Transformers: O Último Cavaleiro: Recentes críticas
Transformers: O Último Cavaleiro
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Guanabara
1 crítica
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3,0
Enviada em 18 de julho de 2023
O filme não é ruim e nem é um filmaço, ele é divertido e te entretém... Destaques positivos: história e direção autêntica do Michael Bay(decepcionou nas cenas de ação mas num todo a direção é boa).
Destaques negativos: diálogos e as cenas de ação(elas não são ruins mas estão abaixo do que poderiam ser, principalmente na luta entre Optimus e Bumblebee)
O roteiro tem buracos como o de Sam Witwicky, com piadas no início do filme forçadas, mesmo com participação do brilhante Anthony Hopkins não gerou. Praticamente dá para adivinha o que vai acontecer, mas compensou com excelentes cenas de ação, efeitos especiais e muita pancadaria. Realmente acho que não tem como superar o 2 filme.
ótimas cenas de ação que sem duvidas iria ter, mais uma coisa q eu nao gosto nos filmes dos Transformers e que o filme e do Transformers e eles dao muita atenção para o personagem humanos, acho isso ridículo, quero saber mais sobre os personagens Transformers, nao quero saber da vida dos humanos, eu acredito ser o maior erro de todos os filmes.
é um ótimo filme para a família e para garotada melhor dizendo... inegável os efeitos especiais, cenas impressionantes é bem feitas... mas o filme não passa de tiro, porrada e bomba... nada que eu já não soubesse! história desconexa e fraca... é como se não tivesse existido Transformes e Transformer a vingança dos derrotados! que no meu ponto de vista foram os melhores disparado! depois disso veio uma franquia que só quer arrecadação! dou 10 pelo visual lindo e pelos efeitos sensacionais ... mas pela história, narrativa e atuação dos atores e do Optimus prime ( se é que é possível um robô gigante ser ruim de atuação) um belo zero .... só não dou menos porquê não dá pra subtrair 10 de 0
Sem espaços galera: h t t p s : / / rezenhando . wordpress . com /2017/07/28/rezenha-critica-transformers-5-o-ultimo-cavaleiro
E lá vamos nós, PUTA QUE O PARIU… para o quinto Transformers, franquia que me acompanha desde a adolescência. Me arrependo de não ter visto o primeiro nos cinemas. Independente da qualidade de todos os filmes até aqui, uma coisa é certa, Transformers merece ser visto no cinema e desde então é o que faço, foda-se a crítica (inclusive a minha ksksksks), nestas horas cagamos e andamos para a lógica e bom senso e vamos nos divertir. Confiram a “rezenha” crítica de Transformers 5: O Último Cavaleiro.
Tratando-se de Transformers e Michael Bay podemos fugir da lógica desde a premissa do filme, onde os Transformers estão por todas épicas batalhas mundiais (1ª e 2ª Guerras, Constantinopla, Batalhas do Rei Arthur) até a nossa atualidade, tudo descrito no filme por meio de quadros e fotos históricas.
Novamente Optimus Prime faz uma “cagada” por honrar os terráqueos e acaba descobrindo que seu planeta natal, Cybertron, agora é um planeta morto, e que ele foi o responsável por matá-lo (ajudando os humanos). Ele encontra uma maneira de trazer o planeta de volta à vida, mas para isso precisa voltar à Terra e encontrar um artefato lendário que transcende as gerações e a própria História da humanidade.
O filme possui 2 horas e meia que poderiam ter sido resumidas em meia hora a menos, porquê é tamanha ação, explosão e correria no filme que em certos momentos você começa a viajar naquilo tudo sem saber o que tá rolando. Não que seja ruim, todas as cenas são muito bem feitas, mas por ser em excesso faz mal. Muitos locais por onde passaram poderia ter sido resumidos a menos, dá a impressão que durante o filme se passam meses sendo que tudo aquilo ali se resolveu no MESMO DIA! kkkkkk
Desta vez o elenco era de peso, tínhamos sir Anthony Hopkins sendo um legítimo “sir”, honrando a classe representando um dos historiadores e representantes dos cavaleiros templários e tendo a missão de levar adiante o legado.
Utilizaram-se do macete “Guia do Mochileiro” em adicionar um robô todo mal humorado e sistemático na história e que parecia uma série do C-3PO, tanto que durante a obra há uma “piadinha interna” sobre. E não ficou ruim, foram os momentos mais engraçados do filme, arrancou várias risadas minhas e de quem estava na sessão (a cena dele fazendo a trilha sonora do momento fez eu mijar!). Tinha um outro robô com sotaque francês e não perderam o tempo de zoar os franceses, fora os demais.
Outra impressão que deu é que Michael Bay tacou o foda-se, pegou todos elementos bons de seus clássicos, misturou num liquidificador e bateu, a gente nota um Armageddon danadão ali e outros lances malandramente inseridos achando que isso iria sustentar o filme por todo o tempo mesclado a histórias épicas dos templários, extraterrestres e robôs. Apesar de soar absurdo é tudo minuciosamente explicado e você acaba ficando até incrédulo.
Todos os robôs que lá estavam eram muito bem desenvolvidos e criativos, muito da hora, de verdade. Uma pena que se você analisar bem deram mais destaque aos humanos do que para os Transformers em questão.
O novo Transformers cumpre o básico do cinema, entretenimento. Você entra no cinema curte o filme de boa e vai embora sem dor na consciência. Se eu vou voltar a a assistir novamente? Bem difícil, porquê Transformers é uma das poucas franquias que compensa assistir apenas nos cinemas.
O quinto filme da franquia dos robôs dos anos 80, Transformers: O Último Cavaleiro chega ao cinema no próximo dia 20 de julho com a mesma estrutura dos demais longas e mesmo com uma história fraca, cheia de furos no roteiro, consegue sim agradar aos fãs , e nós do Site NãoSeiNada, trazendo a marca de Michael Bay que tanto gostamos com muitas explosões e lutas entre robôs gigantes.
Não espere uma grande história com diálogos que impressionam em Transformers, já que esse não é o estilo de Michael Bay, o longa apresenta muita ação e a suspensão de descrença precisa estar sempre “ligada”, principalmente nas soluções apresentadas pelos personagens para resolução de qualquer problema que lhes é apresentado.
O elenco não é dos melhores, mas desta vez o destaque fica com a pequena Isabela Moner (Izabella) e claro com Anthony Hopkins (Sir Edmund Burton) que ainda consegue dar um pouco de seriedade para as atuações no filme. O que mais incomoda no roteiro é o fato dos robôs serem monossilábicos, e não interagirem de maneira orgânica com os personagens humanos, apenas o transformer mordomo de Edmund faz um contato mais direto com os humanos.
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