O Jogo Da Imitação
Média
4,5
4585 notas

236 Críticas do usuário

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Alexandre S.
Alexandre S.

153 seguidores 116 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 17 de fevereiro de 2015
Um roteiro bem delineado, com uso de "flashbacks" bem feitos e nos momentos certos, Interpretações boas e convincentes, por mais que o "Turing" de Cubembartch lembra demais seu "Sherlock" na tv, dão o tom pro filme. Excelente ambientação de época pra segunda guerra, situações que muitos não tinham conhecimento em relação a guerra e a criação da máquina quebra códigos nazistas acaba saindo de mãos abanando no Oscar, infelizmente. Vale uma conferida.
Guillermo M.
Guillermo M.

54 seguidores 103 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 23 de fevereiro de 2015
Roteiro bem humorado e com doses de suspense. Contudo, é um filme previsível. Não surpreende.
Carlos Eduardo P.
Carlos Eduardo P.

36 seguidores 15 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 16 de fevereiro de 2015
Não conhecia a história. Adorei o filme. Vale assistir. Apresenta parte da história que eu não conhecia.
Rogério V
Rogério V

13 seguidores 20 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 25 de maio de 2015
Ótimo filme,com bons flasback na medida certa, que não deixa perdido na história, recomendo.
apenasumr
apenasumr

3.905 seguidores 449 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 22 de fevereiro de 2015
Grande filme!É meio triste quando termina,Mas vale a pena ver do inicio ao fim
Geovanne R
Geovanne R

81 seguidores 113 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 22 de maio de 2015
Jogo da imitação e sem dúvida um filme muito complexo e difícil de entender exige total atenção do expectador. Mais também é fascinante, um filme difícil mais que dá gosto de querer entender.
Perfeita a atuação de Benedict Cumberbatch.
Jogo da imitação e um ótimo filme Que pra total entendimento seja necessário ver no mínimo duas vezes
anônimo
Um visitante
4,0
Enviada em 28 de janeiro de 2018
filme sensacional, ainda mais por saber que a história se baseia em fatos reais. recomendo para os amantes de histórias de guerra.
Valdemir P.
Valdemir P.

34 seguidores 9 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 26 de dezembro de 2015
O jogo da imitação é um belo tributo a Alan Turing (1912-1954), o inglês a quem devemos os feitos primordiais da computação moderna, em que as máquinas “pensam” por nós, tornando difícil imaginar como foi a vida sem elas. Tributo facilitado pela biografia do homenageado, marcada por ousadia e persistência incomuns, pela arrogância talvez involuntária, por boa dose de genialidade, pela homossexualidade reprimida – num tempo (anos 1940-50) e lugar (Inglaterra) de intolerância com o diferente – e finalizada pelo suicídio aos 41 anos.

Com roteiro atraente (Graham Moore), direção primorosa (Morten Tyldum) e desempenho notável de Benedict Cumberbatch como personagem principal, o filme explora o ambiente competitivo entre cientistas nos esforços pela vitória na Segunda Guerra Mundial, em cujo contexto foi inventada a “máquina de Turing”, utilizada para decifrar as mensagens em código com que os comandantes alemães transmitiam suas ordens às forças de combate. A conhecida relação entre avanço tecnológico e esforço de guerra é apresentada com lances dramáticos, que incluem Turing se mantendo no comando do laboratório por ordem direta de Churchill e à revelia dos comandantes imediatos do petulante cientista: ciência versus poder fora e dentro do laboratório. A genialidade de Turing é contraposta às suas dificuldades de relacionamento, por não dominar o mínimo da sensibilidade e do traquejo para a vida social e afetiva – o gênio focado, cuja vida se limita àquilo que o faz genial, provocando nos outros admiração (e inveja) e comiseração (e riso).

Como se trata de uma cinebiografia, impossível um final feliz: perseguido pela sua homossexualidade, Turing se submete a tratamento que culmina em suicídio, deixando sem resposta a pergunta sobre o que mais ele poderia ter feito pela ciência da computação. Impossível também – e aí está um grande mérito do filme – não sair da sala de projeção sem questionar a intolerância contra a orientação sexual não convencional. Impossível, por fim, não ter a mente e o coração agitados pela trama que, insistentemente, faz suspeitar que a genialidade tem a ver com algum tipo de fuga a tormentos pessoais e frustrações acumuladas ou mesmo defeitos mentais.

Claro, uma nota não poderia deixar de ser registrada acerca do amor desajeitado e sublime que a trama atribui ao casal Turing-Joan Clarke (Keyra Knightley): “às vezes a solução vem de onde menos se espera” (Turing a Joan, e depois Joan a Turing, em passagens belíssimas do filme). Mas de Christopher (o amigo, primeiro; a máquina que o homenageia, depois) Turing esperava mais.
Maria Arquiteta
Maria Arquiteta

12 seguidores 14 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 17 de março de 2015
Muito bom e inteligente.. Impressionate o que se passava e ainda se passa por conta da sexualidade.. Um filme muito bacana.
Daniel Novaes
Daniel Novaes

7.774 seguidores 873 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 7 de março de 2015
Inteligente e cruel. Os cinco minutos finais mostram o quão importante são pequenos gestos e o quão cruel sempre foi o ser humano. Imperdível.
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