Divertida Mente
Média
4,6
10596 notas

386 Críticas do usuário

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Patryck F.
Patryck F.

14 seguidores 3 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 26 de junho de 2015
Sendo essa umas das minhas primeira criticas de filme que eu faço logo em seu lançamento tera grandes erros, e sera uma critica fraca.
O filme ele mostra claramente que tem os outros ''sentimentos'', mas o foco principal, digamos que os dois personagens principais da trama, são a Felicidade e Tristeza, que eu tenho uma coisa a dizer, a Pixar fez uma coisa incrivel, nao colocando ela como vilã, velho, foi incrivel a reviravolta que teve, a tristeza não tava atrapalhando, ela não é vilã nenhuma, poxa ela é só a tristeza, e no final spoiler: quando ela assume as lembranças da Riley mostrando que ela é muito importante e pode ser util e foda, velho escorreu uma lagrima do meu olho
.
Outro personagem que foi incrivelmente aproveitado e na minha opiniao foi o Amigo Imaginario da Riley, a spoiler: morte
' dele foi sensacional, e triste ao mesmo tempo, ele foi aquele tipo de personagem que se nao existisse o filme nao seria igual, ele tem pra mim foi de longe um dos melhores personagens do filme.
há muito de psicologia em Divertida Mente.
Esse filme ele trata tão bem de assuntos que seriam pesados pra um adolescente, e ele te mostra, e até te explica esses assuntos com tanta facilidade, clareza e simplicidade, que eu acho incrivel.
E tenho certeza absoluta que esse filme ele ira conversar mais com os pais do que com as crianças apesar de ser um filme feito para crianças os assuntos ali eles vão chamar mais atenção dos pais, e isso é otimo, o que eu posso dizer desse filme? Que mal conheço e considero pakas <3 <3
Que filme sensacional!!! A história, as personagens, a trilha sonora, os detalhes ricos que a Disney mantém em todos os filmes... Não seria diferente!! <3
Muito Obrigado Pixar, por voltar a ser o que era <3
Me fez rir, ficar bravo, ficar triste, chorar, e sentir todo o sentimento ''pixar'' que os filme dela passam que sinceramente falando é um dos melhores sentimentos que já senti.
Parabens por me entregar essa belezura de filme <3
Fernando J.
Fernando J.

1 seguidor 6 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 25 de junho de 2015
Já há bastante tempo animações passaram a ser também um produto consumido por adultos, e a Pixar foi uma das grandes responsáveis por isso. E em "Divertida mente", a companhia novamente lança um produto de altíssima qualidade, capaz de cativar os pequenos e fazer lágrimas rolarem dos olhos dos mais velhos.

O filme consegue tratar de temas como inconsciente, medos, memórias, criatividade, abstração e depressão, de uma forma suave, divertida e com algumas pitadas de ciência. A interação das emoções e seu papel na formação do ser humano é figura central nesta estória que emociona e ensina lições.
Claudia A.
Claudia A.

1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 25 de junho de 2015
Longe de ser para crianças, principalmente as muito pequenas. Filme basicamente triste. :(
Luiz Eduardo N.
Luiz Eduardo N.

20 seguidores 3 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 25 de junho de 2015
Que filme sensacional!!! A história, as personagens, a trilha sonora, os detalhes ricos que a Disney mantém em todos os filmes... Não seria diferente!! <3
Bruno C.
Bruno C.

14 seguidores 12 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 24 de junho de 2015
ótimo filme que marca a volta da pixar que vinha somente fazendo continuações de seus sucessos anteriores para um adolescente ou um adulto é interessante assistir o filme mas para uma criança principalmente as mais pequenas pode ficar cansativo pois ela pode acabar não entendendo muito a mensagem que o filme quer passar
Consuelo B.
Consuelo B.

16 seguidores 6 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 24 de junho de 2015
Eu recomendo. Te mostra que todas as nossas emoções são importantes em nossa formação humana.
Lucas V.
Lucas V.

1 seguidor 2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 24 de junho de 2015
Muito bom!! Muito criativo, melhor animação q já vi!!!
Marcia Cristina S.
Marcia Cristina S.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 26 de junho de 2015
Emocionante, divertido e inteligente
melhor filme.
Ricardo C.
Ricardo C.

