Vingadores: Era de Ultron
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4,5
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Leonardo G.
Leonardo G.

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3,5
Enviada em 7 de junho de 2015
o filme é bom, mas faltou a pegada igual ao do primeiro...
Laila C.
Laila C.

17 seguidores 45 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 4 de junho de 2015
O filme em si e muito bom,as cenas de açao sao boas o fime cumpre 70% do que propoe o 3D do filme e bom,nao causa impacto mas, e bem feito mas o seus maiores problemas sao: o vilao Ultron, viloes sao importantes em filmes de super herois se vc tem um bom vilao ja tem 40% de chance de ter um filme bom, seu visual e incrivel, o CGI e fantastico mas suas motivaçoes sao razoaveis, e carente de carisma, eo principal: nao coloca medo, em momento algum eu fiquei "nossa que medo desse cara" eo segundo problema,seu maior problema, e a ESPECTATIVA MONSTRUOSA QUE FOI CRIADA em cima do mesmo, os trailers lindos- nao tao lindos quantos os de mad max:fury road- mas vende o filme como " o melhor filme de super heroi de todos os tempos", nao e o melhor filme de super heroi da decada, nem eo melhor filme da marvel- esse titulo pertence a capitao america 2- nem o " filme do ano"- pois esse titulo pertence a mad max, por ser um filme significamente mais curto, tem 20 a 30 minutos a menos, os trailers nao vendem o filme como " o melhor da decada"mas E UM BOM ENTRETENIMENTO
Nota 7/10.
Ricardo M.
Ricardo M.

13.444 seguidores 697 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 29 de maio de 2015
Vingadores... de novo!

A Marvel Studios já se encontra consolidada no ramo cinematográfico, isso ninguém duvida ou questiona, pois suas obras tendem a serem grandes produções cuja arrecadação ultrapassa as centenas de milhões, isso por filme. As preocupações cada vez maiores em se fazer filmes sem muita ousadia e com uma receita certa entre bom humor e ação tem rendido bons resultados do ponto de vista do entretenimento, uma de suas ultimas empreitadas pairam sob essa ótica, estou falando de OS VINGADORES: ERA DE ULTRON.

Novamente sob o comando, no roteiro e direção, do cineasta Joss wheedom, Era de Ultron nos traz de volta o grupo formado pelos clássicos Homem de Ferro, Thor, Capitão América, Hulk, Gavião Arqueiro e Viúva Negra seguindo a ação formuláica do primeira filme, mantendo um humor divertido e dosado. Nesta continuação, o grupo se envolve em uma empreitada que flerta com algo em voga na ciência da atualidade: a inteligência artificial. Tony Stark resolve evoluir suas invenções criando um robô capaz de ajudar os Vingadores a combater o mal, porém, assim como diversos filmes que tratam a inteligência artificial de forma ambígua, o projeto traz muitas dúvidas, já que Ultron pode fugir do controle e criar mais problemas do que soluções, o que ocorre de fato.

Embora a situação começa a ficar crítica e descontrolada no final do primeiro ato, o grupo já se foca em buscar maneiras para "desativar" Ultron, uma alternativa cada vez mais complexa dadas suas potencialidades. O robô, que deve ter roubado as ideias dos personagens do desenho Pink & Cérebro, é uma máquina cuja inteligência soa mais pretensiosa do que deveria, mesmo sendo algo criado nos quadrinhos, Ultron é demasiado imponente e gera crias praticamente infinitas. Tudo bem que isso eleva a ação a outros patamares, mas tira um pouco da sensação de realismo que os filmes da Marvel tentam impor a cada nova produção.

