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Diversão das cenas de ação, mas ritmo irregular e a falta de profundidade na história.
O Dublê (2024) segue Colt Seavers (Ryan Gosling), um dublê que após um acidente se afasta da indústria cinematográfica, mas é chamado de volta para trabalhar em um filme, apenas para descobrir que está envolvido em uma trama de traição e vingança.
O filme brilha com a presença de Ryan Gosling, cujas cenas de ação são exageradas e divertidas, mas a trama em si é arrastada e previsível. Emily Blunt é mal aproveitada, e os personagens secundários são excessivamente caricatos. A direção aposta no humor, mas a história acaba se perdendo em seu ritmo irregular.
O Dublê (2024) segue Colt Seavers (Ryan Gosling), um dublê que após um acidente se afasta da indústria cinematográfica, mas é chamado de volta para trabalhar em um filme, apenas para descobrir que está envolvido em uma trama de traição e vingança.
O filme brilha com a presença de Ryan Gosling, cujas cenas de ação são exageradas e divertidas, mas a trama em si é arrastada e previsível. Emily Blunt é mal aproveitada, e os personagens secundários são excessivamente caricatos. A direção aposta no humor, mas a história acaba se perdendo em seu ritmo irregular.
Sabe aquele filme comum, ordinário, igual a tantos outros e que não oferece nada de novo que quer se passar por "original", "inteligente", "cool" e "esperto"? Esse é o caso de O DUBLÊ!!!Um filme de aventura banal que supostamente homenageia os profissionais do seu título, mas se eu fosse dublê iria preferir receber essa "homenagem" em dinheiro e não na forma dessa joça, que no fim não homenageia ninguém e sim ofende a quem o assiste!
O Dublê de David Leitch é um filme impressionante desde os efeitos visuais e suas cenas de ação, Ryan Gosling (Colt Seavers) e Emily Blunt (Jody Moreno) fizeram um filme muito bom, A trilha sonora do filme e ótima, o filme de David Leitch tem como história O dublê Colt Seavers volta à ação quando uma estrela de cinema desaparece de repente. À medida que o mistério se aprofunda, Colt se envolve em uma trama sinistra que o leva à beira de uma queda mais perigosa do que qualquer uma de suas acrobacias.
Grata surpresa. Nada esperava deste filme. Blunt e Gosling eram os atrativos. O filme funciona muito bem, como comparação da vida comum e a dos grandes atores e nos coloca frente as emoções humanas. Agilidade, stunt show, enfim um grande filme. Não perca!
Bom filme! Gosling e companhia estrelam esse filme que mistura ação com comédia e trás bons diálogos, claro que com seus exageros! A direção é boa e trás bons enquadramentos. Vale sim a pipoca.
Filme que combina ação e comédia, com efeitos, fotografia e trilha sonora bem caprichados. Também pudera, foram gastos mais de US$ 140 milhões. Há também uma homenagem/reconhecimento dos dublês, já que fazem as cenas perigosas e nem aparecem seus rostos. Algumas cenas (diálogos), a meu ver foram desnecessárias e poderiam ter reduzido um pouquinho do tempo.
"O filme ‘O Dublê’ homenageia os dublês, que muitas vezes não recebem o reconhecimento que merecem."
Os dublês desempenham um papel importante na realização de um filme, mas muitas vezes não recebem o reconhecimento devido. Eles são responsáveis por executar cenas perigosas ou arriscadas. Os dublês são treinados e especializados em várias habilidades, como artes marciais. Eles trabalham em colaboração com o diretor, coordenador de dublê e outros membros da equipe para garantir que as cenas sejam realizadas de forma segura. Esta obra é uma homenagem a esses profissionais.
Qual a história do filme O Dublê?