1 seguidor 3 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 24 de junho de 2015
O filme é lindo!!! As cores são muito vibrantes, cheias de texturas. A história é envolvente.
Adorei!!? A Pixar está de novo nas paradas...
Hnriq
Hnriq

41 seguidores 8 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 24 de junho de 2015
Nas manchetes de sites que falavam sobre Inside Out, dizia-se, muitas vezes: “Pixar vence a crise”. Que crise? Carros 2 pode ter sido fraco, mas Valente, apesar de diferente de tudo que o estúdio havia feito até então, é um belo filme, assim como Universidade Monstros, que a despeito de ser um prequel, algo tão usado por estúdios para fazer dinheiro fácil em suas franquias, é um filme leve, divertido e com a alma da Pixar. Eu diria que essa crise foi uma rotulação criada pela insaciável mídia, sempre em busca de frases de efeito para sensacionalizar. Rotular, aliás, é um tema debatido de forma não expositiva em Divertidamente. Por que a alegria/euforia é vendida como sendo obrigatória para todos? Seria este o único estado em que uma pessoa conseguiria viver?

Claro que é preferível viver “feliz” do que “triste”. Porém, o filme, corretamente descrito como o mais ousado e maduro da Pixar em anos, se não do estúdio como um todo, foca sua narrativa na complexidade de emoções que uma pessoa possui, e como todas elas(tristeza, felicidade, raiva...) são necessárias para o desenvolvimento da personalidade e caráter de um ser consciente. A personagem Riley é retratada na época mais áurea de sua vida, uma idade de inocência e ingenuidade, predominada pela alegria, devido a incapacidade e inexperiencia para reconhecer e encarar os problemas da vida. A menina é, quase todo o tempo, alguém alegre e extrovertida, com uma relação carinhosa com os pais, amigos e enfim, o mundo ao seu redor. Em contraponto a isso, inteligentemente, é mostrado como a emoção “chefe” de sua mãe é uma tímida tristeza, enquanto do pai é a raiva. E como podemos ver em todo decorrer da obra, nenhum dos dois está todo o tempo neste estado, é a mutualidade dos sentimentos que os compõem, assim como a todos nós.

E a partir daí, a Pixar mostra o toque de gênio que tanto acostumamos a ver em seus filmes, e baseado numa premissa instigante, constrói uma narrativa muitas vezes metafórica, que apesar de divertida para o público infantil, transmite mensagens muito mais complexas para a platéia, conteúdos inacessíveis para as inocentes crianças, assim como sua protagonista.

Ao se deparar com uma mudança radical em sua vida, a menina perde o chão, toda aquela euforia e fugor que sempre transmitia, é trocada por uma melancolia ímpar, ao paço que suas “emoções base” vão desmoronando. Porém, ao contrário do que se propaga mundialmente, a tristeza pode nos fortalecer, sendo necessária para nosso amadurecimento, e também gerar sentimentos bons, como a nostalgia, e até a saudade, que posteiormente, proporciona a alegria de encontrar o que tanto esperamos.

A forma como a película nos leva por este “road movie” psicológico sobre o crescimento mental de uma pessoa, é um deleite, um primor. A antropomorfização das personalidades é hilária, não sei sobre a dublagem original, mas a nacional foi deveras eficiente em retratar as caras e bocas que viamos em tela. A trilha sonora de Michael Giacchino, um parceiro fiel do estúdio, é linda, principalmente nas cenas melancólicas, emocionando sem soar apelativo.

Já o desing de produção merecia ser indicado a prêmios(pena esse preconceito da indústria para indicar animações para categorias mais técnicas, como a primorosa fotografia de Wall-E), e usando as palavras do crítico Thiago Siqueira, a urbanização da mente da criança é um das sacadas mais criativas que já vi, assim como a retratação dos sonhos e pesadelos.

Ao final da sessão, eu, com meus 19 anos, saí com aquele sorriso meio bobo, com uma mescla de sentimenos proporcionados a mim nos últimos 94 minutos, mais uma vez maravilhado com o que um simples estúdio me proporcionou, não apenas um belo filme de animação, mas uma bela metáfora sobre nossa vida.
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