Divertida Mente
Média
4,6
10604 notas

386 Críticas do usuário

5
246 críticas
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Jhonathan C.
Jhonathan C.

3.325 seguidores 415 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 8 de novembro de 2015
A Pixar como sempre consegue surpreender. Depois de brinquedos, peixes e monstros dominarem, agora foi a vez das emoções. Há um certo ponto Divertida Mente dá a entender que foi feito apenas para o público infantil, mas o estúdio deu a volta por cima e agrada até a público. Com uma história cativante, que faz nossa imaginação voar.
Alvaro S.
Alvaro S.

2.259 seguidores 349 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 5 de setembro de 2015
A sessão acabou e eu saí arrasado do filme. É muito triste! Não acontece nenhuma tragédia que cause isso e tudo acaba bem, mas mesmo assim ficou uma sensação de tristeza. De alguma forma o filme acessou lembranças esquecidas que me deixaram reflexivo.

Divertida Mente transforma as emoções nos personagens, Alegria, Tristeza, Medo, Raiva e Nojinho (a mais fofa), que conduzem as memórias e reações da sala de controle do cérebro da jovem Riley nas situações que ela vive diariamente.

A forma como a Pixar conduz a história é excepcional. A riqueza de detalhes e situações que eles criaram para fazer o mecanismo das memórias funcionar é de uma inventividade que foi além da minha imaginação. As ilhas que determinam o caráter; a remoção das memórias antigas dando lugar às novas; e a lembrança do amigo imaginário, são alguns exemplos.

É inteligente, ousado, desafiador, criativo, nostálgico.

Ri, pouco. Chorei, impossível não chorar, mas realmente saí desolado. Vou precisar rever! Será que foi só comigo?

Curiosidade. Ele já está em 48º lugar entre os 250 melhores filmes do IMDB.

Acesse o blog 365filmesem365dias para conhecer outras resenhas.
anônimo
Um visitante
4,0
Enviada em 9 de junho de 2019
Mais uma animação muito boa na conta dos estúdios PIXAR. Pete Docter retorna na direção após o sucesso de seus dois filmes anteriores(Monstros S.A e Up), nesta comovente e divertida história sobre a complexidade das emoções humanas e a dificuldade de se adaptar a novos ares, bem como a dor de se sentir deslocado. Tudo isso desenvolvido de forma dinâmica e simples, sendo palatável para todas as idades. Muito bom !
MichaellMachado
MichaellMachado

1.122 seguidores 538 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 18 de setembro de 2018
"Alegria, Tristeza, Medo, Raiva e Nojinho. Todas as emoções na mente de uma pequena garotinha"

Divertida Mente é um desenho típico para toda família, mesmo sendo uma animação, é um filme que transmite uma mensagem bem bacana e elaborada.

De fato, "Divertida Mente" surpreendeu bastante pelo seu rico conteúdo. Não por menos, conquistou um Oscar e um Globo de Ouro, no quesito, Melhor Animação.
Elvira A.
Elvira A.

937 seguidores 266 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 4 de agosto de 2015
Um filme de animação, que agrada mais a adultos do que a crianças, porque tem muita simbologia. Como o próprio título diz, são relatadas várias emoções que dominam nossas mentes; Alegria, Tristeza, Raiva, Medinho, girando ao redor de uma família que se muda de Minnessota para San Francisco e não consegue se adaptar. A adolescente Hazel passa por momentos difíceis como adolescente, entra em conflito consigo mesma e com os pais, mas nada que um bom e franco diálogo não consegue resolver. Excelentes efeitos especiais. Para ver e rever.
Luana O.
Luana O.

764 seguidores 557 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 26 de julho de 2021
é uma das melhores animações que já assisti. retrata de uma maneira tão simples, um tema muito complexo, de forma clara e sensível.
Lúcio T.
Lúcio T.

594 seguidores 242 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 15 de junho de 2016
Emoções fazem parte do nosso dia-a-dia. Dependendo das situações, ficamos felizes, tristes, irritados, medrosos e até mesmo nojentos, isso desde o nascimento até nosso sepultamento. Às vezes acordamos de certa maneira que não sabemos o porquê e passamos o dia inteiro assim (talvez seja algum sonho que não lembramos, vai saber.....). Você é a pessoa mais animada da turma, faz de tudo para que o clima fique em alto astral e de repente, lá está você com a "cara murcha" , sem motivo aparente. Ou, és quem vê o lado negro da força em tudo o que acontece, prevenindo a todos sobre o perigo de estar vivo, e como se fosse um milagre, seu sorriso está estampado no rosto, iluminando até os cantos mais sombrios (pode ser uma coincidência de você ter usado algum creme dental superpoderoso). Não, você não é bipolar (ou talvez até seja), é que nossos sentimentos são um mistério para o mundo e para nós mesmos. E olhando os diferentes comportamentos de sua filha, que o criador Pete Docter chegou em seu parceiro Jonas Rivera e perguntou: "E se personificássemos emoções?", BINGO!!!!! A resposta foi está sensacional animação da Pixar! Simplificando nossas emoções em 5, a dupla fez um trabalho sem igual! Mais um desenho que entra para lista dos melhores filmes que já vi na vida! Entre risadas e choros, me diverti muito com está belíssima trama. Que belo visual, que história bem bolada, que tudo! A imaginação destes dois criadores, junto com a de Meg LeFauve e Josh Cooley, vai além, nos mostrando, de uma maneira muito legal, como funciona nossa mente. Fantástico! que presente da Pixar/Disney! A única coisa que deixaram passar é que na mente de nossa protagonista, temos a mescla de emoções no masculino e feminino, então por que nos demais, se é um homem, todos são pernonas masculinas e se mulher, femininas? Seria Riley (a personagem principal) uma mutante? Ou uma mensagem subliminar de que a pequena tenha uma opinião sexual diferente no futuro? Liguem o Bat-sinal...
anônimo
Um visitante
3,5
Enviada em 24 de outubro de 2015
Tendo protagonistas;Alegria,Nojinho,Medo,Raiva e Tristeza,"Divertida Mente",não poderia ser diferente.É uma animação aos moldes daquilo que a Pixar sempre costumou fazer.Coloca magia na história,que agrada não só o público infantil.Os cinco sentimentos,são responsáveis por controlar a pequena Riley,que acaba de se mudar de sua cidade,e consequentemente de escola.O que faz a garotinha procurar novos amigos,e claro,ser controlada por seus sentimentos.
O que podemos ver nessa nova animação da Pixar,é a riqueza do universo,e a sinceridade nos personagens,algo que não era apresentando desde 2010,algo bem imaginário que cativa o público.