A história acompanha Colt Seavers (Ryan Gosling), um dublê de Hollywood que precisou abandonar a vida de acrobacias perigosas após sofrer um acidente que quase acabou com a vida e a carreira dele. Porém, um tempo depois, ele é chamado de volta para trabalhar em um filme dirigido por sua ex-namorada, Jody Moreno (Emily Blunt), realizando as cenas mais intensas de ação do ator Tom Ryder (Aaron Taylor-Johnson), protagonista do longa. Durante as filmagens, este herói da classe trabalhadora abraçou a missão e a responsabilidade de desvendar um grande mistério: o desaparecimento misterioso de Tom. E, enquanto grava suas sequências e tenta entender o sumiço do astro de Hollywood, Colt descobre que pode ter se envolvido em algo muito maior do que um simples trabalho como dublê, tudo isso enquanto tenta reconquistar o amor da sua vida.
No momento em que Colt Seavers recebe a missão de encontrar o ator Tom Ryder, o protagonista parte em sua jornada para localizá-lo. A partir daí, conhecemos um pouco melhor dele e de Jody. Os dois têm um ótimo desenvolvimento e seu relacionamento se destaca como uma das melhores coisas do filme.
O arco do personagem Colt é muito bem desenvolvido, onde vemos com muita clareza seu percurso em busca de seu objetivo. A trama é interessante e divertida, e em um certo momento há uma revelação que surpreende o espectador, deixando-os intrigados, querendo saber o que acontecerá em seguida. Em vários momentos, o alívio cômico é utilizado, o que torna o filme leve e divertido. Apesar da maioria dos momentos o alívio cômico funcionar, há ocasiões em que as piadas são sem graça e parecem forçadas, mas isso não prejudica a experiência do longa.
O roteiro é dividido em três atos claros, tornando fácil identificar os pontos de virada e quando um ato termina e outro começa.
Os eventos da trama se desenrolam na Austrália, onde está sendo gravado o longa-metragem de Jody. Os sets são bem elaborados e transmitem claramente a atmosfera do filme dela. Além disso, os outros locais em Sydney são bem realizados e se encaixam adequadamente com o que a narrativa demanda.
Os figurinos são bons. Colt Seavers, quando não está no set, veste uma camisa branca, calça jeans e um casaco de seu primeiro trabalho. As roupas transmitem a ideia de que o Dublê é uma pessoa tranquila e relaxada. O figurino de Jody consiste em roupas simples, indicando que o local das gravações é quente.
A iluminação do longa é bem-feita. Nas cenas que ocorrem no set de filmagens de Jody, a luz dura é utilizada, destacando o ambiente quente e a estética de seu filme. Na verdade, a maioria dos momentos utiliza luz dura de forma eficaz, e quando se opta por luz suave, também é bem utilizada.
Os enquadramentos são bem-feitos e utilizados de forma eficiente. Em momentos com muito movimento, são utilizados planos gerais para mostrar claramente o que acontece, especialmente nas cenas em que o Dublê está realizando ações perigosas ou de ação. Além disso, são frequentemente empregados primeiríssimos primeiros planos, especialmente durante as interações entre os personagens Colt e Jody, em momentos de grande carga emocional. Esses planos são utilizados para destacar os sentimentos dos personagens e suas expressões faciais.
A montagem proporciona dinamismo e um ritmo adequado ao filme, além de garantir uma continuidade visual. A edição foca em vários momentos nos personagens de Jody e Colt, e o faz de maneira eficaz, mostrando a importância de ambos para a narrativa. Quando não estão no mesmo local, utiliza-se o corte de Cross cut/edição paralela de forma muito bem aplicada, alternando entre Colt e Jody. Há um momento em que um está falando com o outro por telefone, a edição divide a tela em duas partes, uma mostrando as ações de Colt e a outra as de Jody.
Como trilha sonora Utilizam-se várias músicas antigas, elas são colocadas nos momentos certos, e evoca uma sensação de nostalgia. Uma música que é recorrentemente utilizada é “I Was Made For Loving You” do Kiss, a qual é muito bem aproveitada. Para o longa, foi feita uma regravação dessa música por YUNGBLUD que lhe confere um tom um pouco mais suave e melódico.