Tudo bem que o elenco de peso, com performances carismáticas e divertidas aliviam e muito os problemas do filme, Robert Downey Jr está ainda mais louco e brincalhão - (certo que seu cinismo em Sherlock Holmes ainda é insuperável) - fazendo de seus comentários pérolas do sarcasmo em vários momentos, inclusive na luta contra Hulk. Por falar em luta contra Hulk, essa é de longe, a melhor sequência de ação do filme, por dois motivos: primeiro porque as variações e destruições enquanto se degladiam misturam muito bem o CG com objetos e cenários reais; e segundo por mostrar um Hulk fiel aos quadrinhos, que age de forma insana e descontrolada, certamente algo que deixou muitos fãs dos quadrinhos enlouquecidos. Mas essa não é a única das cenas de ação que divertem, a que abre o filme, embora agitada demais, é divertida e procura apresentar a participação de cada personagem na sequência, aproveitando as qualidades da cada um sem excessos. Talvez a única, cujo exagero e egocentrismo tomou conta de Wheedom, foi a final, que soa mais mais um jogo de videogame ou produção de anime pelo exagero.

Voltando a falar do pomposo elenco, A Era de Ultron traz figuras clássicas dos filmes da Marvel, Samuel L. Jackson como Nick Fury; Cobie Smulders como Agente Maria Hill; Don Cheadle como James Rhodes (Máquina de Combate); Anthony Mackie como Sam Wilson (Falcon) e ainda o ótimo Andy Serkis interpretando um traficante holandês. É muito personagem em um mesmo filme, isso sem contar Feiticeira Scarlate, Mercúrio e Visão, que tem grande importância na narrativa.

Apesar do grande investimento injetado pela Disney visando produzir um filme maior e melhor do que o primeiro, OS VINGADORES: ERA DE ULTRON não melhora nenhum dos elementos já criados no anterior, soando mais burocrático e repetindo o que já vimos em vários aspectos. Mesmo o carisma dos atores principais, bom uso da computação gráfica e cenas de ação intensas, o filme carece de personalidade, talvez sofrendo do mesmo problema de X-Men: O Confronto Final e suas dezenas de personagens antagonistas. É mais uma prova que quantidade não é qualidade. Não arrisco a apontá-lo como filme ruim, longe disso, mas depois de ter visto MAD MAX: ESTRADA DA FÚRIA, A Era de Ultron me parece mais uma produção de luxo para sessão de tarde.
Wanderson M.
Wanderson M.

1 seguidor 3 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 26 de maio de 2015
Achei muito show o filme. Como sempre os efeitos especiais perfeito tudo...
Washington N.
Washington N.

3 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 24 de maio de 2015
faltou alguma coisa nao ficou igual ao primeiro achei a historia muito vaga merecia um enredo melhor
washington r
Leonardo G.
Leonardo G.

2 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 24 de maio de 2015
Muito bom e com bons efeitos, mas ainda perdendo para os anteriores!
Jeferson H.
Jeferson H.

1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 23 de maio de 2015
Bons efeitos e cenas bem feitas, gostei do desempenho dos atores
Almir S.
Almir S.

306 seguidores 214 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 23 de maio de 2015
Bom, foi melhor que o primeiro filme, com certeza, a molecada vai adorar.
Alexis S.
Alexis S.

3 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 23 de maio de 2015
Filme regular o primeiro é bem melhor, não gostei muito pelo fatos dos trailers já indicaram muito do que ia acontecer no filme e ao ver o filme no cinema, não tiver nenhuma grande surpresa.
Marcio S.
Marcio S.

