Divertida Mente
Média
4,6
10596 notas

386 Críticas do usuário

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Bruno G.
Bruno G.

5 seguidores 3 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 21 de julho de 2015
Tirem as crianças da sala.

É serio.

Não porque contenha violência ou conteúdo ilícito, mas porque a mais nova animação da Pixar tem apenas o visual de ser um filme voltado para crianças. Mesmo se tratando de ser um filme sobre uma criança.

Em muitos momentos, Boyhood, do ano passado, veio à cabeça. Um filme incrível, sobre a descoberta da vida e das influências que formarão um dia, uma pessoa adulta.

E aqui, se não falamos sobre oito anos de Mason, falamos de uma semana de Riley. E Riley é uma menina que, supostamente, assim como todas as outras pessoas, é controlada por cinco emoções distintas: Alegria, a Tristeza, o Medo, a Nojinho e a Fúria. E essas emoções entrarão em conflito quando a família de Riley se muda do interior, para San Francisco e a menina terá de se adaptar a uma nova realidade, especialmente quando algumas emoções desejam ter mais participação no dia-a-dia da personagem.

Pixar sabe como poucos, explorar as emoções de seu espectador. Consegue emocionar sem ser apelativo. Mas mais do que isso, consegue manipular seu público em doses homeopáticas, usando a animação, para falar sobre o mundo real como poucos conseguem.

A grande sacada do filme se dá pelo fim da primeira hora de projeção, quando tudo parece tão maluco, que começa a fazer sentido. Para evitar spoilers, basta dizer que é quando um personagem inusitado se torna muito importante na trama e como isso influencia as outras sensações, em especial a alegria.

A alegria de Riley, e a sua. É quando se percebe que esse não é um filme sobre Riley. Mas um filme sobre você. Sobre eu. Sobre pessoas. E em um momento da vida onde tudo isso se aflora em uma grande colisão de sentimentos. Tudo é confuso, excitante, assustador e enfurecedor. Ao mesmo tempo, em certas ocasiões. E como toda a dinâmica destes sentimentos formam caráter. Como a personalidade vai se definindo através de momentos inesquecíveis. Sejam eles bons ou ruins.

E por fim, o humor. Sim, há muito humor em DivertidaMente. E se não é um humor escrachado, tem boas tiradas com cenários conhecidos do público, contrapondo momentos de pura inspiração. É a Pixar sendo Pixar e conseguindo colocar todas as emoções no posto de controle.
Luciana C.
Luciana C.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 20 de julho de 2015
Gostei muito do filme,que é cheio de emoções e agrada a todas as idades. Certamente é um bom filme pra se assistir em família.
Ana G.
Ana G.

1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 21 de julho de 2015
Achei bem legal, confesso q não esperava mt de um desenho, mas realmente valeu mt apena, mt bom 
Maria Fernanda A.
Maria Fernanda A.

2 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 19 de julho de 2015
Filme sensacional! Muito criativo, lindo e cheio de emoções! Vale a pena ver Deveria ganhar um Oscar
Juliano B.
Juliano B.

4 seguidores 6 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 4 de outubro de 2015
A melhor animação que já vi!!! Ótima história. Parabéns aos produtores.
Felipe A.
Felipe A.

2 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 22 de julho de 2015
Filme ótimo, e retrata bem as emoções... Porém, Padrinhos Mágicos fez primeiro
David S.
David S.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 19 de julho de 2015
Muito bom! Inteligente.
Uma forma bem humorada de explicar o que acontece com o cérebro humano.
Bruno S.
Bruno S.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 19 de julho de 2015
Muito divertido e engraçado, recomendo a todos assistirem essa ótima animação!
Ricardo M.
Ricardo M.

13.444 seguidores 697 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 19 de julho de 2015
Divertindo, e emocionando, a Mente

É incontestável: Toy Story foi um divisor de águas da animação em CG. E isso não fica somente na recurso empregado para criar o desenho, mas também na narrativa, pois seus diversos personagens eram capazes de criar emoções distintas e verdadeiras mesmo sendo apenas bonecos de brinquedo (criados em computação gráfica). Ao longo de sua carreira, o estúdio Pixar criou diversas pérolas, mas começou a naufragar após ser adquirida pela Disney. Cada novo filme deixava uma expectativa que a fizesse retornar ao ápice do que a alçou ao mundo: sua qualidade narrativa. Foram várias as produções medianas e ruins, inclusive continuações, até que tivéssemos o incrível DIVERTIDA MENTE.

