O Jogo Da Imitação
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4,5
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236 Críticas do usuário

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Juarez Vilaca
Juarez Vilaca

2.918 seguidores 393 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 26 de janeiro de 2015
Um excelente filme, Benedict Cumberbatch, como Alan Turing, está perfeito. Bem feito e muito bem dirigido. Um drama, tirado da vida real de um grande matemático e cientista, que construiu uma máquina para desvendar os segredos da codificação das mensagens nazistas, na segunda guerra. Essa máquina foi o primeiro computador inventado, só que era totalmente mecânico. Também trás a tona o tratamento que davam aos gays, na Inglaterra dos anos 40 e 50, eram condenados por atos imorais, eram presos ou se submetiam a tratamentos hormonais. A mesma prática hoje defendida pelas igrejas protestantes. Um absurdo. Vale a pena assistir.
valmyr b
valmyr b

59 seguidores 277 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 2 de dezembro de 2023
Que grande filme! Que atuação soberba de Cumberbetch! Nem é preciso falar muito; nada de citar o preconceito, a inveja, hipocrisia e vaidade humanas, abordados no roteiro, e latentes na sociedade ainda hoje. Leva quatro estrêlas e meia!
Junior d.
Junior d.

24 seguidores 19 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 3 de maio de 2015
Filme inteligente, alem da excelente historia da segunda guerra, faz uma abordagem a forma de relacionamento entre as pessoas em varias instancias. show
Kamila A.
Kamila A.

7.941 seguidores 816 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 16 de fevereiro de 2015
Durante a II Guerra Mundial, a Alemanha utilizava uma máquina chamada “enigma” para criptografar as suas operações de guerra. Decifrar o enigma parecia uma tarefa quase impossível e era um ponto importante para a vitória dos países aliados no conflito. O filme “O Jogo da Imitação”, dirigido por Morten Tyldum, fala sobre a tensa corrida contra o tempo que se instalou numa pequena casa de campo em Bletchley Park, interior da Inglaterra; quando a Marinha britânica e o serviço secreto inglês contrataram uma equipe formada pelas mentes mais brilhantes do país visando decifrar os códigos de guerra utilizados pela Alemanha.

Liderando esta equipe estava o matemático Alan Turing (Benedict Cumberbatch). O seu pioneirismo e a sua visão estratégica – bem como a sua teimosia ao quebrar a cadeia de comando a qual estava submetido visando obter a aprovação para os seus projetos – foram os elementos fundamentais para que a Inglaterra pudesse desvendar os códigos por trás da máquina “enigma”, encurtando a II Guerra Mundial em mais de dois anos, levando ao triunfo dos países aliados.

Turing foi o criador por trás daquele que seria considerado um dos primeiros computadores do mundo e foi a sua máquina, que ele denominou de “Christopher” (em homenagem a um amigo dos tempos de colégio), que fez o que parecia ser impossível. “O Jogo da Imitação” é todo estruturado em cima de Turing e das características que fizeram dele a pessoa certa, no lugar certo, para a função certa. Metódico, inteligente e perspicaz, ao ponto de ter sua proatividade confundida com arrogância, Alan Turing é retratado, no decorrer do filme, como uma típica mente brilhante cheia de questões internas a resolver – especialmente no que diz respeito à forma como ele se relacionava com as pessoas.

Nesse sentido, “O Jogo da Imitação” vai além do retrato de um feito que, com certeza, mudou os rumos da história da humanidade. Ao chamar a atenção para a maneira como os homossexuais eram tratados na Inglaterra da década de 40 e 50 (Turing foi processado criminalmente em 1952 e foi tratado com hormônios femininos e castração química – que o levaram a se suicidar, em 1954), o filme lança uma importante reflexão em cima da maneira como eles foram tratados, especialmente após a II Guerra Mundial.

Em muitas maneiras, “O Jogo da Imitação” pode ser classificado como um filme acadêmico. Em primeiro lugar, por ter uma história baseada em fatos reais, num trabalho excelente do roteirista Graham Moore. Em segundo lugar, a direção de Morten Tyldum segue bem a cartilha dos filmes ingleses recentes que obtiveram um grande sucesso no Oscar, como “O Discurso do Rei” e “A Rainha”. Em terceiro lugar, o elenco, com destaque para Benedict Cumberbatch e Keira Knightley, cumpre bem o seu papel. Em quarto lugar, a parte técnica do filme consegue recriar com sucesso a atmosfera da Inglaterra durante (e pós) II Guerra Mundial. Não à toa, “O Jogo da Imitação” conquistou 8 indicações ao Oscar 2015.
Alexandre S.
Alexandre S.

