Foxcatcher - Uma História que Chocou o Mundo: Recentes críticas
Foxcatcher - Uma História que Chocou o Mundo
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Diogo Codiceira
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3,5
Enviada em 27 de junho de 2026
Foxcatcher- uma história que chocou o mundo é filme de drama esportivo que contou com a direção de Bennett Miller e roteiro de E. Max Frye e Dan Futterman. O filme recebeu 5 indicações ao Oscar de 2015: melhor direção, melhor ator (Steven Carell), melhor ator coadjuvante ( Channing Tatum), melhor roteiro original e melhor maquiagem e penteado. Na trama, acompanhamos o milionário John du Pont (Steven Carell), que convida o lutador e campeão olímpico de luta livre de 1984, Mark Schultz (Channing Tatum) para se mudar para a sua mansão e fazer parte da sua equipe de lutadores para a próxima Olimpíada de 1988. Ao aceitar, Mark ve a possibilidade de sair da sombra do seu irmão mais velho Dave Schultz ( Mark Ruffalo). Porém, a Mark e John começam a ter uma forte amizade que logo é abalada, levando consequência ao seu desempenho. Aqui percebemos que Miller em sua direção prefere focar na boa fotografia e nas atuações, do que propriamente nos diálogos para se basear numa história real. O filme é longo, tem pouco mais de 2 horas e se concentra em praticamente em apenas 3 personagem ( os mencionados acima). Algo arriscado, mas que acaba funcionando graças a boa atuação de todos. O filme se baseia na relação dos 3 em momentos distintos. Basicamente temos o momento inicial de glória dos 2 irmãos, que foram medalhistas na Olimpíada de 1984, logo depois a separação, pois Mark preferiu ir treinar com John e por fim a ida de Dave para tbm ajudar nos treinamentos junto com seu irmão. É fato que o filme tem momentos de desgaste pela falta de um diálogo mais rico e das repetitivas situações tensa entre os personagens, especialmente entre John e Mark. O filme de fato parece se arrastar em cenas desnecessárias, que poderiam render histórias mais ricas. O ponto alto do filme foi desmistificar a ideia que um milionário pode comprar tudo. Aqui temos o ambicioso John, que compra Mark, depois convence Dave a ir treinar ( mesmo com sua relutância inicial por conta de sua família) e ainda se lança como um lutador amador sendo campeão com uma luta super armada. O desenvolvimento do seu personagem foi interessante, pois vemos uma pessoa vazia desde cedo ( sem amigos), mas extremamente narcisista. Percebemos que o dinheiro nao compra tudo quando Mark é afetado pelo seu jeito de ser e quando Dave vai impondo certo limites para ele. Vamos vendo a degradação de John aos poucos. Achei falha mostra apenas a degradação de Mark nos desempenhos nas lutas e se resumir ao seu sofrimento psicológico a situação de confronto com John, poderiam mostrar algo mais exclusivo dele. Acredito que além da tragédia no final do filme, o longa coloca essa lição em evidência.
O filme tem uma história boa, o filme em si poderia ser melhor. Embora a atuação dos atores tenha sido brilhante, a direção de arte muito boa, para mim faltou força nas filmagens das lutas. Outra coisa esse filme poderia ter pelo menos 20 minutos a menos que não fariam falta.
Com um elenco muito afinado, todos os 3 protagonistas estão muito bem! uma direção primorosa, clássica! ., conta a famosa história verídica do time Foxcather , de uma forma muito bem feita, excelente trilha sonora , fotografia linda! O final não é chocante como o título , vendo o desenvolvimento do filme , não surpreende. Um filme tecnicamente perfeito! mostra bem a doentia relação entre um milionário solitário, com problemas psicológicos e atletas olímpicos., o filme tem uma aura que incomoda , hipnotiza., e ao mesmo tempo encanta.., tudo num ambiente meio paranoico, sinistro ! de orgulho e ambição.
É um excelente filme, mas tem um defeito, o filme é um pouco parado, chega a ser cansativo. Mas é um excelente filme, uma pena que ganhou nenhum Oscar.
