Divertida Mente
Média
4,6
10596 notas

386 Críticas do usuário

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Leandro M.
Leandro M.

49 seguidores 79 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 23 de junho de 2015
O filme condiz com as críticas que li até agora. Apresenta de forma espantosamente simples e lúdica o complicado funcionamento do nosso cérebro, incluindo o processamento dos diferentes tipos de memórias e sentimentos.
Com certeza será uma importante ferramenta de ensino e também um "gancho" para discussões com as crianças sobre a importância dos diferentes sentimentos e de lidar abertamente com as emoções.

Vale menção às boas dublagens da versão brasileira. Pena que o papel da Calabresa (nojinho) não tenha muito espaço cômico. Mas a Miá se saiu muito bem como a Alegria.

Parabéns à Pixar por esse feito.
Eduardo D
Eduardo D

27 seguidores 62 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 17 de outubro de 2015
Mais uma obra prima da Pixar. Encanta a ideia do filme e o modo como retratam o crescimento de uma criança e suas experiências mais marcantes em forma de memórias.
DANIEL BARRAL
DANIEL BARRAL

27 seguidores 235 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 5 de março de 2025
Vi esse filme em 2015. Fui reassistir e percebi o quão bom ele realmente é. Uma das melhores animações da Pixar, mesmo nível emocionante que Toy Story. As emoções que eu mais me identifico é a Alegria e a Raiva, as vezes mudo de comportamento, rs. Excelente filme, e realmente é muito bom. Gosto demais.
Andréia M
Andréia M

18 seguidores 14 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 22 de junho de 2015
Filme encantador. Um passeio pelo funcionamento do cérebro humano e do papel das emoções para a constituição psicológica do indivíduo.
Retrata de forma lúdica, mas não banal, como emoções como medo, felicidade, tristeza , nojo e raiva têm cada qual a sua importância na vida do ser humano.
Esse filme é como o livro O Pequeno Príncipe: feito para crianças, mas cuja interpretação requer a maturidade de um adulto.
Creio que virá a ser um daqueles filmes sobre o qual muito ainda ouviremos falar e sobre o qual muito ainda será debatido.
Minhas emoções ainda estão em festa por ter visto esse filme.
Rodrigo C.
Rodrigo C.

15 seguidores 21 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 23 de junho de 2015
“Divertida Mente” é a estreia dessa semana. O novo filme da Disney/Pixar, promete uma boa dose de diversão, mas muito mais que isso, uma verdadeira análise sobre o sentimento humano.

Do diretor Pete Docter, já consagrado no mundo da animação por dirigir e roteirizar “Monstros S.A”, “Wall-E”, “Up”, e ainda estar envolvido com o roteiro e animação de “Toy Story 1 e 2”, mais uma vez apresenta um excelente trabalho, mas com um histórico desses, a garantia de um bom filme era quase certa.

É impressionante a habilidade da Pixar em desenvolver histórias engraçadas, leves, divertidas mas ao mesmo tempo extremamente dramáticas, que te levam a um pensamento crítico sobre o tema abordado. E não é diferente em “Divertida Mente”, muito pelo contrário, talvez nesse o debate seja bem mais intenso, e concreto do que qualquer outro.

Com uma boa dose de metáforas, o filme explora a miscelânea das nossas emoções, e a importância de saber administrar elas, indicando que temos a necessidade de sentir cada uma e que isso é responsável pela construção do nosso caráter. Logo, a desarmonia entre essas sensações, podem nos levar ao mais profundo dos abismos, onde nossos sentimentos se perdem, e o mundo se torna mais apático.

A construção do conflito é feita de maneira gradual, mas de modo nenhum cansativo. A busca pela resolução dessa desordem é bem penosa, e na verdade, é exatamente nesse momento, no segundo ato, em que o filme começa a desenvolver seus debates com um caráter bem lúdico e metafórico. O conflito, como disse, não é fácil de ser solucionado, muito pelo contrário, há a criação de cada vez mais novos conflitos até a situação ficar realmente caótica. A partir daí, a personagem principal chega a uma epifania, em mais uma metáfora clara da nossa própria vida.

Essa abordagem, e o rumo que o filme toma é bem diferente do que estamos acostumados a ver. E talvez essa visão seja a mais adequada a se passar, e a solução ainda mais coerente.

Por fim, acredito que mais uma vez o conceito “Disney” é aplicado, onde há espaço para diversão em família, para os pais e para os filhos, onde cada um vai absorver uma mensagem de acordo com sua própria experiência e idade. Claro que o entendimento dessas metáforas é essencial para a compreensão da mensagem do filme, por isso acredito que crianças mais novas não vão gostar muito dessas partes com diálogos mais longos onde há o desenvolvimento do debate em questão, e provavelmente elas vão se entediar, mas irão se agradar pelas inúmeras cenas de comédia, que arrancam uma boa dose de gargalhadas.

“Divertida Mente” não é só uma animação é uma garantia de um entretenimento de qualidade, e uma aula sobre a emoção humana.

Garanta seu ingresso e bom espetáculo.
Neto S.
Neto S.

30.587 seguidores 773 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 27 de outubro de 2015
Riley é uma garota divertida de 11 anos de idade, que deve enfrentar mudanças importantes em sua vida quando seus pais decidem deixar a sua cidade natal, no estado de Minnesota, para viver em San Francisco. Dentro do cérebro de Riley, convivem várias emoções diferentes, como a Alegria, o Medo, a Raiva, o Nojinho e a Tristeza. A líder deles é Alegria, que se esforça bastante para fazer com que a vida de Riley seja sempre feliz. Entretanto, uma confusão na sala de controle faz com que ela e Tristeza sejam expelidas para fora do local. Agora, elas precisam percorrer as várias ilhas existentes nos pensamentos de Riley para que possam retornar à sala de controle - e, enquanto isto não acontece, a vida da garota muda radicalmente. Otima Animaçao , Historia Muito Criativa , Otimos Personagens , Umas das Melhores Animaçoes da Pixar. Nota 9,5
Elvira A.
Elvira A.

