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    Divertida Mente
    Média
    4,6
    7492 notas e 298 críticas
    distribuição de 298 críticas por nota
    180 críticas
    84 críticas
    20 críticas
    8 críticas
    3 críticas
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    298 críticas do leitor

    Malhena F.
    Malhena F.

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    4,0
    Enviada em 21 de junho de 2015
    Já aguardando a continuação, com a Riley na adolescência :)
    Hnriq
    Hnriq

    Segui-los 41 seguidores Ler as 8 críticas deles

    4,5
    Enviada em 24 de junho de 2015
    Nas manchetes de sites que falavam sobre Inside Out, dizia-se, muitas vezes: “Pixar vence a crise”. Que crise? Carros 2 pode ter sido fraco, mas Valente, apesar de diferente de tudo que o estúdio havia feito até então, é um belo filme, assim como Universidade Monstros, que a despeito de ser um prequel, algo tão usado por estúdios para fazer dinheiro fácil em suas franquias, é um filme leve, divertido e com a alma da Pixar. Eu diria que essa crise foi uma rotulação criada pela insaciável mídia, sempre em busca de frases de efeito para sensacionalizar. Rotular, aliás, é um tema debatido de forma não expositiva em Divertidamente. Por que a alegria/euforia é vendida como sendo obrigatória para todos? Seria este o único estado em que uma pessoa conseguiria viver?

    Claro que é preferível viver “feliz” do que “triste”. Porém, o filme, corretamente descrito como o mais ousado e maduro da Pixar em anos, se não do estúdio como um todo, foca sua narrativa na complexidade de emoções que uma pessoa possui, e como todas elas(tristeza, felicidade, raiva...) são necessárias para o desenvolvimento da personalidade e caráter de um ser consciente. A personagem Riley é retratada na época mais áurea de sua vida, uma idade de inocência e ingenuidade, predominada pela alegria, devido a incapacidade e inexperiencia para reconhecer e encarar os problemas da vida. A menina é, quase todo o tempo, alguém alegre e extrovertida, com uma relação carinhosa com os pais, amigos e enfim, o mundo ao seu redor. Em contraponto a isso, inteligentemente, é mostrado como a emoção “chefe” de sua mãe é uma tímida tristeza, enquanto do pai é a raiva. E como podemos ver em todo decorrer da obra, nenhum dos dois está todo o tempo neste estado, é a mutualidade dos sentimentos que os compõem, assim como a todos nós.

    E a partir daí, a Pixar mostra o toque de gênio que tanto acostumamos a ver em seus filmes, e baseado numa premissa instigante, constrói uma narrativa muitas vezes metafórica, que apesar de divertida para o público infantil, transmite mensagens muito mais complexas para a platéia, conteúdos inacessíveis para as inocentes crianças, assim como sua protagonista.

    Ao se deparar com uma mudança radical em sua vida, a menina perde o chão, toda aquela euforia e fugor que sempre transmitia, é trocada por uma melancolia ímpar, ao paço que suas “emoções base” vão desmoronando. Porém, ao contrário do que se propaga mundialmente, a tristeza pode nos fortalecer, sendo necessária para nosso amadurecimento, e também gerar sentimentos bons, como a nostalgia, e até a saudade, que posteiormente, proporciona a alegria de encontrar o que tanto esperamos.

    A forma como a película nos leva por este “road movie” psicológico sobre o crescimento mental de uma pessoa, é um deleite, um primor. A antropomorfização das personalidades é hilária, não sei sobre a dublagem original, mas a nacional foi deveras eficiente em retratar as caras e bocas que viamos em tela. A trilha sonora de Michael Giacchino, um parceiro fiel do estúdio, é linda, principalmente nas cenas melancólicas, emocionando sem soar apelativo.

    Já o desing de produção merecia ser indicado a prêmios(pena esse preconceito da indústria para indicar animações para categorias mais técnicas, como a primorosa fotografia de Wall-E), e usando as palavras do crítico Thiago Siqueira, a urbanização da mente da criança é um das sacadas mais criativas que já vi, assim como a retratação dos sonhos e pesadelos.

    Ao final da sessão, eu, com meus 19 anos, saí com aquele sorriso meio bobo, com uma mescla de sentimenos proporcionados a mim nos últimos 94 minutos, mais uma vez maravilhado com o que um simples estúdio me proporcionou, não apenas um belo filme de animação, mas uma bela metáfora sobre nossa vida.
    Camila S.
    Camila S.

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    5,0
    Enviada em 28 de junho de 2015
    OMG. Melhor animação que ja foi criada!!! Ri muuuito, chorei, me emocionei, e depois fiquei lembrando... tomara que façam uma continuação, porque ficou gostinho de quero mais!!!
    Michel B.
    Michel B.

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    5,0
    Enviada em 23 de junho de 2015
    De longe é a maior animação da pixar que capricha tanto na criatividade quanto na animação!
    Bruno C.
    Bruno C.