7 seguidores 17 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 22 de maio de 2015
As franquias de super-heróis estão tomando conta dos cinemas. Há algum tempo esse universo vem sendo utilizado por uma indústria que busca uma grande rentabilidade através de histórias que permeiam a imaginação de muitas pessoas. Algumas vezes de forma desleixada outras de forma inteligente, as histórias abusam de efeitos especiais e buscam dar vida a algo que antes só era possível nas páginas das HQs ou no imaginário coletivo. Em Vingadores 2 atingimos um meio termo. O filme acaba se posicionando em uma fronteira que não consegue ser uma obra consistente, mas não é algo que despreze o espectador.
As voltas para recuperar o cetro de Loki, que foi roubado pela Hydra, os Vingadores enfrentam um exército de soldados dessa organização afim de recuperá-lo. Nesse combate eles encontram duas pessoas que tem poderes e que estão ao lado da Hydra. Após o combate, Tony Stark (Robert Downey Jr) tem a ideia de construir máquinas dotada de inteligência artificial para combater possíveis vilões. Ele não contava que a energia criada poderia se voltar contra eles e acabar por tomar uma forma de um robô.
A história é desenvolvida a partir de um tema que já foi mais do que explorado em Hollywood. A substituição de robôs por seres humanos já vem sendo utilizada há algum tempo. Aqui em vez dos seres humanos comuns, são heróis que estão pensando nisso. Acabamos embarcando em uma história que é contextualizada (isso se deve ao inimigo número 1 americano: o terrorista), mas com variáveis conhecidas e já exploradas. O roteiro tem uma lógica que no primeiro momento é usada, mas que parece ser esquecida ao longo do filme. Ultron é como se fosse um software (ou pode-se dizer um vírus) que ao entrar em um computador consegue se integrar à internet e assim praticamente sumir. Ele adquire uma forma física e apesar de saber que possui essa prerrogativa parece esquecer durante o longa-metragem. Isso acaba fazendo com que o roteiro não se sustente tanto.
O roteiro escrito e dirigido por Joss Whedon pode não ser criativo e apresentar falhas na narrativa, mas ele é conduzido para evocar o filme blockbuster. Em os Vingadores 2 assistimos a uma mistura de vídeo game com uma aventura espetacular. Apesar de utilizar uma fórmula bem semelhante ao anterior, dessa vez a ameaça aos super-heróis parece que pode provocar danos maiores e custar vidas. Sendo um produto da Disney o roteiro faz referências. Pinóquio e a bela e a Fera são referenciados. Ainda se pode dizer que ele faz homenagem aos grandes clássicos pois há uma cena que é bem característica do filme Frankenstein. Como já citado é um filme da Disney e por ser um filme de heróis quer trazer o maior número de espectadores para o cinema, assim temos várias situações em que facilmente veríamos cenas de grande possas de sangue, mas que aqui é extremamente economizado.
Ainda vale acrescentar que a eterna continuação dos filmes da Marvel gera-se algo que irrita, pois essa interligação, mesmo querendo passar algo mais verossímil para toda as tramas desenvolvidas por heróis para que sejam bem definidas no espaço/tempo, levanta uma questão puramente comercial em que ao se chegar no final de toda a saga irão comercializar aquele box de blu-ray completo com todos os filmes em cronologia. Falando ainda sobre o lado comercial há uma referência clara aos famosos bonecos que as crianças sonham tanto ao passar nas lojas de brinquedos. Não passa despercebido quando um personagem diz que é eterno e nunca vai morrer, pois ele é de plástico.
O roteiro parece querer oscilar entre algo descontraído e algo mais sério. Então faz o uso de uma personagem para provocar algo que faça nossos heróis se lembrarem do passado e contar para o espectador memórias antigas de nossos heróis que parecem feridas ainda não cicatrizadas. Ele nos leva também a citar algo inerente ao herói, pois a verdade é que estes não conseguem viver sem uma guerra. O que é a pura verdade pois eles são peças fundamentais em um mundo que vive a possibilidade de guerra. Sem ela a existência deles não seriam necessárias e fica a interrogação se realmente eles querem deixar de ser tais heróis e viverem suas vidas normais ou se eles precisam de uma batalha.
Os Vingadores 2 é uma obra de arte que busca nos levar para o universo da fantasia e fazer com que aqueles que apreciavam ou apreciam gibis tenham na tela um desfile de heróis que nunca pensariam que seria possível reunir. Ele agrada, deixa a desejar em certos momentos e não tem grande pretensões. Mas consegue cumprir com o que propõe: entreter o espectador e não se esquecer de que o espectador possui algo que se chama cérebro. E se ele consegue conduzir bem o espectador, fazendo com que ele embarque naquele universo, é a prova de que funciona com uma obra que cumpre com seu dever.
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