Divertida Mente
Média
4,6
10599 notas

386 Críticas do usuário

5
246 críticas
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23 críticas
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8 críticas
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Robert M.
Robert M.

36 seguidores 31 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 29 de junho de 2015
ótimo filme, ótimo ver como retrataram as emoções que vivemos. Um pouco ate complexo mas cheio de nuances e significados
Beatriz C.
Beatriz C.

2 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 28 de junho de 2015
Muito bom, uma história com bons fundamentos e personagens. Com um diferente ponto de vista (contado pelas emoções), conta como Riley se sente com mudanças na sua vida e o que a Pixar criou é ótimo para entendermos nossas emoções, spoiler: sonhos, memórias, coisas esquecidas e nossa personalidade.
Berenice R.
Berenice R.

2 seguidores 13 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 28 de junho de 2015
Explica de forma lúdica, divertida e simples o mecanismo de armazenamento de informações, importância das emoções e linha de raciocínio. Achei muito inteligente, toda criança deve ver, adulto também. Berenice
Carla G.
Carla G.

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 28 de junho de 2015
Adorei o filme, é completamente fofo! Amei a Tristeza, ela é uma graça, mesmo sendo sempre deprimida.
Lohanne C.
Lohanne C.

28 seguidores 24 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 27 de junho de 2015
lindo e profundo! pixar voltando com tudo... uma história pouco infantil e muito além de uma simples animação ♡
Hnriq
Hnriq

41 seguidores 8 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 24 de junho de 2015
Nas manchetes de sites que falavam sobre Inside Out, dizia-se, muitas vezes: “Pixar vence a crise”. Que crise? Carros 2 pode ter sido fraco, mas Valente, apesar de diferente de tudo que o estúdio havia feito até então, é um belo filme, assim como Universidade Monstros, que a despeito de ser um prequel, algo tão usado por estúdios para fazer dinheiro fácil em suas franquias, é um filme leve, divertido e com a alma da Pixar. Eu diria que essa crise foi uma rotulação criada pela insaciável mídia, sempre em busca de frases de efeito para sensacionalizar. Rotular, aliás, é um tema debatido de forma não expositiva em Divertidamente. Por que a alegria/euforia é vendida como sendo obrigatória para todos? Seria este o único estado em que uma pessoa conseguiria viver?

Claro que é preferível viver “feliz” do que “triste”. Porém, o filme, corretamente descrito como o mais ousado e maduro da Pixar em anos, se não do estúdio como um todo, foca sua narrativa na complexidade de emoções que uma pessoa possui, e como todas elas(tristeza, felicidade, raiva...) são necessárias para o desenvolvimento da personalidade e caráter de um ser consciente. A personagem Riley é retratada na época mais áurea de sua vida, uma idade de inocência e ingenuidade, predominada pela alegria, devido a incapacidade e inexperiencia para reconhecer e encarar os problemas da vida. A menina é, quase todo o tempo, alguém alegre e extrovertida, com uma relação carinhosa com os pais, amigos e enfim, o mundo ao seu redor. Em contraponto a isso, inteligentemente, é mostrado como a emoção “chefe” de sua mãe é uma tímida tristeza, enquanto do pai é a raiva. E como podemos ver em todo decorrer da obra, nenhum dos dois está todo o tempo neste estado, é a mutualidade dos sentimentos que os compõem, assim como a todos nós.

E a partir daí, a Pixar mostra o toque de gênio que tanto acostumamos a ver em seus filmes, e baseado numa premissa instigante, constrói uma narrativa muitas vezes metafórica, que apesar de divertida para o público infantil, transmite mensagens muito mais complexas para a platéia, conteúdos inacessíveis para as inocentes crianças, assim como sua protagonista.

Ao se deparar com uma mudança radical em sua vida, a menina perde o chão, toda aquela euforia e fugor que sempre transmitia, é trocada por uma melancolia ímpar, ao paço que suas “emoções base” vão desmoronando. Porém, ao contrário do que se propaga mundialmente, a tristeza pode nos fortalecer, sendo necessária para nosso amadurecimento, e também gerar sentimentos bons, como a nostalgia, e até a saudade, que posteiormente, proporciona a alegria de encontrar o que tanto esperamos.

A forma como a película nos leva por este “road movie” psicológico sobre o crescimento mental de uma pessoa, é um deleite, um primor. A antropomorfização das personalidades é hilária, não sei sobre a dublagem original, mas a nacional foi deveras eficiente em retratar as caras e bocas que viamos em tela. A trilha sonora de Michael Giacchino, um parceiro fiel do estúdio, é linda, principalmente nas cenas melancólicas, emocionando sem soar apelativo.

