Malévola
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Thiago d.
Thiago d.

34 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 2 de junho de 2014
Imaginei um filme meio bobo, ou infantil, mas me surpreendi, filme muito bom e Angelina Jolie tendo um ótima atuação, como sempre.
Jhonny d.
Jhonny d.

5 seguidores 2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 2 de junho de 2014
Malévola
Um ótimo filme , toques de comédia, um pouquinho de suspense e muita aventura !
A historia é simplesmente muito interessante, lhe prende as telonas durante todo o filme principalmente até descobrir o "segredo" dele.
Os atores foram muito bem escolhidos duma forma geral, sem falar de Malévola (que foi vivida por Angelina Jolie), ela fez o que precisava para se temer, adorar e ama-lá. A forma como contaram o filme sendo visto pelo lado do vilão, é super criativo, e após ter assistido você acaba dando total razão ao tal.
E estou aguardo ansiosamente para que tenham mais filmes assim pois deu super certo, e acho que todos já estão cançados de ouvir contos de princesas, com histórias de amores verdadeiros (que não existem). Aos que já assistiram com certeza sabem do filmão de que estou falando e aos que ainda não viram, não sabem o que estão perdendo. Ele tem tudo para ser um dos melhores filmes de 2014 !
Giovanna S.
Giovanna S.

28 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 2 de junho de 2014
A fantasia estrelada por Angelina Jolie que já levou cerca 900 mil pessoas aos cinemas. ‘Malévola’ arrecada US$ 70 milhões na estreia e lidera bilheterias nos EUA. O enredo gira em torno de ‘A bela adormecida’ sob o ponto de vista da fada Malévola que, traída, fica cega de ódio e sentimento de vingança. O filme pode entreter a dois tipos de público, tanto as crianças quantos os que viram, no passado, a animação de 1959. A história é reimaginada sob os eventos do conto dos Irmãos Grimm.
Angelina conseguiu demonstrar claramente os sentimentos retratados em Malévola. Suas feições, gritos, olhares, risos, tudo ficou magnificamente tocante. Ver esse filme é como descobrir o grande mistério por trás da história da personagem. A nova arte traz um novo olhar sobre Malévola, o Rei Stefan, a princesa Aurora, o príncipe Phillip, o corvo Diaval. A história tenta mostrar um mundo que ninguém jamais viu, como disse Angelina Jolie.
O enredo do longa gira em torno de uma bela e ingênua fada com penetrantes asas negras. spoiler: Malévola leva uma vida de paz nos reinos dos Moors, tendo crescido neste pacífico reino; até que um dia, os humanos, vendo a ascensão dos Moors, decidem exterminá-los, ameaçando a harmonia da região. Malévola é retratada, ao mesmo tempo, como vilã e heroína, sendo ela a verdadeira Bela Adormecida, por justamente ter sua bela personalidade adormecida e esquecida em meio a esses novos sentimentos de vingança, trazendo um papel de anti-heroína.

spoiler: O carinho de Malévola por Aurora vai crescendo, a ponto de ser tão profundo e emocionar o público.
A grande inovação de ‘Malévola’ foi a história ser contada sob um ponto de vista que até então era desconhecido, chegando a nos dar várias lições de moral, como ter cuidado com a sede de vingança, pois podemos nos arrepender depois. spoiler: O filme também é inovador ao retratar outras formas de amor, não se prendendo à clássica imposição do amor Eros, entre duas pessoas de sexos opostos, característica presente nas clássicas animações dos contos de fadas da Disney.

O filme é dirigido por Robert Stromberg, especialista em efeitos visuais, e que deixou o público de boca aberta com os efeitos em ‘Malévola’, tanto quanto em ‘Alice no país das maravilhas’ ou em ‘Avatar’, ganhando o Oscar por seu melhor trabalho como diretor de arte nestes filmes. A trilha sonora composta por James Newton Howard também foi magnífica, épica, e se relacionou bem com o ambiente do filme. Quanto ao roteiro, escrito por Linda Woolverton, ele é tocante, emocionante, impressionante e animado. O jeito de retratar acontecimentos que não foram revelados em ‘A bela adormecida’ foi perfeito. A questão de ‘’Porque ela lançou a maldição?’’ nunca foi bem explicada, e fazia com que víssemos Malévola como apenas uma bruxa má e cheia de ódio. Entretanto, nessa superprodução de Stromberg, é revelado do início ao fim o jeito que ela foi injustiçada e deseja sua vingança.
Raquel S.
Raquel S.

