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Enio
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3,0
Enviada em 6 de julho de 2014
FEMINISMO IMATURO E ANALOGIA EUFÊMICA... Deixando de lado o marketing sensacionalista, Vamos ao propósito de Lars Von Trier... Apesar de o foco ser a obsessão erótica e destrutiva de Joe, a primeira metade desse filme esta recheada de trocadilhos feministas, tais como: A metáfora da pescaria na qual o homem é estereotipado como um animal alienado e fragilizado cuja “isca” é a sensualidade e inteligência feminina que o subjuga, tornando-o uma presa a ser facilmente fisgada e manipulada diante de sua “dependência por sexo fugaz” ou o fato de Joe entender mais de mecânica e habilidade ao estacionar um carro do que Jerôme. A demais, embora a estória seja um pouco previsível, as metáforas de Lars nunca decepcionam. Destaco a atuação de Stacy Martin, que em minha opinião deixa no chinelo muitas veteranas famosas e com estatuetas. Suas expressões vão muito além do texto... essa menina vai longe!
Aviso: Esse filme não é para anonistas: Embora tenha várias cenas de sexo, trata-se de um convite a reflexões, pois se trata de Lars Von Trier que sempre exige um pouco mais do expectador!
Vou aguardar a parte 2 para fechar a nota. Gostei do filme por expor os segredos de todos nós de forma tão carinhosa. Sem julgamentos. Somos voyuers de nós mesmos.
Bem vamos la. Recentemente fui convidado para ver esse filme, e logo julguei o livro pela capa, achei que com um titulo desse o filme não deveria ser bom, porém não se deve julgar um livro pela capa, correto? Pois bem, fui ver o bendito filme. Primeiramente quem foi Lars Von Trier? Bem..um diretor de cinena, nada de especial, dirigiu vários filmes, como Ondas do destino, Os Idiotas, Manderlay, Manderlay, Anticristo, Dogville, ambos horríveis..bem..foram os que eu assisti..sei que tem outros mas não perderei meu tempo. Por mais que Lars Von Trier tenha sido um dos criadores do movimento Dogma'95, que prega um cinema mais simples e mais natural (o que a meu ver acho uma excelente ideia por sinal), achei o filme fraco, sem enredo, a estória muito fraca, pobre, nada de tocante, sem começo, nem meio , nem fim. O filme acaba do nada, a meu ver a atriz tenta se curar de uma doença, que esta acabando com a vida dela, e ela não aguenta mais, só isso que captei no filme, não me acrescentou nada de especial, e não, eu não manjo nada de filmes, mas assisto vários e tento prestar muita atenção aos detalhes. Esse filme nada mais é que um pornô, fraco, arriscaria dizer que não passa de um pornochanchada brasileiro só que gringo, mas não, nem isso chega a ser de tão ruim.
Acho que para alguem lançar esse tipo de filme não deve ter vergonha na cara,ou só deve pensar em besteira 24hrs por dia, porque não classifica logo o filme como pornô ao invés de dizer que é um drama
Fantástica montagem do roteiro, cenas e principalmente com a trilha sonora clássica. Diálogos excitantes intelectualmente. As atrizes me surpreenderam com a suas expressões. Muita expectativa para o volume 2.
Gostei da transposição das histórias dos personagens. Simples e poética. Brutal! Apesar de não ser especialista em Lars, senti falta de um pouco mais de tensão e melancolia.
Filme simplesmente fantástico, pretendo fazer cinema e Lars Von Trier é uma inspiração pra mim, nunca erra em relação a filmes, não é uma história fraca, e tão menos da sono, é maravilhosa, e pra quem realmente quer assistir pra ver " putaria ", não vá, história maravilhosa, iria de novo pra assistir !
O filme é fantástico: um verdadeiro orgasmo psíquico!! Gostei muito do ritmo do filme, das atuações e dos ótimos diálogos. Toda a carga interpretativa do filme abre espaço para ótimas discussões sobre a segunda parte da trama, assim como amplas discussões psico-filosóficas acerca da vida e da própria relação entre a mulher e o sexo na sociedade atual.
Extremamente ousado, provocador e intenso. Ninfomaníaca é mais um projeto de Lars von Trier, que completa a “trilogia da depressão” (com Anticristo e Melancolia).
O polêmico diretor dinamarquês, declarado persona non grata no Festival de Cannes por suas opiniões políticas controversas, choca o público com Ninfomaníaca – volume 1, um dos filmes mais aguardados do ano.
Abordando a história da vida sexual de uma ninfomaníaca, da infância a velhice, com direito a cenas de sexo reais, nudez frontal e muita polêmica, a complexa e elaborada história é composta de duas partes, exibidas em versões reduzidas nos cinemas, divididas em oito capítulos (quatro em cada filme).
A mensagem principal trata da descoberta e da busca desenfreada por sensações, sem medir conseqüências, na qual a protagonista Joe (Charlotte Gainsbourg) narra as aventuras sexuais que vivenciou.
Tema e formato definem uma produção ousada, que logo nos primeiros minutos provoca o espectador, que se vê obrigado a aguardar o início tardio da história, preparando terreno para a surpresa que vem a seguir.
Sem banalizar o tema tabu, o diretor expõe uma poderosa análise emocional da protagonista, utilizado como recursos gráficos, desenhos, cálculos, palavras-chave e hipertextos com maestria (incluindo doses de humor) durante todo o filme.
Na trilha sonora, destaque para a banda alemã Rammstein, capaz de chocar e mexer com o espectador, além de Bach e velhos clássicos dos anos 70, encaixados perfeitamente em cena.
Com excelentes atuações e poderosos elenco, Ninfomaníaca – volume 1 prepara o terreno para a parte final que encerra essa história de um diretor genial, que adora expor sua opinião e chocar o mundo da sétima arte.
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