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Alan David
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685 críticas
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3,0
Enviada em 1 de agosto de 2016
Tem um inicio mágico numa ambientação parecida com o mundo Harry Potter, depois te emerge numa fábula, daí para frente é queda livre já que não trabalha bem os vilões do filme e faz uma mistureba de trama que não agrada, apesar de quando foca só na amizade do gigante e a menina, o longa sobe de nível.
Este filme descrevo como uma poesia: suave e tranquilo. Gigante do título é um senhor tranquilo que sai pela noite da capital de Londres em busca de sonho para cultivar. Quando forma a dupla, a história começam ficar interessante como uma brisa do mar para refrescar os sentimentos dos cinéfilos. Os dois protagonista forma a ideia de como nasce uma amizade verdadeira.
Um bom filme, embora muito infantil. Steven Spielberg não assinaria um filme se não fosse de boa qualidade, principalmente nos efeitos especiais. A questão de fazer efeitos especiais com gigantes é muito complicada, por causa das proporções em relação as pessoas comuns. Nesse filme tem gigante em comparação com os humanos normais e tem gigante em relação ao gigante amigo. A história, o enredo, é que deve ter sido tirado de livros infantis. Não existe uma mensagem que pudesse ser aplicada a adultos. Outra coisa curiosa é que tudo acontece na Inglaterra, sempre, com envolvimento da rainha. Vale a pena se você tiver até 12 anos.
O nome Spielberg já facilita qualquer expectativa de qualidade em uma produção, no entanto, isso pode ser questionável nessa enfadonha obra que se esforça para nos ludibriar com bullying sem qualquer pudor. A pequena orfã Sophie (Ruby Barnhill) descobre, involuntariamente, a existência do gigante BGA (Mark Rylance), algo que leva o ser de medidas elevadas a transportar a garota para uma terra distante, na qual outros seres de dimensões similares abusam da simplicidade do recém descoberto gigante, motivo este que torna a pequena Sophie co-responsável por resolver a situação de seu grande amigo.
"Amaldiçoado" por ter ficado mais de 25 anos em produção, O BOM GIGANTE AMIGO é uma mancha no currículo de Steven Spielberg, pois o filme é cansativo, sem qualquer sentido narrativo e ainda possui uma descarada aplicação de preconceito que nunca se resolve de forma pacífica. Somente na parte técnica a produção brilha, visto que suas cifras estratosféricas culminaram em algo impressionante, tanto na captura de performance para os gigantes quanto na bela trilha sonora de John Williams, mas infelizmente isso não salva da tragédia um filme que criava, com o perdão do trocadilho, grandes expectativas.
Steven Spielberg nos traz um mundo desconhecido e cheio de segredos, BFG (Mark Rylance) é um gigante que visita a cidade durante a noite em busca de objetos e sonhos que ele possa usar e mistura los, numa noite qualquer, ao se descuidar permite que a magnífica criança sem sono, Sophie (Ruby Barnhill) o veja, com medo de que ela conte aos outros e o mundo dos gigantes seja descoberto, ele resolve levar a menina para casa, Sophie que vive em um orfanato no início fica com medo, mas a amizade vai brotando naturalmente e ela se torna uma ótima amiga, ajudando e o expirando a cada dia, até aqui poderia ser tudo uma maravilha se não fosse outros gigantes que se alimentam somente de carne e são totalmente desprovido de gentileza, educação e inteligência, BFG faz de tudo pra esconder sua nova amiga das garras de todos outros gigantes e Sofhie arquiteta um plano para por um ponto final nas desrespeitosas visitas desses outros gigantes para com seu novo amigo. Bom galera o filme aborda muito a questão da amizade, até onde vamos para proteger alguém amado, o mundo de fantasia que o mestre Steven Spielberg criou é magnífico, o gigante gentil com a linda garotinha e muitos sonhos engarrafados, uma história que com certeza diverte todo o público, principalmente as crianças.
"Esta produção - sem dúvida a mais infantil de Spielberg até hoje - realmente tem um desenvolvimento mais contido e até uma duração ligeiramente excessiva, mas é compensada com excelentes atuações, primor técnico e um terceiro ato deliciosamente divertido."
o bom gigante - eu sou daqueles que assistem o filme Simplesmente quando escuto falar de Steven Spielberg, não adianta o cara pode fazer qualquer coisa que eu tenho que ver, neste filme eu esperava um pouco mais, mesmo assim é um grande filme, mais uma história para crianças, os efeitos são muito legais mas a história em si achei um pouco fraca
Filme é bonito, mas não se engane, ele é extremamente lento e sem brilho, em nenhum momento me apeguei a personagem da menininha, só gostei do personagem velhinho interpretado pelo Mark Rylance, no geral me deu sono de assistir, esperava muito mais !
Mais uma vez a parceria entre Spielberg e a Disney é feita, desta vez com O bom gigante amigo. O filme se passa na Inglaterra em uma época que eu não sei, certas coisas são atuais, já outras são bem antigas. No papel principal do filme temos a jovem Ruby Barnhill, que faz um papel de uma menina chata e as vezes sonsa. Ela é uma órfã, e numa noite ela encontra o gigante e ele o leva para sua casa. Até agora não consigo acreditar como os moradores de Londres não tinham o visto, já que as luzes das casas são todas elas acesas. Engraçado que no começo do filme a garota pedi para um grupo de homens embriagados na rua fazerem silêncio já que ela e as outras crianças do orfanato querem dormir (na cena todas as outras crianças estão dormindo), mas então em outra cena do filme ela grita na rua chamando o gigante. E a história do filme é muito bonita e interessante, a química entre o gigante e a garota é muito boa e bonita de se ver, mas o grande pecado do filme está no roteiro que é muito tosco. O roteiro foi escrito por Melissa Mathinson que já tinha feito parceiria com Spielberg no clássico ET - O extraterrestre. Os efeitos visuais são belos e os gigantes são muito bem feitos e bem detalhados. A trilha sonora do filme é muito infantil o que acaba tirando um pouco da emoção da história, poderia ser mais emotiva. É um filme regular, o que vale a pena aqui é ver o bela amizade de uma garota e de um gigante que este concerteza te fará sentir algo diferente pelo filme. Acredito que o grande erro do filme seja a escolha do público alvo, um filme infantil onde nem as crianças irão gostar, pois não tem graça. Se fizessem algo menos bobo, seria excelente.
"O Bom Gigante Amigo" marca a volta de Steven Spielberg ao seu tipo de cinema infantil. Sob os olhares das crianças é um longa divertido, inesquecível, lúdico, dócil, ingênuo e que as agradará com certeza. O mesmo não se pode dizer sob os olhares dos adultos, para estes a experiência é modesta, mediana e em ,dados momentos, maçante. Definitivamente é um filme, do diretor do FENOMENAL e ATEMPORAL "E. T - O Extraterrestre", que não agradará cem por cento a toda família, dada a sua ineficiência em entreter todo o tempo.
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