3 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 2 de junho de 2014
O filme é maravilhoso. Tem seus erros sim, mas isto todo filme tem. Angelina Jolie volta com tudo em "Malévola" que se mostrou uma das melhores produções da Disney. Efeitos especiais ótimos e boa produção. A nova história criada no filme é bem interessante, pregando o amor verdadeiro não como realmente o vemos(entre o príncipe e a princesa), mas sim de uma forma mais poderosa e pura. Super recomendo!
Marcio D.
Marcio D.

53 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 2 de junho de 2014
Era uma vez...Era uma vez... De novo e de novo...Era uma vez a "Era do remake". Com as atuais refilmagens de clássicos e releitura dos contos de fadas, é perceptível a febre que tomou as salas dos cinemas, os seriados de tv, os livros.. Falar sobre Malévola, o novo filme com Angelina Jolie, produto original da poderosa “fábrica” Disney, sem compreender o contexto da realidade, ficaria sem sentido. Portanto, vamos mergulhar primeiro no filme e relembrar fragmentos infantis da nossa memória em que a Malévola era verde, muito perigosa, muito malvada e demoníaca. Aurora, bom a historia era da Aurora, sonhadora, dorminhoca, angelical, cantante e com cabelos esvoaçantes, assim era a bela adormecida.. Porem o recente filme do diretor Robert Stromber, decide mudar a protagonista, e convida o espectador a conhecer o mundo da vilã, repleto de seres encantados , narrando a sua historia, desde a pura e libertaria infância, na qual Malévola voava sem medo ,sem limites na imaginação(a vilã era uma fada com asas) e a dura transição para o mundo adulto. spoiler: Com uma decepção amorosa de “cortar as asas” e não o coração e nem os pulsos ,pois esse universo é Disney, Malévola fica amargurada e cai na depressão, escurecendo seu mundo fantástico e colorido. Vítima, ela cai em contradição com seu desejo de vingança, ao longo da história.


spoiler: O filme tem seus méritos, oferece momentos de poesia, como uma suposta “alegoria das asas” da Malévola, a perda da liberdade, a desilusão, mesmo que clichê, funciona nesse universo. Os incríveis efeitos especiais, a caracterização da personagem, o figurino, a direção de arte, que contribui para se ter a sensação de estar em um sonho. Surge então a hipótese de que o visual do filme foi feito com a intenção de ser o olhar sombrio da protagonista, em que a floresta seria o seu interior, os seus sonhos, ate que eles entram em choque com o mundo exterior “mundo real”, e assim se sucumbe aos espinhos representando sua dor.


Ao entrar no deslumbrante mundo das fadas, os detalhes, as criaturas, o momento de levitação de aurora, o paradoxo da incredulidade no amor verdadeiro, em meio a tanto seres fantásticos difíceis de se acreditar, a sensação é prazerosa. E pode trazer algumas referencias do universo fantástico e dramático de William Shakeaspere, principalmente a ambiguidade e a complexidade do amor de Malévola.

Angelina Jolie cumpre o esperado com sua atuação, e com maquiagem incrível idealizada pelo ótimo Rick Baker, alias ela se diverte totalmente no papel lançando trovoes e jogando soldados nos ares com simples movimentos das mãos.
O filme consegue trazer a tona um tema com que nos dias atuais está banalizado, o “amor verdadeiro”, portanto bem colocado com certas doses de ironia. É uma historia de amor, é uma maldade bela, é uma inversão de valores, em que os bons não são tao bons assim e os maus também. Nesse ponto, o filme é agradável , tem um certo carisma e funciona como um bom divertimento com grandes chances de conquistar muito mais o publico feminino. Fica notável as cenas de fofura, com as fadas e a pequena princesa , e os sentimentos maternos que a “vilã” nutre por ela, lembrando que Angelina atua com a própria filha, nesse momento os suspiros femininos da plateia são constantes.
Contudo, voltando ao assunto anterior , a impressão que se tem no final, é ver o filme como apenas um produto, na realidade, tornando-se vazio, de conteúdo fraco, cheio de efeitos, cores, roupas, cenários mirabolantes, cenas de batalhas,seres fantasticos diversos, diretamente na prateleira do mercado cinematográfico. Existem outros filme com esses ingredientes “comerciais”, são sucesso de publico e crítica, porém a diferença é que os ingredientes são bem colocados, tem conteúdo, um roteiro caprichado, diálogos inteligentes, atuações marcantes, muita emoção, desenvolvimento dos personagens, etc .