153 seguidores 116 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 17 de fevereiro de 2015
Um roteiro bem delineado, com uso de "flashbacks" bem feitos e nos momentos certos, Interpretações boas e convincentes, por mais que o "Turing" de Cubembartch lembra demais seu "Sherlock" na tv, dão o tom pro filme. Excelente ambientação de época pra segunda guerra, situações que muitos não tinham conhecimento em relação a guerra e a criação da máquina quebra códigos nazistas acaba saindo de mãos abanando no Oscar, infelizmente. Vale uma conferida.
Carlos Eduardo P.
Carlos Eduardo P.

36 seguidores 15 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 16 de fevereiro de 2015
Não conhecia a história. Adorei o filme. Vale assistir. Apresenta parte da história que eu não conhecia.
Rogério V
Rogério V

13 seguidores 20 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 25 de maio de 2015
Ótimo filme,com bons flasback na medida certa, que não deixa perdido na história, recomendo.
Geovanne R
Geovanne R

81 seguidores 113 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 22 de maio de 2015
Jogo da imitação e sem dúvida um filme muito complexo e difícil de entender exige total atenção do expectador. Mais também é fascinante, um filme difícil mais que dá gosto de querer entender.
Perfeita a atuação de Benedict Cumberbatch.
Jogo da imitação e um ótimo filme Que pra total entendimento seja necessário ver no mínimo duas vezes
anônimo
Um visitante
4,0
Enviada em 28 de janeiro de 2018
filme sensacional, ainda mais por saber que a história se baseia em fatos reais. recomendo para os amantes de histórias de guerra.
Valdemir P.
Valdemir P.

34 seguidores 9 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 26 de dezembro de 2015
O jogo da imitação é um belo tributo a Alan Turing (1912-1954), o inglês a quem devemos os feitos primordiais da computação moderna, em que as máquinas “pensam” por nós, tornando difícil imaginar como foi a vida sem elas. Tributo facilitado pela biografia do homenageado, marcada por ousadia e persistência incomuns, pela arrogância talvez involuntária, por boa dose de genialidade, pela homossexualidade reprimida – num tempo (anos 1940-50) e lugar (Inglaterra) de intolerância com o diferente – e finalizada pelo suicídio aos 41 anos.

Com roteiro atraente (Graham Moore), direção primorosa (Morten Tyldum) e desempenho notável de Benedict Cumberbatch como personagem principal, o filme explora o ambiente competitivo entre cientistas nos esforços pela vitória na Segunda Guerra Mundial, em cujo contexto foi inventada a “máquina de Turing”, utilizada para decifrar as mensagens em código com que os comandantes alemães transmitiam suas ordens às forças de combate. A conhecida relação entre avanço tecnológico e esforço de guerra é apresentada com lances dramáticos, que incluem Turing se mantendo no comando do laboratório por ordem direta de Churchill e à revelia dos comandantes imediatos do petulante cientista: ciência versus poder fora e dentro do laboratório. A genialidade de Turing é contraposta às suas dificuldades de relacionamento, por não dominar o mínimo da sensibilidade e do traquejo para a vida social e afetiva – o gênio focado, cuja vida se limita àquilo que o faz genial, provocando nos outros admiração (e inveja) e comiseração (e riso).

Como se trata de uma cinebiografia, impossível um final feliz: perseguido pela sua homossexualidade, Turing se submete a tratamento que culmina em suicídio, deixando sem resposta a pergunta sobre o que mais ele poderia ter feito pela ciência da computação. Impossível também – e aí está um grande mérito do filme – não sair da sala de projeção sem questionar a intolerância contra a orientação sexual não convencional. Impossível, por fim, não ter a mente e o coração agitados pela trama que, insistentemente, faz suspeitar que a genialidade tem a ver com algum tipo de fuga a tormentos pessoais e frustrações acumuladas ou mesmo defeitos mentais.

Claro, uma nota não poderia deixar de ser registrada acerca do amor desajeitado e sublime que a trama atribui ao casal Turing-Joan Clarke (Keyra Knightley): “às vezes a solução vem de onde menos se espera” (Turing a Joan, e depois Joan a Turing, em passagens belíssimas do filme). Mas de Christopher (o amigo, primeiro; a máquina que o homenageia, depois) Turing esperava mais.
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