Já o desing de produção merecia ser indicado a prêmios(pena esse preconceito da indústria para indicar animações para categorias mais técnicas, como a primorosa fotografia de Wall-E), e usando as palavras do crítico Thiago Siqueira, a urbanização da mente da criança é um das sacadas mais criativas que já vi, assim como a retratação dos sonhos e pesadelos.

Ao final da sessão, eu, com meus 19 anos, saí com aquele sorriso meio bobo, com uma mescla de sentimenos proporcionados a mim nos últimos 94 minutos, mais uma vez maravilhado com o que um simples estúdio me proporcionou, não apenas um belo filme de animação, mas uma bela metáfora sobre nossa vida.
anônimo
Um visitante
4,0
Enviada em 24 de junho de 2015
Divertida Mente é um ótimo filme. Gostei da forma que ele mostra o funcionamento e a importância de cada área da mente e dos sentimentos nas nossas vidas. É um filme que atrairá as crianças por causa das personalidades fortes e únicas dos sentimentos e suas cores, mas que será uma aula para os adultos.

Leiam a minha resenha completa no link abaixo:
Rodrigo C.
Rodrigo C.

15 seguidores 21 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 23 de junho de 2015
“Divertida Mente” é a estreia dessa semana. O novo filme da Disney/Pixar, promete uma boa dose de diversão, mas muito mais que isso, uma verdadeira análise sobre o sentimento humano.

Do diretor Pete Docter, já consagrado no mundo da animação por dirigir e roteirizar “Monstros S.A”, “Wall-E”, “Up”, e ainda estar envolvido com o roteiro e animação de “Toy Story 1 e 2”, mais uma vez apresenta um excelente trabalho, mas com um histórico desses, a garantia de um bom filme era quase certa.

É impressionante a habilidade da Pixar em desenvolver histórias engraçadas, leves, divertidas mas ao mesmo tempo extremamente dramáticas, que te levam a um pensamento crítico sobre o tema abordado. E não é diferente em “Divertida Mente”, muito pelo contrário, talvez nesse o debate seja bem mais intenso, e concreto do que qualquer outro.

Com uma boa dose de metáforas, o filme explora a miscelânea das nossas emoções, e a importância de saber administrar elas, indicando que temos a necessidade de sentir cada uma e que isso é responsável pela construção do nosso caráter. Logo, a desarmonia entre essas sensações, podem nos levar ao mais profundo dos abismos, onde nossos sentimentos se perdem, e o mundo se torna mais apático.

A construção do conflito é feita de maneira gradual, mas de modo nenhum cansativo. A busca pela resolução dessa desordem é bem penosa, e na verdade, é exatamente nesse momento, no segundo ato, em que o filme começa a desenvolver seus debates com um caráter bem lúdico e metafórico. O conflito, como disse, não é fácil de ser solucionado, muito pelo contrário, há a criação de cada vez mais novos conflitos até a situação ficar realmente caótica. A partir daí, a personagem principal chega a uma epifania, em mais uma metáfora clara da nossa própria vida.

Essa abordagem, e o rumo que o filme toma é bem diferente do que estamos acostumados a ver. E talvez essa visão seja a mais adequada a se passar, e a solução ainda mais coerente.

Por fim, acredito que mais uma vez o conceito “Disney” é aplicado, onde há espaço para diversão em família, para os pais e para os filhos, onde cada um vai absorver uma mensagem de acordo com sua própria experiência e idade. Claro que o entendimento dessas metáforas é essencial para a compreensão da mensagem do filme, por isso acredito que crianças mais novas não vão gostar muito dessas partes com diálogos mais longos onde há o desenvolvimento do debate em questão, e provavelmente elas vão se entediar, mas irão se agradar pelas inúmeras cenas de comédia, que arrancam uma boa dose de gargalhadas.

“Divertida Mente” não é só uma animação é uma garantia de um entretenimento de qualidade, e uma aula sobre a emoção humana.

Garanta seu ingresso e bom espetáculo.
Juliana C.
Juliana C.

1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 23 de junho de 2015
Lindo, educativo e colorido, um filme para crianças e adultos.
Marcelo L.
Marcelo L.

4 seguidores 24 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 23 de junho de 2015
Eu realmente gostei do filme.
Tem passagens bastante engraçadas em que não só as crianças podem se divertir. Tinha um pai no assento à minha frente no cinema que deu ótimas gargalhadas. Mas, no geral, é um filme bastante triste também, o que de modo algum tira o seu brilho.
Levem seus filhos para assistir que vocês não vão se arrepender.
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