Foxcatcher é um daqueles raros filmes baseados em fatos reais que não precisam de muito esforço para atrair o interesse do público(neste caso específico do público americano), tamanha a força natural de sua temática e personagens retratados, já vastamente conhecidos. Dirigido por Bennet Miller, responsável pelo excelente Capote(2005), o longa conta a trágica história da equipe de luta greco-romana Foxcatcher, que chegou ao ápice no final dos anos 80 disputando ouro Olímpico financeiramente apadrinhados pelo recluso e excêntrico milionário John DuPont(Steve Carrell, surpreendente), sendo sua imensa propriedade na Pensilvânia estabelecimento para a equipe. Com o tempo, ele vai criando uma complicada relação de amizade e ciúmes com os irmãos Schultz, sendo o mais velho Dave o principal treinador do time e Mark o principal atleta, este último apadrinhado por DuPont, tendo chegado longe na carreira graças ao apoio do milionário. Durante os anos em que a Foxcatcher se estabeleceu em seu rancho, John, acometido por sérios problemas psicológicos desde a infância e cada vez mais inseguro e paranoico em relação a todos que o cercam, acaba desenvolvendo uma patologia esquizofrênica e dominadora com os irmãos Schultz, e, após anos de desgaste causado por desconfianças, tudo culmina em um acontecimento trágico que chamou a atenção de todo os E.U.A. Bom, como já era de se esperar dado ao que retrata, este certamente não é um filme para todos, é lento, seco, dramático, e conduzido pelos diálogos, e não grande momentos de ação explosiva ou clímax satisfatório. Este é um drama cru sobre muito mais coisas do que se pode imaginar olhando pela superfície, em seu âmago, é um conto trágico sobre desamor e solidão e o que essas coisas podem fazer com uma pessoa e com outros em volta. Além de Carrell, outras atuações que merecem destaque claro são as de Channing Tatum e Mark Ruffallo, ambos excelentes. O filme tem uns problemas estruturais, principalmente de ritmo e vai um pouco além da conta em alguns aspectos temáticos, mas nada grave. Enfim, como disse, é um filme difícil que não é para todo mundo, mas que com certeza tem uma história com uma força dramática e riqueza de significados que merece ser conhecida.
É muito bom ver Steve Carrel em um personagem desse estilo, depois de anos vendo o incrível personagem Michael Scott, ver ele aqui totalmente diferente fisicamente e mentalmente demonstra realmente que é um ator de alto nível, o filme é frio, sombrio e tem um roteiro que explica os momentos com simples olhares, o filme não depende de ficar explicando o que acontece para quem assiste, Mark Ruffalo também está ótimo e apesar de não gostar muito do Channing Tatum ele também esta bem, esse filme requer paciência, quem não gosta de roteiro com momentos gelados e simples momentos que explicam muita coisa pode não gostar, mas quem gosta do estilo vai reconhecer um filme ótimo.
Um patriotismo perdido onde não há tempos áureos para antigos valores e heróis americanos enquanto Steve Carrell pensa que sua maquiagem pode atuar mais do que ele mesmo.
Inspirado em fatos reais, esta biografia é baseada na vida de três pessoas. Mark (Channing Tatum) e Dave Schultz (Mark Ruffalo) são irmão e medalhistas de ouro em luta greco-romana. Eles acabam seduzidos pelo multimilionário John du Pont (Steve Carrel), apaixonado pelo esporte e que cria um centro de treinamentos, o foxcacther. Os atores Tatum, Ruffalo e Carrel têm em mãos personagens fortes que resultam em performances humanas, precisas e espetaculares, um material bem aproveitado por atores talentosos. Eles dão um show. Mas o mérito não é apenas deles. A direção e roteiro também são responsáveis por entregar um filme pungente sobre uma história que termina em assassinato. Mas não se engane, este não é um filme sobre esporte e sim um drama psicológico. Curiosidade. O filme teve 5 indicações ao Oscar. Melhor Ator (Steve Carell), Melhor Ator Coadjuvante (Mark Ruffalo), Melhor Direção, Melhor Roteiro Original e Melhor Maquiagem. Nota do público: 7.0 (IMDB) Nota dos críticos: 89%(Rotten Tomatoes) Bilheterias EUA - $12 milhões Mundo - $19,7 milhões Acesse o blog 365filmesem365dias.com.br para ler sobre outros filmes.
O filme se passa após Mark e Dave Schultz (Channing Tatum e Mark Ruffalo) ganharem medalhas de ouro nos Jogos Olímpicos de Los Angeles, em 1984, e ambos começam a se preparar para o Campeonato Mundial da modalidade. Mark não está satisfeito em não ser reconhecido somente por seus méritos, mas por ser “o irmão mais novo de Dave”, quando Du Pont, interpretado espetacularmente por Steve Carrell, oferece o sonho de todo atleta de rendimento: ganhar um salário alto para se dedicar integralmente ao esporte. Vale lembrar que Carrell é conhecido por seus filmes de comédia, e vindo para um drama, executou com louvor seu papel, tanto é que uma das cinco indicações do filme ao Oscar foi para ele. No decorrer da trama somos apresentados ao estranho relacionamento de Du Pont e Mark, saindo do profissional e passando para a amizade, que aos poucos se torna cada vez mais abusiva, o que prejudica muito o desempenho do atleta e desencadeia problemas psicológicos. Do mesmo diretor de Capote, o longa conta uma incrível e triste história do mundo esportivo, que não conhecemos aqui no Brasil devido à falta de popularidade do esporte, mas que até hoje é lembrada pelos americanos.
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