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FERNANDA LAIANE
11 seguidores
119 críticas
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4,5
Enviada em 10 de julho de 2022
Muitos comentários negativos sobre o filme. Eu particularmente amei o filme, o roteiro é ótimo, só não gostei muito dos atores, não são fiéis a realidade. Nesse longa vemos uma história de amor, o verdadeiro amor da mulher mais famosa do mundo, que só queria ser amada de verdade, só queria ser uma mulher normal, viver uma vida completamente normal, sem a perseguição da mídia e de todos. Eu imagino o quanto foi difícil a vida de Diana. O quanto é horrível não poder ser totalmente você mesmo, não poder fazer o que quiser, sem ter que pensar no julgamento dos outros, e se vai estar ou não na capa do próximo jornal. Esse filme é sobre uma mulher que só queria ser normal, só queria viver em paz, queria viver um amor de verdade. chorei muito no final.
Gostei do filme que conta os últimos 3 anos da eterna princesa e lady Diana, impecavelmente interpretado por Naomi Watts, contado de forma simples como sempre quis ser a eterna Diana.
História bem arrastada.Algo que era pra ser impressionante,pelo fato de ser uma das grandes figuras públicas que o mundo já conheceu. "Diana" aqui representada por Naomi Watts é belíssima.A atriz faz uma ótima caracterização,e merecia pelo menos uma indicação. Uma pena está trabalhando em cima de um roteiro que não funciona.
-Filme assistido em 14 de Dezembro de 2015 -Nota 5/10
É certo dizer que Diana Frances Spencer, conhecida como Lady Di ou como a “Princesa do Povo”, foi o último grande símbolo célebre mundial. Perseguida por paparazzi por onde quer que passasse, ela se tornou uma espécie de mártir para aqueles que lutam contra a invasão de privacidade em suas vidas. Uma luta que já começa injusta, diga-se de passagem, com o fraco – e covarde – argumento de que pessoas públicas devem satisfação dos seus passos ao cidadão comum.
Seguindo essa linha de raciocínio, podemos dizer, então, que “Diana”, filme dirigido por Oliver Hirschbiegel, é uma última tentativa para invadir a privacidade da sua personagem principal (interpretada por Naomi Watts). O roteiro do filme, escrito por Stephen Jeffreys (tendo como base o livro de Kate Snell), fala sobre o relacionamento de Lady Di com aquele que pode ser considerado como o seu último – e grande – amor, o cirurgião paquistanês Hasnat Kahn (interpretado por Naveen Andrews, conhecido pelo papel no seriado “Lost”).
Dessa maneira, o filme de Oliver Hirschbiegel trata sobre os conflitos principais que estavam presentes na vida da princesa, naquele momento, como a constante vigilância do Palácio de Buckingham, que controlava a sua vida ferrenhamente e o desejo de Diana por ter o máximo possível de normalidade na sua vida (o que era praticamente impossível devido ao seu status de realeza). Ao mesmo tempo, a obra trata sobre aquele que era o grande obstáculo para a concretização do amor entre Diana e Hasnat, uma vez que ele se preocupava muito com a possibilidade de se transformar, também, numa celebridade mundial – coisa que ele não queria.
Se colocasse o seu foco nas pessoas, principalmente, no caráter peculiar do romance entre Diana e Hasnat, talvez o filme de Oliver Hirschbiegel pudesse fazer jus a uma mulher que, no fundo, só queria receber o amor que ela tanto oferecia aos outros. O problema é que “Diana” perde esse fio da meada ao colocar também, no mesmo primeiro plano, o trabalho social desenvolvido pela princesa, especialmente no que diz respeito à questão das minas terrestres. Isso que acaba, com o perdão do trocadilho, minando o filme, cena após cena.
spoiler: Um filme que assisti sem grandes expectativas,até pq a princesa de Gales foi de fantástica e real da mídia,e bastante exposta;porém qdo o filme foi lançado no circuito,a crítica verdadeira e contundente com o filme,para o trabalho a boa atriz Naomi Watts,mesmo fazendo alguns trejeitos da princesa,apesar de loira,não lembra mesmo a princesa Diana,por hora parecia que eu assistia,um filme romântico,mas não consigo imaginar,alguma atriz da atualidade,que poderia ser parecida mesmo com Lady Di,mas o filme ficou devendo;na sua vida de mãe,que era exemplar,e hora nenhuma,apareceu os filhos,e tudo muito mal explicado com a história do Dody,ele entrou como coringa,só fazer ciúme no tal cirurgião?
Gosto muito do filme, ele é um dos melhores tratando-se de romance e drama, e retrata muito bem o vida amorosa de Lady Di após seu divórcio com o Príncipe Charles!
Em todos os sentidos eu gostaria de elogiar o filme: Direção, fotografia, atuação, detalhes, tudo encontra-se em extremo contato com o que foi a vida conturbada de Diana. O que mais me chamou atenção foi a forma como Lady Di ganhou vida novamente perante a atuação de Naomi Watts; os gestos, olhar, o andar e a postura foram essenciais, mas, a forma como a atriz demonstra viver a agonia que vivia a princesa ao tentar fugir das câmeras e viver sua vida íntima ao lado de quem foi o grande amor da sua vida é o xeque-mate do longa. Um ótimo filme, realmente bem feito. Recomendo...
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