Criar uma personagem feminina linda, poderosa, sem ter a cara verde, magra, com rosto anguloso, com personalidade forte, sensual, elegante, com maquiagem e figurino marcante pode ser um grande aliado para o mercado da moda e de cosméticos começar a lançar coleções para faturar muito, como já é o caso da MAC, Ellus, etc ,e outros editoriais já publicados pela internet. Fazer uma releitura pop com seres mágicos , batalhas medievais, dragões, com tons sombrios para a nova geração “hig tech” também é uma ótima ideia lucrativa para Disney. Adaptações como “A Branca de Neve e o Caçador” de Rupert Sanders, “Alice no país das maravilhas” de Tim Burton, seguem por esse mesmo caminho. É nesse limbo que o diretor estreante se perde, a historia fica sem muita emoção, com cenas rasas e sem impacto. É um desfile de efeitos, de belas imagens mas que não empolgam. Toda a atenção fica para Angelina Jolie, enquanto os outros são reles coadjuvantes mortais. É uma pena que o talento de Elle Fanning foi apagado com tanta magia e beleza. Até a relação com o seu próprio pai, príncipe e as fadas é superficial. Talvez o filme reflete bem o período que o cinema enfrenta, “Remake ostentação” ou nesse caso “Fadas ostentação”, em que a preocupação é lucrar e divertir sem pretensão, gastando milhões e milhões para isso, com muito “mais do mesmo”, e o que poderia ficar interessante, fica sem graça, repetitivo. Não a toa o talentoso Michel Gondry jogou suas indiretas, ou melhor, diretas, para essa nova era, com o filme “Rebobine por Favor”, porém o que se tem nesse filme é um elogio nostálgico e não banal. É uma forma criativa de reler o passado, com graça, com simplicidade e ironia, estimulando o “ fazer cinema” e ao mesmo tempo criticando as refilmagens megalomaníacas e desnecessarias.

Contudo “Malévola” já é um sucesso de bilheterias brasileiras com sua estreia, e apesar de seus deslizes cinematográficos, a “persona” de Angelina Jolie tem tudo para ser uma heroína do público , alias o filme destaca-se de seus antecessores que seguiram por esse caminho. Robert Stromber conhecido por seus belos trabalhos de production designer em “Alice no país das maravilhas”, “Oz Magico e Poderoso” e “Avatar”, já pode comemorar a sua estreia lucrativa como diretor.
João Batista J.
João Batista J.

15 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 2 de junho de 2014
Perfeito, apenas.... quem não preparar a alma para ver, não acharás graça, vide a machistas de plantão.
Guilherme B.
Guilherme B.

3 seguidores 1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 2 de junho de 2014
Maléfica é nada além de mais uma releitura de um grande clássico que os estúdios Disney fizeram questão de estragar. Mesmo com um elenco de peso, e uma superprodução, a trama deixou (muito) a desejar no roteiro e desenvolvimento da história. Eu ainda sonho com o dia em que os grandes estúdios terão coragem de filmar os contos de fada da forma que ele realmente foi escrito, enquanto isto não acontece, vamos aumentando o número de filmes produzidos para a Sessão da Tarde.
Ok ok, o filme é destinado ao público infantil, não poderia ter toda a perversidade que existe na história original*, porém poderia ser feita uma trama mais bem amarrada, que alcançasse também os adultos, é possível fazer, basta ter a intenção.
*Para quem não conhece os contos dos irmãos Grimm, eles têm a finalidade de amedrontar as crianças, e eram cruéis histórias de terror. A Bela Adormecida, por exemplo, ao cair no sono profundo, foi abusada sexualmente por diversos cavaleiros que passavam pelo seu reino, engravidando de alguns, sendo que no final ela acorda da maldição velha e com vários filhos para criar sozinha.