As atuações dos atores são muito boas, principalmente as de Ryan Gosling e Emily Blunt. Gosling entrega uma performance incrível, trazendo um personagem leve e divertido que tem suas próprias questões e ele consegue demonstrá-las bem. Novamente, Ryan Gosling mostra ser um ator versátil, capaz de interpretar uma variedade de papéis. Emily Blunt também tem uma ótima atuação, retratando muito bem sua personagem e sua importância para Colt. O destaque aqui não é apenas a atuação dos atores individualmente, mas sim a interação entre eles, que apresentam muita química e é uma das melhores características do filme. Sem essa relação, o longa não teria o mesmo brilho que tem.
O diretor do filme é David Leitch, que antes de se tornar diretor, trabalhou como dublê e coordenador de dublês, o que o tornou uma escolha ideal para dirigir este Longa dado seu conhecimento prévio e experiência na área. Leitch é conhecido por dirigir filmes de ação, e mais uma vez nos presenteia com uma obra do gênero. A direção dele é boa. Leitch mantém seu estilo, evidenciando sua identidade estética e visual, que se encaixa muito bem neste longa, resultando em uma obra muito boa e divertida.
Bem, ‘O Dublê’ é um filme muito divertido que consegue prestar uma homenagem à profissão de dublês, mostrando um pouco de como ela funciona e destacando que, apesar de ser perigosa, não recebe o devido reconhecimento que merece.
Os dublês desempenham um papel importante na realização de um filme, mas muitas vezes não recebem o reconhecimento devido. Eles são responsáveis por executar cenas perigosas ou arriscadas. Os dublês são treinados e especializados em várias habilidades, como artes marciais. Eles trabalham em colaboração com o diretor, coordenador de dublê e outros membros da equipe para garantir que as cenas sejam realizadas de forma segura. Esta obra é uma homenagem a esses profissionais.
Qual a história do filme O Dublê?
A história acompanha Colt Seavers (Ryan Gosling), um dublê de Hollywood que precisou abandonar a vida de acrobacias perigosas após sofrer um acidente que quase acabou com a vida e a carreira dele. Porém, um tempo depois, ele é chamado de volta para trabalhar em um filme dirigido por sua ex-namorada, Jody Moreno (Emily Blunt), realizando as cenas mais intensas de ação do ator Tom Ryder (Aaron Taylor-Johnson), protagonista do longa. Durante as filmagens, este herói da classe trabalhadora abraçou a missão e a responsabilidade de desvendar um grande mistério: o desaparecimento misterioso de Tom. E, enquanto grava suas sequências e tenta entender o sumiço do astro de Hollywood, Colt descobre que pode ter se envolvido em algo muito maior do que um simples trabalho como dublê, tudo isso enquanto tenta reconquistar o amor da sua vida.
No momento em que Colt Seavers recebe a missão de encontrar o ator Tom Ryder, o protagonista parte em sua jornada para localizá-lo. A partir daí, conhecemos um pouco melhor dele e de Jody. Os dois têm um ótimo desenvolvimento e seu relacionamento se destaca como uma das melhores coisas do filme.
O arco do personagem Colt é muito bem desenvolvido, onde vemos com muita clareza seu percurso em busca de seu objetivo. A trama é interessante e divertida, e em um certo momento há uma revelação que surpreende o espectador, deixando-os intrigados, querendo saber o que acontecerá em seguida. Em vários momentos, o alívio cômico é utilizado, o que torna o filme leve e divertido. Apesar da maioria dos momentos o alívio cômico funcionar, há ocasiões em que as piadas são sem graça e parecem forçadas, mas isso não prejudica a experiência do longa.
O roteiro é dividido em três atos claros, tornando fácil identificar os pontos de virada e quando um ato termina e outro começa.
Os eventos da trama se desenrolam na Austrália, onde está sendo gravado o longa-metragem de Jody. Os sets são bem elaborados e transmitem claramente a atmosfera do filme dela. Além disso, os outros locais em Sydney são bem realizados e se encaixam adequadamente com o que a narrativa demanda.