-Filme assistido em 23 de Outubro de 2010
-Nota 7/10
Bruno Maschi
Bruno Maschi

444 seguidores 215 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 31 de maio de 2017
Divertida Mente é o novo filme da brilhante Pixar! Mais uma vez não decepcionando com suas brilhantes animações. O filme é realmente muito bom, divertido e principalmente emocionante, sendo que retrata as emoções de uma garota chamada Riley. A animação gira muito em torno da Alegria, e da Tristeza, as outras emoções também tem um papel, porém não tão importante. A idéia que o filme explora é uma das melhores que a Pixar já teve, sempre criando novos mundos! A animação é tão boa que chegou a me emocionar em certos momentos. Possui também vários diálogos e cenas engraçadas, deixando o filme em um ótimo ritmo! Ainda sim, achei que a animação pecou em pequenos aspectos, focando demais na Alegria e dando pouco rumo a história principal, o início é bom, e o final também, mas algumas partes do meio decepcionam um pouco, mas ficam longe de estragar uma bonita animação. Sem dúvidas forte concorrente ao oscar de melhor animação! Mais um belo trabalho da pixar.
Eduardo Santos
Eduardo Santos

340 seguidores 183 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 29 de junho de 2015
Primeiramente, o título desse filme em português é ultraje. O trocadilho é ridículo e o filme é pouco divertido. Na verdade, uma amiga que viu o filme comigo traduziu o título de maneira muito mais adequada: Depressivamente. Em inglês, o nome é Inside Out (algo como, De Dentro Pra Fora), o que também soa bem mais adequado que a forma que foi chamada em português. Esta nova animação da Pixar/Disney traz consigo uma montanha russa de emoções, oscilando do alegre para o triste em um estalar de dedos. Bipolaridade reinante. O filme narra a história da menina Riley, de 11 anos, que vivia uma vida super feliz e interessante em Minnesota, até que seus pais decidem se mudar para São Francisco. Nova escola, longe dos amigos, Riley sofre uma avalanche de sentimentos contraditórios dentro de si. E o filme praticamente inteiro se passa dentro de sua mente. Seus sentimentos de Alegria, Tristeza, Medo, Raiva e Nojinho controlam as emoções da menina desde o momento de seu nascimento. As memórias, os circuitos que regem áreas importantes de sua vida como Família, Amizade, Honestidade, Bobeira e Hockey, são controladas de maneira relativamente harmoniosa, até que a mudança de cidades faz com que uma verdadeira confusão reine em seu interior. Bem, daí em diante, o filme conta as tentativas frustradas de retornar à paz de outrora. E aí o filme parecer ficar mais louco que os sentimentos da protagonista. Boas ideias, como as áreas abstratas, da realização de sonhos e subconsciência se mesclam com a dureza e a aspereza de situações limites que geram situações forçadamente angustiantes. A Alegria, que lidera o grupo de sentimentos controladores, precisa enfrentar dilemas extremamente tiranos até compreender o propósito de sua existência, enfrentando situações de risco, e até mesmo de sacrifício (que levam lágrimas aos olhos da Alegria), para superar as adversidades. O filme conta com personagens carismáticos e bem definidos, mas as circunstâncias de certa forma cruéis são de uma falta de tato aterradora. O filme me pareceu extremamente complexo para as crianças, que muito provavelmente não entenderão todas as nuances narrativas, além de poder causar alguns pequenos traumas com o destino de um simpaticíssimo personagem. Enfim, um filme que é de gente grande para entreter crianças somente visualmente devido ao visual apurado, como outros exemplares da Pixar, só que sem grande magnetismo e com alta dose de melancolia e desesperança até que o final feliz seja alcançado. Com tantos sentimentos à flor da pele, o filme leva emoções diversas à tona, e nesse meio fica um sentimento de não sabermos ao certo se o filme mais agrada do que deprime. Por fim, a sensação que reinou em mim foi de indiferença por um filme com grande potencial desperdiçado em prol de uma forjada boniteza, que no fundo, em meio a tantas emoções, me pareceu um frio retrato de amadurecimento entre risos e lágrimas. Ah, e o fraquíssimo curta que antecede o longa, intitulado Lava, é de longe o pior curta que já vi da Pixar.
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