimento de uma nova geração de soldados universais. Porém, quando o governo decide interromper o projeto, a inteligência artificial Seth se recusa a aceitar sua própria desativação.
A partir daí, a tecnologia deixa de ser apenas uma ferramenta militar e passa a representar uma ameaça independente. Seth consegue assumir uma forma física e lidera os soldados universais contra aqueles que pretendem destruí-lo. No meio desse conflito, Luc precisa voltar à ação e enfrentar uma ameaça que, desta vez, não é apenas humana.
### CRÍTICA
*Soldado Universal – O Retorno* é uma sequência que tenta ampliar o universo criado pelo filme de 1992, mas não consegue reproduzir a mesma força e originalidade do primeiro capítulo. A ideia de transformar uma inteligência artificial em um inimigo capaz de questionar sua própria existência é interessante, especialmente para um filme de ação lançado no final dos anos 1990. O problema é que o roteiro utiliza essa premissa de maneira bastante simples e previsível.
Jean-Claude Van Damme retorna ao papel que ajudou a consolidar sua imagem como astro dos filmes de ação. Luc Deveraux continua sendo um personagem eficiente para o gênero, embora o filme não explore tanto sua dimensão dramática. Van Damme entrega aquilo que o público espera: presença física, lutas e sequências de ação.
Um dos grandes destaques fica por conta de **Michael Jai White**, ainda no início de sua carreira, que demonstra aqui o talento físico e a presença que mais tarde se tornariam suas marcas registradas. Suas cenas de combate estão entre os melhores momentos do filme. Já **Bill Goldberg**, como Romeo, funciona mais como uma presença física ameaçadora do que como um personagem realmente desenvolvido.
O filme também apresenta uma boa dose de ação, confrontos corpo a corpo e tecnologia militar, mantendo a essência da franquia. A luta entre Van Damme e Michael Jai White é um dos pontos altos e mostra dois estilos diferentes de astros marciais em confronto.
Por outro lado, o roteiro é excessivamente direto e não consegue aprofundar a discussão sobre inteligência artificial, consciência e controle tecnológico. A ideia de uma máquina que não aceita morrer poderia render uma história muito mais complexa, mas acaba servindo apenas como justificativa para uma nova sequência de batalhas.
### PRODUÇÃO E EFEITOS
A produção entrega uma ficção científica de ação típica do final dos anos 1990. Os efeitos visuais cumprem seu papel, mas hoje demonstram algumas limitações. A fotografia e a direção são funcionais, sem grandes ousadias visuais.
O grande mérito está nas cenas de luta e na energia física dos protagonistas. É um filme que não pretende reinventar o gênero, mas oferecer entretenimento rápido e direto.
### VEREDITO
*Soldado Universal – O Retorno* está longe de alcançar a qualidade e o impacto do primeiro filme, mas ainda consegue funcionar como uma continuação divertida para quem gosta de Jean-Claude Van Damme e do cinema de ação dos anos 1990.
O roteiro é simples, a história poderia ser muito mais desenvolvida e alguns personagens são pouco aproveitados. Porém, as boas cenas de ação, a presença de Van Damme e, principalmente, a participação de um jovem **Michael Jai White**, ajudam a manter o interesse.
É um filme que representa bem aquele cinema de ação de sua época: exagerado, direto e sem muita preocupação em complicar a narrativa. Não é memorável como o original, mas também está longe de ser um desastre.
"Soldado Universal: O Retorno" tem umas lutas legais e o Van Damme ainda manda bem, mas a história é meio fraca e o vilão não empolga. Dá pra assistir, mas não é grande coisa.
Van Damme é o grande centro desse filme, mas em um sentido diferente da obra de 1992. Aqui o ator mostra seu forte que é o carisma e criar boas situações, mas, em todo filme faz isso para resgatar algo positivo nesse péssimo trabalho. Um exemplo é a improvisada cena do bar ante o climax da cena no alojamento de soldados, que da uma boa risada com a improvisação do ator belga, frente a já entediante situação da AI autoconsciente que é "muito careta" para os dias de hoje. Os soldados universais de novo entram e saem do filme não fazendo nada, temos algumas boas cenas do lutador Bill Goldberg e nada mais. O pior da obra são claramente o casting de atores de suporte: nenhum nome de grande peso, pouca experiência e pouco carisma. A Heidi Schanz (reporter) faz um gelo para Van Damme, que dá seu máximo. Dolph Lundgren poderia ter refeito alguma participação, quem sabe ressuscitado e daria mais sabor ao filme. Luc perdeu a sua linha de história. Rola muitas cenas manjadas, muita captura de câmera em cenas de tiroteio, re-pescar de novo a onisciência dos soldados, que já havia sido feito no filme anterior. O filme, em resumo, ficou com a cara de uma produção de pouco orçamento, destinada a televisão aberta. Van Damme não faz milagres e aqui atuou muito bem. Pena que o resto dos atores é de baixa qualidade, tal como diretores e redatores que não acrescentam nada e não trazem a empatia recíproca. Assista essa obra de curioso e com tempo de ócio, caso tenha visto Soldado Universal 1992.
Se vc assistiu o primeiro filme, pare por aí msm nao perca seu tempo com essa porcaria q fizeram, 40 milhões de dólares pra esse diretor lixo estragar a continuação do filme. Se vc gostar de um filme bem ruimzinho procurare um então pq esse nem nessa prateleira cabe, esse filme e patético nem o Van Damme conseguiu salvar essa porcaria que chamam de filme.
Fraquinho! mesmo vindo do mestre Jean-Claude Van Damme, aqui não temos um filme de ação de qualidade, por isso é esquecível, com cenas de ação ruins e em algumas exceções van Damme consegue fazer bem, vilões descartáveis e sem emoção, diferente do 1° que tem grandes momentos, aqui infelizmente temos um filme esquecível.
Como sempre,as continuações não valeram a pena.Com o primeiro da série,sendo até que bastante movimentado.Esse segundo deixou a desejar e muito.Com,mas uma vez Van Damme,no papel principal,o filme se tornou mas brega,e sem nenhuma emoção.Cenas de ação,mal produzidas,ou talvez feitas por amadores.Realmente nada no filme valeu a pena.
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