Bom, depois de diversas experiências negativas com os estúdios Disney, já fui com uma expectativa bem baixa sobre o filme, mas logo de cara fui surpreendido com a qualidade da produção e efeitos especiais. É um filme que agrada aos olhos, e diferente de muitas das ultimas superproduções, não foi feito para impressionar somente em 3D. ( o que conta como ponto positivo pro filme, vez que eu detesto ver filmes em 3D).
Com uma fotografia magnífica, o filme encanta durante os primeiros 7 minutos, depois cansa, pois o roteiro não acompanha a qualidade técnica.

Caímos mais uma vez no comum, é apenas mais um filmezinho de redenção, e não é uma redenção após uma série de maldades perversas, como pode sugerir o nome “Malevóla”. A personagem tem apenas um ataque de fúria, uma TPM sem brigadeiro, e sua maldade é momentânea, dura cerca de 5 – 10 minutos do filme.
A produção também deixa a desejar no quesito emoção, nada surpreende no enredo, nada de revolucionário, nem de diferente.
A abordagem do filme – contar a história da perspectiva da vilã – é um toque especial mal aproveitado. Ele cumpriu sua missão de forma pobre, conseguiu demonstrar que não existe bem/mal e sim pontos de vista diferentes, mas não fez isto de uma forma que levasse as pessoas a raciocinar sobre isto, ele simplesmente faz um trabalho de inversão de polos, onde o Rei se torna o grande vilão, e a Malévola se torna a guerreira injustiçada que cometeu um erro e se arrependeu. Triste ver o dinheiro desperdiçado com uma produção excelente, porém sem conteúdo.
Por outro lado, mesmo com a falta de enredo, em termos técnicos o filme não deixa a desejar em nada. Trilha sonora, fotografia, efeitos especiais, tudo impecável. A atuação também está excelente, não tinha como ser diferente também! Angelina Jolie no papel principal, Elle Fanning – uma das grandes promessas da nova safra de atores de Hollywood – como a Princesa Auróra, Sharlto Copley como o "Rei" Stefan e a cereja no bolo: Sam Riley como Diaval.
Para quem não conhece, Sam é um ator relativamente novo, porém um grande nome na cena independente. O ator britânico é conhecido por interpretar Ian Curtis – vocalista do Joy Division - no filme Control, de 2007, dando a ele o prêmio de “Novato mais promissor” no British Independent Film Award.
Angelina levou o enredo nas costas, toda a falta de emoção da história teve uma pequena salvação pela interpretação da atriz, que marcou o filme em dois momentos – seu grito de desespero e dor, spoiler: ao ver que suas asas haviam sido cortadas pelo homem que ela acreditava ser o amor de sua vida
; e depois no batizado de Auróra, momento em que ela lança a maldição, podemos ver a dissimulação em seu sorriso, olhos, jeito de andar. Por mais que muitos críticos digam o contrario, Angelina é uma atriz completa.

Enfim, Malévola é um filme ótimo nos termos técnicos, porém com um roteiro muito mal aproveitado. Poderíamos estar diante de um clássico, de uma superprodução que seria comentada por anos, mas não, é só mais um blockbuster infantil para assistir na sessão da tarde. Para aqueles que são valor na imagem do filme, vale a pena assistir. Eu particularmente prefiro um filme mal feito com um roteiro bom, do que um filme muito bem feito, porém sem conteúdo.
Augusto T.
Augusto T.