Os figurinos são bons. Colt Seavers, quando não está no set, veste uma camisa branca, calça jeans e um casaco de seu primeiro trabalho. As roupas transmitem a ideia de que o Dublê é uma pessoa tranquila e relaxada. O figurino de Jody consiste em roupas simples, indicando que o local das gravações é quente.
A iluminação do longa é bem-feita. Nas cenas que ocorrem no set de filmagens de Jody, a luz dura é utilizada, destacando o ambiente quente e a estética de seu filme. Na verdade, a maioria dos momentos utiliza luz dura de forma eficaz, e quando se opta por luz suave, também é bem utilizada.
Os enquadramentos são bem-feitos e utilizados de forma eficiente. Em momentos com muito movimento, são utilizados planos gerais para mostrar claramente o que acontece, especialmente nas cenas em que o Dublê está realizando ações perigosas ou de ação. Além disso, são frequentemente empregados primeiríssimos primeiros planos, especialmente durante as interações entre os personagens Colt e Jody, em momentos de grande carga emocional. Esses planos são utilizados para destacar os sentimentos dos personagens e suas expressões faciais.
A montagem proporciona dinamismo e um ritmo adequado ao filme, além de garantir uma continuidade visual. A edição foca em vários momentos nos personagens de Jody e Colt, e o faz de maneira eficaz, mostrando a importância de ambos para a narrativa. Quando não estão no mesmo local, utiliza-se o corte de Cross cut/edição paralela de forma muito bem aplicada, alternando entre Colt e Jody. Há um momento em que um está falando com o outro por telefone, a edição divide a tela em duas partes, uma mostrando as ações de Colt e a outra as de Jody.
Como trilha sonora Utilizam-se várias músicas antigas, elas são colocadas nos momentos certos, e evoca uma sensação de nostalgia. Uma música que é recorrentemente utilizada é “I Was Made For Loving You” do Kiss, a qual é muito bem aproveitada. Para o longa, foi feita uma regravação dessa música por YUNGBLUD que lhe confere um tom um pouco mais suave e melódico.
As atuações dos atores são muito boas, principalmente as de Ryan Gosling e Emily Blunt. Gosling entrega uma performance incrível, trazendo um personagem leve e divertido que tem suas próprias questões e ele consegue demonstrá-las bem. Novamente, Ryan Gosling mostra ser um ator versátil, capaz de interpretar uma variedade de papéis. Emily Blunt também tem uma ótima atuação, retratando muito bem sua personagem e sua importância para Colt. O destaque aqui não é apenas a atuação dos atores individualmente, mas sim a interação entre eles, que apresentam muita química e é uma das melhores características do filme. Sem essa relação, o longa não teria o mesmo brilho que tem.
O diretor do filme é David Leitch, que antes de se tornar diretor, trabalhou como dublê e coordenador de dublês, o que o tornou uma escolha ideal para dirigir este Longa dado seu conhecimento prévio e experiência na área. Leitch é conhecido por dirigir filmes de ação, e mais uma vez nos presenteia com uma obra do gênero. A direção dele é boa. Leitch mantém seu estilo, evidenciando sua identidade estética e visual, que se encaixa muito bem neste longa, resultando em uma obra muito boa e divertida.
Bem, ‘O Dublê’ é um filme muito divertido que consegue prestar uma homenagem à profissão de dublês, mostrando um pouco de como ela funciona e destacando que, apesar de ser perigosa, não recebe o devido reconhecimento que merece.
Não rolou pra mim, achei a história chata e nada cativante. Apenas o ato final melhora um pouco, mas ainda sim não salva. A comédia falha miseravelmente, as cenas de ação algumas são até legais, apesar de genéricas. Enfim, não gostei muito.
Uma justa homenagem de Hollywood aos dublês, finalmente. Como filme, é algo que diverte, algo leve. Da mesma forma que os bons e premiados atores engrandecem o filme, a gente espera algo mais quando vê atores desse calibre. Na média, 3 estrelas.
Cheio de ação, emoção e mostrando o quão dificil é a profissão de dublê (e que ela deveria ser mais valorizada) e tbm são muito boas as cenas pos creditos. Enfim é um filme bem divertido, principalmete o final
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