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Alexandre S.
1 crítica
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0,5
Enviada em 28 de dezembro de 2015
Filme ridículo, infelizmente final de carreira para um astro que tantos bons filmes fez, Robert Redford. Filme pifio. Não percam 1h40min. Melhor assistir tubarão 8. Lastimável! !
Filme chato demais, monótono demais, em uma hora de filme só fez comida e barba, não tem drama, não tem ação, não tem nada. Os efeitos são horríveis. Está bem perceptível que o barco está parado em diversos momentos em que queriam demonstrar que estava navegando, enfim, parece q ele quis arrumar um jeito de pegar uma grana, fazer um filme com orçamento baixíssimo para ver se arrecadava com seu nome e ainda tiveram a audácia de indicar a Oscar? Só porque não há falas e ele faz tudo sozinho? Se der tempo, não perca seu tempo, não assista! Impossível ter paciência para terminá-lo.
Ao contrário de alguns pontos de vista,é exatamente o fim redentor que dá o contraponto à história!!!Durante o desenrolar da ação,de contratempo em contratempo o personagem vai persistindo com sua luta contra a morte e mantendo suas esperanças.E exatamente quando ele desiste é que a situação dá uma reviravolta inesperada.Ironia redentora...
Uma experiência lenta mas prazerosa. A atuação espetacular de Robert Redford impede que o filme (que tem um roteiro de 32 paginas, com um punhado de falas) ,quase mudo, seja monótono. Nota: 7
É um bom filme! A falta de fala não atrapalhou o filme, mas fiquei bem incomodado com as reações do personagem. A história é interessante e o clima de suspense também... Não gostei muito do final!
Um filme que não precisa de palavras para nos dizer muito. Redford atua engajado nessa tarefa, sem palavras nos transmite a emoção necessária para nos deixar envolvidos na trama todo o tempo. Apesar de algumas cenas forçadas que extrapolam qualquer lógica, Até o Fim é uma espécie de metáfora da atualidade, ondeem o ser humano está se afogando num mar de individualismos.
Como um filme que não tem nenhum diálogo e apenas um personagem pode prender a nossa atenção? Mas é isso que acaba acontecendo. A atuação de Robert Redford e o desenrolar da história vai nos envolvendo. Belo filme.
“Até o Fim”, filme dirigido e escrito por J.C. Chandor, é aquele tipo de obra que causa empatia imediata com a plateia. Impossível não se colocar na pele do personagem principal deste longa (interpretado por Robert Redford), que se encontra a 1700 milhas náuticas do Estreito de Sumatra, num iate confortável, mas que, após sofrer uma avaria e enfrentar algumas tempestades, fica completamente destruído, fazendo com que ele fique ilhado num bote salva vidas, esperando por qualquer chance de socorro.
É até curioso que a gente sinta tanta empatia assim por esse personagem, uma vez que o roteiro escrito por Chandor não nos apresenta à sua história prévia e não nos diz se ele tem família esperando por ele em terra firme. Mas a verdade é que a força por trás de “Até o Fim” está justamente na resiliência de um homem que tenta de tudo para ficar são (mentalmente) e salvo (fisicamente), que tenta viabilizar qualquer tentativa que o ajude a sair da conjuntura em que ele está inserido e que se agarra a todas as oportunidades que possam levá-lo a ser encontrado, no meio de um oceano tão vasto.
Junto da atuação contida, de poucas palavras, mas de olhares que comunicam tudo de Robert Redford (que deveria ter sido indicado ao Oscar 2014 de Melhor Ator pela performance neste filme), “Até o Fim” é um trabalho primoroso de J.C. Chandor na direção, na medida em que ele faz um bom uso de todos os elementos da linguagem cinematográfica, com destaque para a pontual trilha sonora composta por Alex Ebert, para passar para a plateia toda a solidão e impotência que envolve a situação na qual o personagem principal se encontra.
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