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Celso M.
346 seguidores
178 críticas
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2,5
Enviada em 25 de dezembro de 2016
Steven Spielberg , mestre de excelentes obras, falha terrivelmente nesta animação. Com uma estória baseada em um conto infantil muito famoso, destrói a obra com cenas ridículas, com excesso de efeitos especiais e mal gosto como flatulências, bullying e com a atuação terrível da atriz infantil principal...
A pequena órfã Sophie (Ruby Barnhill) encontra um gigante amigável que, apesar de sua aparência assustadora, se mostra uma alma bondosa, um ser renegado pelos seus semelhantes por se recusar a comer meninos e meninas. A garotinha, a Rainha da Inglaterra (Penelope Wilton) e o ser de sete metros de altura unem-se em uma aventura para eliminar os gigantes malvados que estão planejando tomar as cidades e aterrorizar os humanos.
Ah mano, achei muito ruim, gostei no começo quando o Gigante vai se deslocando de lugares à lugares, mas só isso, quando entra a Sophia o filme fica irritante, as coisas acontecem meio que forçadas, e o visual da terra dos Gigantes é muito exagerado, os diálogos não são lá essas coisas, e ainda a pior parte pra mim foi quando eles foram falar com a rainha, nossa eu realmente não gostei!
Este filme descrevo como uma poesia: suave e tranquilo. Gigante do título é um senhor tranquilo que sai pela noite da capital de Londres em busca de sonho para cultivar. Quando forma a dupla, a história começam ficar interessante como uma brisa do mar para refrescar os sentimentos dos cinéfilos. Os dois protagonista forma a ideia de como nasce uma amizade verdadeira.
Filme é bonito, mas não se engane, ele é extremamente lento e sem brilho, em nenhum momento me apeguei a personagem da menininha, só gostei do personagem velhinho interpretado pelo Mark Rylance, no geral me deu sono de assistir, esperava muito mais !
Mais uma vez a parceria entre Spielberg e a Disney é feita, desta vez com O bom gigante amigo. O filme se passa na Inglaterra em uma época que eu não sei, certas coisas são atuais, já outras são bem antigas. No papel principal do filme temos a jovem Ruby Barnhill, que faz um papel de uma menina chata e as vezes sonsa. Ela é uma órfã, e numa noite ela encontra o gigante e ele o leva para sua casa. Até agora não consigo acreditar como os moradores de Londres não tinham o visto, já que as luzes das casas são todas elas acesas. Engraçado que no começo do filme a garota pedi para um grupo de homens embriagados na rua fazerem silêncio já que ela e as outras crianças do orfanato querem dormir (na cena todas as outras crianças estão dormindo), mas então em outra cena do filme ela grita na rua chamando o gigante. E a história do filme é muito bonita e interessante, a química entre o gigante e a garota é muito boa e bonita de se ver, mas o grande pecado do filme está no roteiro que é muito tosco. O roteiro foi escrito por Melissa Mathinson que já tinha feito parceiria com Spielberg no clássico ET - O extraterrestre. Os efeitos visuais são belos e os gigantes são muito bem feitos e bem detalhados. A trilha sonora do filme é muito infantil o que acaba tirando um pouco da emoção da história, poderia ser mais emotiva. É um filme regular, o que vale a pena aqui é ver o bela amizade de uma garota e de um gigante que este concerteza te fará sentir algo diferente pelo filme. Acredito que o grande erro do filme seja a escolha do público alvo, um filme infantil onde nem as crianças irão gostar, pois não tem graça. Se fizessem algo menos bobo, seria excelente.
O filme até começa promissor mais vai decaindo da metade pro final, a ideia era até legal mas o resultado final foi um filme que teve um final sem o mínimo sentido
Estávamos sentindo falta de um filme de aventura onde a magia faz as crianças prestarem atenção na tela do cinema e com isso aprendem valores como amizade, carinho e determinação. O cinema já nos apresentou muitos filmes onde aprendemos esses valores e guardamos esse sentimento nostálgico que a lembrança destes filmes nos trazem, mas que estavam sumidos dos cinemas atualmente.
Não sei se “O Bom Gigante Amigo” vai ser tão épico e fará tanto sucesso como filmes que exploravam essa fantasia infantil impactantes do passado e que nos trazem lembranças até hoje como, por exemplo, A História Sem Fim (que me marcou quando mais novo, mesmo não sendo esse um filme Disney), mas fez lembrar em alguns momentos, os mesmos sentimentos de quando era criança, e ouvi na sala do cinema algumas das crianças presentes comentando partes do filme que pareciam bobos para os adultos, mas para elas foram grandes momentos marcantes alegres e tristes. Mesmo o filme sendo arrastado em algumas cenas, outras eram compensadas com boas piadas e efeitos visuais incríveis, apresentando gigantes muito bem feitos, mesmo sendo caricatos (talvez de propósito).
O diretor Steven Spielberg soube conduzir muito bem a narrativa, e os atores foram um show a parte, principalmente os protagonistas Ruby Barnhill (Sophie) que faz a garota órfã meiga e corajosa que conhece o gigante BFG que é interpretado por Mark Rylance, que está perfeito com sua fala estranha e um olhar encantador transmitido pela excelente animação com qualidade Disney.
O Bom Gigante Amigo pode ser um pouco cansativo, mas é um filme diferente e que não vemos a muito tempo, e vale a pena apresentar um pouco dessa história para crianças de oito anos pra cima, vale o ingresso para curtir com a família, mas não será um filme épico e grandioso que a criançada vai lembrar quando forem adultos.
Steven Spielberg parece atualmente morrer de amores por política (Munique, Ponte dos Espiões, Lincoln, Cavalo de Guerra), o que não parece ter afetado As Aventuras de Tintim, mas que com certeza afeta O Bom Gigante Amigo. Curioso citar que este é um de seus filmes mais infantis em décadas.
Ou talvez o mais infantil de todos os tempos. Narrando a aventura da pequena Sofia (Ruby Barnhill) ao ser sequestrada por um velhinho gigante de orelhas ainda maiores ainda (Mark Rylance), a moral da história é que vale a pena mentir se você conseguir apelar para o uso da força estatal em vez de encarar seus próprios problemas. E quando se fala de força estatal, sempre haverá algum chefe de estado doido para invadir novas terras (mesmo que seja a Terra dos Gigantes).
A história é legal, o cenário perfeito e fantasioso na medida certa, o desenrolar do filme tem altos e baixos....tudo isso dá para relevar. O que queima o filme é a menina protagonista: inexpressiva, robótica, com atitudes bobinhas para a idade que parece ter...a atriz não tem carisma e ficou pior ainda na dublagem brasileira. A cena no palácio ficou faaaaaalsa e exagerada. Apesar disso tudo, dá para assistir.
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