8 seguidores 2 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 6 de junho de 2014
Quando a euforia prejudica o filme
Lançado em meio de muita especulação, “Malévola” é uma decepção

Desde que fora anunciado pela Disney a versão live-action de “A Bela Adormecida” contanto a história a partir da visão de Malévola e Angelina Jolie confirmada como protagonista, não pararam o blá blá blá em torno do longa. A própria Disney vendeu o filme como obscuro, sério e cheio de tensão em todo o material de divulgação. Quando as luzes do cinema são acesas, porém, ao final da sessão de “Malévola” (Maleficent, EUA, 2014), a frustração de ter visto tudo ao contrário do que fora prometido deixa um gosto extremamente amargo.
Malévola (Jolie) é uma fada especial – e diferente, que vive pacificamente com outras criaturas mágicas em um local afastado, mas, desejado pelos homens. Certo dia conhece um garoto chamado Stefan (Shartlto Copley) que tentara roubar uma coisa e acabam virando grandes amigos, para mais tarde, a relação se transformar em amor. Contudo, não demora para que os desejos obscuros e gananciosos do ser humano comecem a crescer dentro do rapaz, a relação acaba. No entanto, mais adiante, o rapaz agora homem retorna e trai Malévola de uma maneira terrível para conseguir o trono do reino humano. Vingativa, a fada coloca a maldição na filha de seu ex-amor que todos nós já conhecemos.
O filme começa bem. Temos a apresentação da protagonista, sua relação com Stefan e os animais mágicos e uma cena de batalha bastante interessante. Apôs a traição, porém, o filme se perde. Perde-se em besteiras, diálogos extremamente infantis, cenas ridículas com tentativa de humor tipo “Zorra Total”, planos previsíveis, trilha sonora fraca e personagens, com exceção de Jolie, tão caricatos que até mesmo as crianças devam se aborrecer.
O longa, que havia começado com um clima interessante, ganha ares de comédia boba onde vemos a Bela Adormecida (Elle Fanning) crescer e ficar brincando com uma borboleta, deitando-se na grama entre as flores, tudo isso, com um imenso sorriso no rosto. Depois vemos Malévola aprontando com as outras fadas... O Rei Stefan paranoico e sem nenhum traço de sentimento... São complicadas as coisas aqui para esse filme. O que é de se espantar, porque todo o elenco é maravilhoso. Shartlto Copley já fez trabalhos maravilhosos, vide “Distrito 9”. Elle Fanning encantou em “Super 8” e Jolie dispensa comentários. Aliás, ela faz o que pode para salvar o filme, é uma personagem extremamente interessante, mas que se perde em um roteiro tão bobo. Destaque também para o corvo que compartilha alguns poucos bons momentos com Malévola.
O roteiro, pelo menos, acerta em referências à animação “A Bela Adormecida” trazendo alguns fatos que ficaram bem encaixados, como o uso do báculo por Malévola. Com uma direção de arte maravilhosa, bela fotografia, efeitos especiais bem colocados e um elenco ótimo, como se chegou a tal resultado: direção. O filme sob o comando do inexperiente Robert Stromberg é construído em cima de tantos clichês (narrativos e técnicos) que fica difícil assisti-lo. Talvez a culpa seja da própria Disney por escalar tal diretor e por ter medo de realmente fazer um filme sombrio.
E “Malévola” é assim, bobo, sem ritmo, sem surpresas e chato – o que é uma pena vide esforço de Angelina Jolie. Apôs virar moda a releitura desses clássicos onde a maioria é descartável, a Disney já anunciou outros live-actions de seus clássicos como “Cinderela”, “A Bela e A Fera” e até mesmo um possível “Malévola 2”. Acho melhor parar por aqui ou entregar esses filmes a um diretor de fato. O filme não é um desastre total, mas depois de tanta promessa feita pela divulgação, todos esperaram demais desse filme. Nota: 5.0
P.S. 3D inútil.
Luuh M.
Luuh M.

