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cinetenisverde
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1.122 críticas
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3,0
Enviada em 17 de janeiro de 2017
Jean-Pierre Jeunet parece ter ganhado uma muleta narrativa: é incapaz de desenvolver seus personagens sem esmiuçar suas características com todo tipo de artifício voando pela tela. O ruim disso é que nem sempre é necessário para o desenvolvimento da história, e em Uma Viagem Extraordinária certamente não o é para todos os seus personagens, exceto para T.S. Spivet (Kyle Catlett), o herói da viagem do título. Um garoto de 10 anos que vive com sua família em uma fazenda no oeste dos Estados Unidos, uma região montanhosa que a ótima fotografia de Thomas Hardmeier é capaz de tornar ainda mais bela com o uso das cores primárias (azul, vermelho, verde) adoradas pelo diretor. Ele é um menino prodígio da ciência e demonstra isso constantemente através da sua maneira obsessiva com que cataloga dados do mundo à sua volta, e nesse caso os gráficos voadores de Piere Jeunet vem bem a calhar, pois dá uma visão "cientificada" da realidade.
Filme magnífico, sensível, traz uma boa perspectiva de como as crianças sentem-se em situações extremas, indico a todos que gostam de assistir filme com a família! Dirigido por Jean-Pierre Jeunet, mesmo diretor do filme O Fabuloso Destino de Amélie Poulain!
O diretor Jean-Pierre Jeunet, assim como em O Fabuloso Destino de Amélie Poulain, consegue te fazer sentir o filme. É aconchegante. Não é surrealismo: a filmagem e a trama ocorre pela perspectiva do T.S., mostrando como as coisas funcionam em sua cabeça e toda sua imaginação. Muito filosófico em vários momentos: sobre a efemeridade da vida, a solidão e a falta de incentivo para o jovem na ciência. Belo filme.
Filme começa legal, deixa uma expectativa legal de filme, mas depois fica mto ruim, final horrível, nada haver com nada, tempo perdido. fui assistir pois tinha recomendação de uma história linda, etc... mas achei uma porcaria
Sendo muito objetivo, o filme é interessantíssimo. Um filme daqueles que você pensa 10 vezes antes de assistir, passa por ele várias vezes até que resolve assistir...e se surpreende. Filme muito sensível, considerado a melhor "obra" em 3D na época pela revista Variety (revista especializada em midia desde 1905) considerada a mais importante no segmento. Só por isso já vale "perder" seu tempo para assistí-lo. É um filme sensível que retrata conflitos familiares muito comuns como por ex; as diferenças entre filhos com a mesma criação, predileção e decepções dos pais, percepções, expectativas, sonhos, perdas dolorosas, aceitação entre muitos outros conflitos pessoais existentes em TODA FAMÍLIA, SEM EXCEÇÃO. E é a isso que me refiro quando digo que, na minha humilde opinião, é sim um filme indispensável. Experimente assistí-lo 2 vezes (isso mesmo) em um intervalo de tempo considerável (por ex alguns meses). Você vai notar que, a maneira que você estiver se sentindo emocionalmente, fará você perceber e refletir sobre situações que não havia percebido. Filme de riquíssimo visual (como Amelie Poulin), alterna drama com pontos engraçados, narrativas e diálogos interessantes. Um filme pra assistir com o coração e não apenas com olhos.
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