937 seguidores 266 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 4 de agosto de 2015
Um filme de animação, que agrada mais a adultos do que a crianças, porque tem muita simbologia. Como o próprio título diz, são relatadas várias emoções que dominam nossas mentes; Alegria, Tristeza, Raiva, Medinho, girando ao redor de uma família que se muda de Minnessota para San Francisco e não consegue se adaptar. A adolescente Hazel passa por momentos difíceis como adolescente, entra em conflito consigo mesma e com os pais, mas nada que um bom e franco diálogo não consegue resolver. Excelentes efeitos especiais. Para ver e rever.
Marcos A.
Marcos A.

95 seguidores 123 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 20 de junho de 2015
É a Pixar acertando novamente, o filme é bom demais, tudo funciona, e é bom para os pequenos com seus personagens fofinhos e para os grandinhos com várias piadas sobre terapia e o funcionamento da mente humana. Bom demais, e apesar de todos os personagens principais serem excelentes, quem rouba a cena é Bing Bong..Diversão garantida.
Robert M.
Robert M.

36 seguidores 31 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 29 de junho de 2015
ótimo filme, ótimo ver como retrataram as emoções que vivemos. Um pouco ate complexo mas cheio de nuances e significados
Matheus D
Matheus D

30 seguidores 31 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 26 de março de 2016
A Pixar está de volta, e esse retorno não poderia ser melhor, porque aquela boa e velha magia de seus filmes que nos pegaram em seus diversos clássicos, aquela magia voltou e com força total eu diria. Tudo em relação a este filme é genial mais vou tentar explicar pra vocês o conteúdo desta obra prima. O principal a dizer é que essa é a ideia mais criativa que a Pixar já teve e também a mais bem executada. O que eles fizeram foi criar um universo inteiro sobre como a nossa mente funciona, tudo isso através de uma menina de 11 anos chamada Riley e suas emoções primordiais : Alegria, Tristeza, Raiva, Nojinho e Raiva. A Riley é comandada pela Alegria, então a vida dela sempre foi muito feliz, até que um dia ela e a família se mudam por causa que o pai começou um emprego novo. São muitas mudanças e adaptações que essa menina tem que passar, e daí as emoções dela não sabem como vão manter ela normal como antes, daí acontece um acidente muito grave, e a Alegria e a Tristeza acabam saindo acidentalmente da cabine de controle, onde operam a mente dela, e elas vão ter que voltar rápido pra salvar a consciência da Riley. Primeiro que todas essa emoções e a Riley em si, são personagens extraordinários, e todos são dublados com extremo talento por todo o elenco de vozes, que inclui Amy Poehler, Lewis Black, Phyllis Smith, Mindy Kalling e Bill Hader, todos muito bem em suas performances. Porém o grande destaque do filme é o roteiro, ele não só é inteligente, como também bem escrito e cheio de ideias excelentes, o porquê de esquecermos algo que não queremos ou o porquê musicas horríveis grudam na nossa cabeça, são todas coisas tão complexas explicadas da maneira mais simples e eficiente possível. É claro não esqueça que como animação da Pixar, o filme tem uma mensagem muito relevante pra nossa sociedade, sobre como lidar com a depressão, e ele também emociona bastante, tanto que em momentos mais emocionantes ou os mais tristes, você vai se pegar bastante de coração partido ou até mesmo chorando, no meu caso eu chorei pra caramba mesmo, há uma cena em especial que me deixou totalmente tocado,e que se você não pelo menos se emocionar, você não tem coração, há tempos em que eu não chorava em um cinema, realmente foi muitas emoções para um filme só. Tecnicamente falando o filme é tudo que se espera dele, afinal este estúdio é sinônimo de qualidade nesse assunto, portanto os visuais são lindos, principalmente no uso de cores que representam cada momento do filme, por exemplo em momentos felizes tudo é fortemente colorido, já em momentos tristes a tons mais escuros. Os personagens são bonitos visualmente e conceito visual dos cenários é estonteante, tudo parece muito real mesmo a aparência sendo um pouco cartunesco dentro da mente da Riley. A trilha sonora é encantadora, mais uma vitória pra Michael Giacchino que já se provou em outros filmes como o mais recente "Jurassic World" ou "Up", em que venceu o Oscar. Ela é agradável de ouvir, tem melodias incríveis e ajuda ainda mais o filme na hora de emocionar o espectador. Quanto ao 3D do filme ele é bonito como em qualquer animação que tem, porém caso queira dispensá-lo não tem problema. De todos os filmes que vi em 2015, Divertida Mente não só é um dos melhores, como também foi um dos poucos em que eu tive altas expectativas, e elas não foram só superadas, eu vi um filme que não esperava ser tão marcante e profundo pra mim, eu senti tantas coisas vendo ele que é uma sensação que acho que jamais esquecerei. Por essas e outras razões eu não tenho medo de dizer que Divertida Mente é o melhor filme de toda Pixar, superando até grandes clássicos deles e se concretizando como uma das melhores animações de todos os tempos. Um clássico instantâneo que eu pretendo rever inúmeras vezes em casa, e que já considero o grande vencedor do Oscar de melhor animação de 2015 e quem sabe, até mais que isso. Não perca a oportunidade de vê-lo !
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