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Leandro C.
1 seguidor
12 críticas
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3,0
Enviada em 5 de dezembro de 2015
Eu nunca cheguei a ler o livro nem tão pouco algo de relevante sobre Frankenstein. Mas analisando por um outro lado a estoria contada no filme é bem legal. Mostra que o homem mais precisamente o Victor e o Igor, se desprendem dos mitos/dogmas religiosos e pretendem mudar o mundo com suas ideias inovadoras. Com um ateísmo clássico, tipico de cientistas insanos e criativos, o filme nos faz refletir como nós podemos modificar certos aspectos da natureza em beneficio comum, não obedecendo as leis divinas e negando a deus sob todas as coisas.
Mais uma "releitura"a fim de que algum diretor ganhe alguma grana para viver. Um clássico transformado em lixo. Triste constatação: perdi meus R$ 18,00 reais
É um bom filme com um visual meio steampunk e alguma introdução dos personagens principais. E da pra entender como surgiu o tal livro que é procurado no filme do Frankenstein: Entre anjos e demônios.
Filme muito ruim, não recomendo.....................................................................................................................................................................................................
Mary Shelley, creio eu, nunca poderia ter imaginado a dimensão perturbadora que sua criação teria. Frankenstein virou não só um ícone gótico de terror, mas também levantou questionamentos admiráveis sobre os limites da vida e da morte e o quanto vale a busca pela imortalidade. Aqui, nesta nova recriação do personagem clássico (em adaptação longínqua e muito levemente inspirada na obra prima de Shelley), é capaz de fazer com que os restos mortais da autora inglesa se revirem no túmulo devido a tanta falta de noção e sensibilidade. Não acho que devamos comparar literatura e cinema, já que ambas artes contam com artifícios narrativos bastante distintos, mas é de entristecer que a complexidade da ideia original tenha se diluído a tal ponto de transformar o atormentado e bem intencionado Dr. Victor Frankenstein em um megalomaníaco histriônico e superficial, e todo o dilema da criatura ser restringida a esparsos grunhidos de um Hulk costurado em poucos minutos de ação pouco convincente. Igor, um personagem que não existia na obra original, é apresentado como praticamente um Quasímodo circense apaixonado por uma Esmeralda trapezista, e sua relação de amizade com Dr. Frankenstein é tão forçada quanto todo o restante do filme. As cenas iniciais são tão mal feitas e ridículas, que causam vergonha alheia. O desenvolver do filme até melhora um pouco, mas boas ideias são mal desenvolvidas, e clichês recheados de obviedade são destacados. A parte técnica é meia boca, e enquanto o bom elenco se esforça (principalmente Daniel Radcliffe, que a cada papel se desfaz da imagem de Harry Potter e mostra que consegue amadurecer e ser bom ator), o roteiro insiste em atirar para todos os lados e acaba chegando a lugar nenhum, com vários furos e ideias mal resolvidas. James McAvoy, no seu incomum exagero teatralizado, não consegue salvar seu personagem da mesmice e só consegue parecer deslocado. Poucas boas cenas isoladas não têm como salvar um filme que tinha um potencial enorme de se tornar um fiasco cinematográfico. O final é de causar calafrios de raiva e falta de noção. Ruim e decepcionante.
Eu adorei o filme!!! Saí do cinema fascinada pelo Victor obsessivo do McAvoy, mt bom! Eu fui sem esperar nada e me surpreendi! Interessante... Estou aprendendo a não ligar mais para as críticas dos sites, me deixa mais leve e mais livre... Só não é melhor por causa do casinho amoroso algumas discussões teológicas desnecessárias, mas o resto eu apreciei bastante.
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