26 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 2 de junho de 2014
Este filme eu considero como "conto de fadas do século 21 feito direto para a telona sem ter passado como livro de formato original".
Malévola apresenta o layout de estória d'A Bela Adormecida e todos esperam que seja uma "Bela Adormecida live action", mas não é. Definitivamente não é.
'Angelina Jolie' está arrasadora nesse filme e encantadora, provavelmente é o melhor de seus papéis.
Não existem falhas nesse filme, tudo coexiste perfeitamente em harmonia. É um show de efeitos visuais mas nada exagerado como Peter Jackson têm mostrado em 'O Hobbit'. Cada cena, cada sequência, cada frame é um deleite, é um espetáculo de fotografia bem contrastada e casada com o Digital Grading bem como a arte, a direção de arte fez um ótimo papel e tudo combinado com figurino e a excelente maquiagem. Os efeitos especiais e os animais e criaturas em CG estão a par de Sméagol e não estão nada falsos ou exagerados. Os impacientes talvez comecem a ver a relação Malévola/Aurora como uma coisa entediante mas é super adorável!! O humor é excelente e hilariante. Realmente não tem muito haver com "A Bela Adormecida" também da Disney, assim não pense que é um filme voltado ao público infantil. Este apresenta uma fórmula que já fora apresentada antes em Frozen e aqui funciona igual e eu estou adorando essa nova fórmula.
Os prêmios que eu daria: Melhor atriz protagonista, melhor direção de arte, melhor fotografia, melhor edição de som, melhores efeitos visuais, melhor figurino, melhor maquiagem, melhor adaptação, melhor digital grading, melhor direção, melhor filme.
cfe92
cfe92

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 22 de junho de 2014
Quem nunca se sentiu encantado com um clássico dos estúdios Walt Disney?
A velha sensação de nostalgia e emoção à um conto, me fez sentir novamente uma criança, ao assistir Malévola.
Nos primeiros minutos, nos é apresentado a personagem principal dessa história recontada, Malévola, a própria. E nos deparamos com uma Malévola, uma fada em sua fase de criança, pura e com amor, que após alguns anos, com uma traição e um excelente desenrolar de história, ela decide ficar por vez, ao lado obscuro, no qual todos nós já estamos familiarizados a vê-la desse modo, desde olhares sombrios à roupas negras.
Porém, a sensação estranha, e um belo plano do estúdio do famoso camundongo, é que, ao invés de odiar a vilã, como geralmente é de se esperar, amamos a personagem. Angelina Jolie, em cada tomada, mostra que entrou tão afundo nesse papel que nos passa emoção em cada fala, seja de alegria ou de emoção, tornando a personagem extremamente carismática, e é pela sua atuação, que faz o filme valer a pena desde então.
Houve momentos, em que espectadores em que estavam na mesma sala em que eu fui assistir, torciam para que não ocorresse nada com a tão querida vilã, inclusive eu.
E o filme, preenche explicações pendentes feitas no clássico, especialmente no ápice do filme, ''O que a levou a querer amaldiçoar o pequeno bebê?'', e a proposta que o filme nos mostra, convence e muito.
E quem merece um ponto, claro, é Elle Fanning (Aurora) eu nunca havia depositado confiança por ela nesse personagem, especialmente pelos vídeos divulgados, porém, no filme, ela acabou saindo uma bela Aurora, e sua personalidade usada e suas fisionomias de jovem inocente, caiu perfeitamente no desenrolar da história.
E preenchendo alguns bons minutos, as três fadas que ficam na função de ''cuidar'' de Aurora nos 16 anos de vida, garantem um leve divertimento.
Os efeitos foram todos muito bem feito, desde as criaturas, as localidades, porém, ao assistir a versão em 3D fiquei decepcionado, pois esperava efeitos gigantescos na tela, mas fiquei no vácuo.
A trilha sonora, acompanha fielmente os devidos trechos de cada cena, e nos créditos, a versão sombria, cantada por Lana Del Rey, ''Once Upon A Dream'' ao encerramento da sessão, com as luzes acendendo e a tela se apagando, me fez arrepiar e me deixar satisfeito em ter usado 97 minutos num bom filme.
Confesso, que ao ver os trailers, esperava algo completamente diferente, mas imagino que essa seja a intenção, nos surpreender por completo.
Malévola, com certeza, será um filme memorável de 2014, e nos mostra uma versão bem diferente da que conhecíamos, e nos mostra pontos de vista diferentes, especialmente no ato de realmente amar alguém, e que não é todo vilão que necessariamente fará maldades, mas sim, qualquer pessoa, justamente às que confiamos.
E com toda certeza, você amará muito mais a 'vilã' nessa versão, do que a pequena 'praga', Aurora.
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