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Cinema com Rapadura
Por mais que sacrifique parte do que foi dito sobre a Bela Adormecida, “Malévola” se sustenta bem, mesmo com os tropeços e o marketing agressivo demais [...]. Menos sombrio do que o prometido, mas eficiente ao humanizar a personagem-título muito além do bem e do mal, [o filme] reavalia o amor verdadeiro em um mundo cada vez mais cruel.
Screen International
Angelina Jolie se diverte bastante como Malévola. [...] O diretor estreante Robert Stromberg [...] faz um bom trabalho com a história que fica um pouco lenta no meio - quando Malévola se torna uma observadora - mas volta a acelerar em um clímax empolgante e cheio de ação.
Cinepop
Das releituras mais recentes dos clássicos contos infantis, ‘Malévola’ sai na frente como a melhor. O talento e beleza da protagonista Jolie com a direção primorosa do novato Stromberg conseguem sobrepor um roteiro mediano, transformando o longa em um deleite visual divertido e sedutor – e não apenas para as crianças.
Preview
Não espere fidelidade à clássica animação. A ideia aqui é redimir a protagonista, explicando suas ações e tornado-a um tanto boazinha. O resultado é um filme correto do início ao fim.
CineClick
Bem-humorado, empolgante e sem subestimar a inteligência de espectadores de qualquer idade, "Malévola" surpreende e nem joga toda sua luz sobre a eterna celebridade Angelina Jolie.
Cinema em Cena
...para criar um longa realmente eficiente, capaz de evocar uma atmosfera própria, com ritmo e tom bem definidos, [...] é preciso ser um bom diretor. Infelizmente, isto é algo que Malévola não tem, o que força o filme a depender única e exclusivamente da beleza do design de produção, do razoável roteiro e do carisma de sua protagonista.
Cineplayers
O filme contrasta a história original. E assusta o quanto se revela piegas e pouco inventivo diante um universo de possibilidades fantásticas. Felizmente resta ao filme o carisma de Angelina Jolie. Se não fosse por isso, pouca coisa sobraria.
Diário de Pernambuco
Ao procurar complexificar e reinventar a história da Bela Adormecida, o filme "Malévola" consegue manter a essência dos contos de fadas e garante a diversão em um espetáculo cinematográfico para todas as idades, com direto a cenas de ação explosivas e quantidade elevada de efeitos especiais digitais. [...] O roteiro é cheio de pequenas incoerências, que não devem incomodar o entretenimento, mas demonstram falta de criatividade.
O Globo
Essa costura bem cuidadosa de uma vilã clássica transformada em heroína, vítima de um universo masculino impiedoso, traz ainda uma outra abordagem do conceito de “amor verdadeiro”. Os trunfos de “Malévola” se concentram — sobretudo para o público adulto — nessas variações em torno da trama clássica.
Omelete
A intenção de "Malévola" é louvável e a presença marcante de Jolie dá peso à causa. Na pressa para criar uma nova moral, porém, esqueceram de contar uma boa história.
Rubens Ewald
O roteiro [...] faz o possível para tornar menos previsível as mudanças no caráter da heroína. O que eu posso dizer é que as mulheres saíram exultantes da pré estréia, adorando o filme. Os homens foram bem menos expansivos.
The Guardian
A nova história explica que talvez, se ela não tivesse tido o coração partido algum tempo atrás, talvez não fosse tão malvada. [...] Eu tinha esquecido da forte presença de tela que Angelina Jolie pode ter: ela está virando a Sophia Loren da nossa época. Agora quero vê-la em um filme de adulto.
Variety
Hesitando no tom [...], o filme não consegue investigar a psicologia do tema de maneira a criar uma versão alternativa satisfatória da história, mas ele certamente é agradável de assistir durante 97 minutos. Angelina Jolie está impressionante e impecável...
Almanaque Virtual
...ao mesmo tempo que enriquece o conto, com soberbo desenho de produção de fantasia e tornando Malévola em uma anti-heroína complexa e cheia de camadas, esta nova versão simplesmente não funciona frente à vilania do original (e que todos tanto querem ver), apesar de ser válido como conto isolado. [...] o roteiro simplesmente peca por tentar facilitar demais a identifcação com uma mulher de orgulho ferido, quando o que todos querem é vê-la ser má.
Folha de São Paulo
O principal objetivo do filme é maravilhar as crianças. Para isso, aposta todas as fichas na profusão de efeitos especiais. Não por acaso, a direção foi entregue ao estreante Robert Stromberg, especialista em efeitos. Esse universo visual cheio de fantasia não esconde algumas debilidades, com a falta de ritmo e a limitada paleta de recursos dramáticos de Angelina Jolie.
Papo de Cinema
Se, por um lado, realmente, a direção de arte é magnífica [...], por outro a direção geral falha ao apostar no excesso de close ups, quase como se fosse um produto televisivo. O pior ainda fica por conta das cenas de ação.
Cineweb
Fora seu público-alvo de garotas até 12 anos, é difícil imaginar alguém muito interessado em ver o filme [...] O filme tem direção de arte, figurino e cenários repletos de detalhes (talvez até demais), que não disfarçam a frouxidão do roteiro.