O filme tem uma história boa, o filme em si poderia ser melhor. Embora a atuação dos atores tenha sido brilhante, a direção de arte muito boa, para mim faltou força nas filmagens das lutas. Outra coisa esse filme poderia ter pelo menos 20 minutos a menos que não fariam falta.
É um excelente filme, mas tem um defeito, o filme é um pouco parado, chega a ser cansativo. Mas é um excelente filme, uma pena que ganhou nenhum Oscar.
Um patriotismo perdido onde não há tempos áureos para antigos valores e heróis americanos enquanto Steve Carrell pensa que sua maquiagem pode atuar mais do que ele mesmo.
Este é um filme parado, sem muita ação e sem muitos diálogos elaborados. Mas o ponto é que o filme só funciona desta forma. O clima tenso e silencioso procura refletir a personalidade das personagens e como elas se relacionam, e não transmitiria isso se fosse sobrecarregado de diálogos. Gostei do rumo que a história toma, onde conflitos silenciosos se formam e o espectador fica intrigado imaginando como tudo irá terminar, e o término chega a surpreender por vir tão subitamente. Admito que o filme pode entediar pelo clima parado, mas não chega a ser maçante. Também trata do ego e patriotismo americano que às vezes chegam a ser pretensiosos e exagerados, e da busca incessante pela vitória. Boa direção, boas atuações e uma história intrigante. Recomendo.
Campeão olímpico de luta greco-romana, Mark Schultz (Channing Tatum) sempre treinou com seu irmão mais velho, David (Mark Ruffalo), que é também uma lenda no esporte. Até que, um dia, recebe um convite para visitar o milionário John du Pont (Steve Carell) em sua mansão. Apaixonado pelo esporte, du Pont oferece a Mark que entre em sua própria equipe, a Foxcatcher, onde teria todas as condições necessárias para se aprimorar. Atraído pelo salário e as condições de vida oferecidas, Mark aceita a proposta e, assim, se muda para uma casa na propriedade do milionário. Aos poucos eles se tornam amigos, mas a difícil personalidade de du Pont faz com que Mark acabe seguindo uma trilha perigosa para um atleta. Foxcatcher e um bom Filme , Tem Excelentes Atuaçoes de Channing Tatum , Mark Ruffalo e Steve Carrel , Bom Nota 8.0
um filme que no trailer parecia melhor mais quanto se assitir não tem essa sessação o filme e grande em que não prede muito o telespectador mais atuações do filme salva o filme como atuação de steven carell com certeza a melhor de sua carreia e uma atuação boa de mark ruffalo e channig tatum um da melhor de sua carreia maquiagem bastande pesa e stven carrel mais um final incrivel
Esse é um filme de atuações, se for só pelas atuações a nota certamente seria cinco, Mais como não é! A obra num todo e longa cansativa quase dormir e vários momentos, São poucos os momentos em que o expectador fica vidrado concentrado na trama, ao menos essa foi a sensação que tive! Agora com relação as atuações, são todas impecáveis gostei da trilha sonora tem tudo a ver com cada momento! Só ficou mesmo meio chato comprido sem tanta objetividade
Na distribuição brasileira, Foxcatcher recebeu o título alternativo de Foxcatcher - Uma História que Chocou o Mundo, para dar aquele "toque" chamativo nos espectadores, afinal, Pegador de Raposas não seria lá um título tão sugestivo. E no final, até que o título escolhido não está tão errado. Realmente, Foxcatcher é uma história forte cheia de pontos altos e reviravoltas. Tem mil e uma razões para chocar o público e ilustrar um pânico desolador das mais diversas maneiras.
Eu gostaria de começar a falar de Foxcatcher a partir de Steve Carell. E confesso que gostei muito da performance do comediante americano que até agora só tinha me impressionado em The Office e Uma Noite Fora de Série. É o primeiro filme onde o vejo numa atuação consistente, matura e decidida. O que mais impressiona aqui a quem o assiste é a sua dedicação em se transformar tão impecavelmente no seu personagem, John Du Pont, um frio e metódico treinador de luta greco-romana, algo estupendo par a o que já vimos de Carell em outros filmes que incluem besteróis clichês e comédias medianas.
Mark Ruffalo e Channing Tatum também não estão ruins, se formos avaliar de perto. O grande problema de Foxcatcher é, surpreendentemente, sua ambiguidade. A ambiguidade é algo que não cai bem, ou seja, falar dela especificamente depende de tanta autoridade e técnica, meio que limita as opções de filmá-la. Há uma certa hora em que o espectador se perde na instabilidade do gênero abordado, mesmo doce que seja. Bennett Miller, ao contrário de seus dois filmes anteriores, soube, no entanto, equilibrar drama e biografia. Exceto algumas falhas, que talvez nem seja lá problemas, Foxcatcher é de uma percepção aguçada e visivelmente potente. Ainda dá pra engolir a direção de Bennett Miller, avulsa por patriotismo e inconsequente fidelidade, mas que consegue conduzir perfeitamente as cenas de conflito e intensidade do filme, além de dirigir bravamente todo o elenco.
Quem assiste á Foxcatcher não irá acreditar que o filme tem base numa história incondicionalmente real, e até mesmo universal. É possível, mas é tão impactante que o clima gerado por toda a subsequencia dos acontecimentos acaba inquietando o pensamento. Não é lá usual ver o que é narrado aqui. Nem um pouco. Mesmo que isso não tenha me convencido tanto, gostei da ideia, e comprei-a. Filme vai, filme vem, Foxcatcher pode atrair quem procura por algo um pouco mais rígido e "pesado".
Foxcatcher, drama baseado em fatos reais, tem como principal atrativo as excelentes atuações do trio de atores: Mark Ruffalo, Steve Carrell e um surpreendente Channin Tatum. O diretor Benett Miller não se deixa levar pelo sensacionalismo cinematográfico hollywoodiano e faz do seu Foxcatcher - Uma Historia que Chocou o Mundo, um drama frio, feito com objetividade e coesão. Steve Carrell praticamente irreconhecível no papel de Jonh du Pont faz jus a sua indicação ao Oscar. Sem ser caricato, Carrel mostra com competência os traços da personalidade dificil de du Pont. Rufallo por sua vez - também indicado a melhor ator coadjuvante - tem talvez ali o melhor papel de sua carreira e Tatum surpreende com uma atuação que não deixou se intimidar com a presença dos mais experientes Ruffalo e Steve Carrel. Fazendo pouco uso da trilha sonora e de tomadas "grandiosas", Miller faz das atuações individuais o ingrediente principal do seu filme.
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