No filme em questão presenciamos a complexa apresentação da mente humana sob uma ótica incrivelmente interessante. A protagonista Riley serve de ícone para os cinco personagens que representam sua mente: Alegria, Tristeza, Raiva, Repulsa (nojinho?) e Medo. Em seu contexto, cada um deles possui valor funcional necessário para criação e desenvolvimento da mente de qualquer ser humano, de forma bem próxima nós, claro, Riley.

Sem dúvida alguma, um dos maiores destaques da produção está no fato de que temos uma personagem feminina que foge dos estereótipos de fragilidade ou princesa tão usados mesmo em filmes comercialmente rentáveis. A protagonista joga hóquei, possui relativa independência e soa até bem amadurecida mesmo no auge de seus 11 anos, e isso não nos é despejado de forma desajeitada, pois somos apresentados a essa miscelânea de dados de maneira perspicaz com os pontos bem determinados para que criemos proximidade com Riley, algo quase mágico, devo admitir.

Sua mente é comandada pela alegria, uma dedicada "funcionária" que faz de tudo para manter a oscilação entre as emoções existentes sem nunca permitir que prevaleçam sobre si, o que inclusive ajuda a moldar a personalidade de Riley em elementos chamados de ilhas. As memórias obtidas são sempre armazenadas em bolinhas, sendo estas arquivadas ou descartadas conforme sua importância na mente. Ao longo do filme acompanhamos alegria e tristeza "passeando" pelos vários locais da mente de Riley, identificando personagens esquecidos e locais incrivelmente notáveis pela bela caracterização dada pela Pixar... e não estou falando de qualidade visual, mas sim da maneira como retratam determinadas lembranças da vida da personagem, realçando temas distintos das já citadas ilhas de acordo com aquilo que ficou marcado em sua vida.

Não há dúvidas que o roteiro escrito a 6 mãos por Pete Docter (também diretor), Meg LeFauve e Josh Cooley responda por representar a mente humana de maneira tão peculiar, honesta e real, já que há uma sagacidade em moldar um universo que dificilmente alguém não reconheça como sendo de si mesmo em vários momentos, inclusive quando somos apresentados, ainda que rapidamente, às mentes do pai, gerido pela raiva e da mãe de Riley, gerenciada pela tristeza.

Embora seja um filme de animação, as gags estão lá para entreter o público infantil, mas também para satisfazer o adulto, já que existem situações como a do túnel abstrato e suas deformações que resultam em diversas reações dependendo dos olhos e da experiência de quem assiste; ou mesmo o desejo sempre presente da tristeza em querer participar de tudo, ainda que seja somente dando um ligeiro "toque"; ou ainda os jornais sempre lidos pela raiva, que contém em sua capa o que está ocorrendo com Riley.

Não dá para evitar também dizer que há muito de psicologia em Divertida Mente, talvez algo que poucos consigam absorver sem ter relativo domínio do assunto, haja vista a complexidade da trama e dos sentimentos ali ilustrados de forma tão brilhante.

Seria falar do lugar comum citar a qualidade da animação do ponto de vista técnico, pois mesmo aqueles filmes em que a produtora não fez algo digno de nota são incrivelmente belos, com Divertida Mente os ambientes simplórios sem a grandeza onipresente não se faz necessária graças a robustez de seu enredo. Com um clima emocional que trata o ser humano de forma gloriosa, levando inclusive a quase soltar uma lágrima pelo amigo imaginário da protagonista, isso quando estamos falando de um desenho em CG.

DIVERTIDA MENTE é um filme que faz jus ao histórico da famosa produtora Pixar, possui pedigree e conteúdo emocional digno de ser citado sem receios, além de ser um passatempo deliciosamente satisfatório para qualquer idade. Embora as escolhas duvidosas para a dublagem nacional não sejam capazes de reduzir a força do filme, temos aí algo para ficar marcado na mente que quem o assistiu... e de forma emocionalmente divertida!
Afonso M.
Afonso M.

2 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 18 de julho de 2015
Excelente demonstração lúdica sobre os sentimentos dentro da cabeça de uma criança... Vale para para os adultos assistirem também
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