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    3,0
    Enviada em 24 de junho de 2015
    ótimo filme que marca a volta da pixar que vinha somente fazendo continuações de seus sucessos anteriores para um adolescente ou um adulto é interessante assistir o filme mas para uma criança principalmente as mais pequenas pode ficar cansativo pois ela pode acabar não entendendo muito a mensagem que o filme quer passar
    Diego Espeschit
    Diego Espeschit

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    5,0
    Enviada em 28 de junho de 2015
    A melhor animação desde... Espera esse filme é melhor que O Rei Leão! É melhor que Shrek, melhor que Up, melhor que Frozen, melhor que Nemo, melhor que Toy Story, melhor que do que Toy Story 2 e Toy Story 3... Divertidamente é a melhor animação que já vi!
    Amanda A.
    Amanda A.

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    5,0
    Enviada em 12 de julho de 2015
    excelente filme!!! faz tempo que os filmes para as crianças chamam tanto a atenção dos adultos, acho que os produtores fazem histórias cada vez mais interessantes para nós. eu adoro filmes infantis 😁
    Kamila A.
    Kamila A.

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    4,5
    Enviada em 27 de julho de 2015
    A essência da animação “Divertida Mente”, dirigida e co-escrita por Pete Docter, encontra-se no retrato da formação da personalidade humana, quando nós ainda somos crianças, tendo como ênfase o desenvolvimento das nossas emoções. A personagem principal do longa, a garotinha Riley (dublada por Kaitlyn Dias na versão original), nos é apresentada num momento particularmente difícil na vida de uma criança: quando ela é afastada de tudo aquilo que ela conhece (seus amigos, escola, atividades de lazer) no momento em que os seus pais (dublado por Kyle MacLachlan e Diane Lane na versão original) decidem recomeçar a vida em San Francisco.

    Um ponto interessante em “Divertida Mente” é que a história nos é contada do ponto de vista das cinco emoções existentes dentro de Riley: Alegria (dublada por Amy Poehler na versão original), Medo (dublado por Bill Hader na versão original), Raiva (dublado por Lewis Black na versão original), Nojinho (dublada por Mindy Kaling na versão original) e Tristeza (dublada por Phyllis Smith na versão original). Se as emoções nos guiam quando estamos sendo confrontados com os diversos desafios do nosso dia a dia, acompanhar a jornada de Riley (por meio do descontrole que é apresentado pelos sentimentos que estão dentro dela mesma) a partir do momento em que ela vai se desconectando aos poucos de tudo aquilo que ela conhecia, é algo extremamente fascinante.

    Em muitas maneiras, “Divertida Mente” dialoga diretamente com “Toy Story 3”, outra obra do universo da Pixar Animation Studios. Ambos os filmes falam sobre a necessidade de se deixar algo pra trás para recomeçar, ao mesmo tempo em que nos relembram que somos o produto direto de tudo aquilo que vivenciamos ao longo de nossa existência (os diversos pontos de desenvolvimento das habilidades e dos campos de relacionamento de Riley estão aí para provar isso). Para um filme dirigido ao público infantil, “Divertida Mente” é ainda mais profundo, na medida em que percebemos ali conflitos vividos por nós mesmos, principalmente em relação à turbulência que é crescer.

    O resultado é um filme que dialoga com públicos de todas as idades, por meio de uma história que, apesar de ser extremamente didática, nunca adota um tom condescendente em relação à sua plateia. “Divertida Mente” é o primeiro longa de animação em muitos anos – quiçá de qualquer gênero – que chama a atenção pela sua originalidade e por pegar os espectadores em cheio justamente no ponto em que ele mais prega: a emoção!
    José Fernandes S
    José Fernandes S

    Segui-los 2 seguidores Ler as 2 críticas deles

    5,0
    Enviada em 23 de julho de 2015
    Há muito tempo eu não via um filme tão bacana, divertido e inteligente como esse; eu tenho um filho de seis anos e estou me tornando um expert em filmes para crianças e já assisti a todas as animações que vocês possam imaginar. Do meu ponto de vista, mesmo que a criança não compreenda totalmente o funcionamento dos "trabalhos" realizados no interior da mente da Riley, mesmo assim ela vai gostar do filme. Gostei dos Meu malvado favorito 1 e 2, mas esse é melhor do que Os Minions. Nota 10!
    anônimo
    Um visitante
    4,0
    Enviada em 9 de junho de 2019
    Mais uma animação muito boa na conta dos estúdios PIXAR. Pete Docter retorna na direção após o sucesso de seus dois filmes anteriores(Monstros S.A e Up), nesta comovente e divertida história sobre a complexidade das emoções humanas e a dificuldade de se adaptar a novos ares, bem como a dor de se sentir deslocado. Tudo isso desenvolvido de forma dinâmica e simples, sendo palatável para todas as idades. Muito bom !
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