Ninfomaníaca - Volume 1
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3,7
1266 notas

90 Críticas do usuário

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Isis Lourenço
Isis Lourenço

7.622 seguidores 772 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 12 de março de 2016
Você vê o filme esperando que ele seja uma coisa,porém é um drama bem chatinho e entediante e no final você ainda fica com mais raiva e se pergunta por que assisti isso...
Maiko D
Maiko D

1.659 seguidores 303 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 17 de fevereiro de 2015
Muito chato. Tem que ter muita paciência para terminar a segunda metade do filme.
Jhonathan C.
Jhonathan C.

3.325 seguidores 415 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 6 de janeiro de 2015
Ninfomaníaca 1, apesar de ainda não saber a parte 2, não aborda assunto que realmente façam entreter o público. O filme já começa com o Seligman ajudando Joe, e incrivelmente, começam a conversar que nem grandes amigos. A comparações também são toscas e desnecessárias, uma deles é a comparação dela perdendo a virgindade, onde o o personagem interpretado por Shia LaBeouf vira ela de costas como um "saco de batatas". O filme teve momentos bons, mas ao todo, não é uma obra como dizem.
danilo s
danilo s

1.092 seguidores 293 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 8 de maio de 2021
Diferente de tudo que já assisti, esse longa do Lars surpreende e incomoda. Boa a atuação da atriz principal.
Elaine B.
Elaine B.

16 seguidores 6 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 23 de dezembro de 2015
O filme se parece mais com um pornô prive... Com um toque dramático por contar a história de uma mulher viciada em sexo sem compromisso...
Eduardo Santos
Eduardo Santos

340 seguidores 183 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 10 de janeiro de 2014
Para início de conversa. Não se trata de um filme erótico ou pornográfico. Lars Von Trier é um dos diretores mais polêmicos e interessantes da atualidade, e desde que ele começou a falar sobre esse filme, muitas especulações vieram à tona, e criou-se uma expectativa errônea de que o filme seria um pornô de arte, com elenco de figuras hollywoodianas conhecidas em cenas de sexo explícito. Pois bem. Quem já viu algum filme do Lars Von Trier sabe como o cineasta gosta de provocar, e nesse filme ele mais uma vez traz à tona situações polêmicas para discutir a ambiguidade das pessoas e como o fator psicológico afeta o comportamento nas relações humanas. Esse filme, dividido em duas partes, participa da tal “Trilogia da Depressão” do cineasta, que inclui ainda os ótimos filmes Anticristo (chocante) e Melancolia, sendo que quem conhece um pouco da filmografia do diretor sabe que ninguém fala sobre depressão tão bem como ele, já que todos seus filmes são tristes, além dele ser responsável por um filme que é considerado por muitos (a mim inclusive) como o mais triste e deprimente da história, chamado Dançando no Escuro, com a cantora Bjork. Mas falando especificamente sobre esse seu novo filme, ele narra a história de Joe (Charlotte Gainsbourg em mais uma parceria com o diretor), uma mulher de seus 50 anos que é achada completamente machucada e desacordada no meio da rua por Seligman (Stellan Skarsgård, outro ator corriqueiro nas produções do cineasta), e que a partir daí, começa a contar sua história cheias de mistério e regada a sexo (afinal, ela é assumidamente ninfomaníaca) para esse homem desconhecido. Desta interessante premissa, se desenvolvem diálogos que não me pareceram tão inspirados como outrora na filmografia do diretor, mas que ainda assim demonstram muita habilidade em descrever casos extremamente complexos da psique humana. Os personagens são interessantes e intensos, e quem procura somente uma sucessão de cenas de sexo aleatórias, ficará certamente decepcionado com o filme. O sexo é parte intensa da vida de Joe, mas a narrativa é lenta e não tem nada de estimulante. Aqui, o sexo é tratado com culpa e/ou como algo meramente mecânico, sem emoção. As aventuras de Joe desde criança, principalmente na adolescência, onde é interpretada pela jovem Stacy Martin, são narradas com frieza perturbadora. O elenco é excelente. Embora Charlotte Gainsbourg e Stacy Martin tenham um ar calculadamente indiferente, o que me chamou a atenção mesmo foram os atores secundários. O Shia “Transformers” LaBeouf parece a vontade em seu difícil papel, e mostra que pode sim ser bom ator, quando bem dirigido. Christian Slater, outro ator que sempre me pareceu limitado, está também muito bem, principalmente no Capítulo 4 – Delírio, onde ele tem participação fundamental. Mas quem chama mesmo a atenção, com uma das personagens mais interessantes, e tragicamente engraçada, é Uma Thurman, que rouba suas cenas com sua performance excepcional de uma mulher traída. De resto, a parte técnica sempre impecável, e a sensação de desconforto já típicas de Von Trier. Um filme que visivelmente foi dilacerado devido aos anunciados cortes feitos, contra a vontade do diretor, mas que acaba de maneira a deixar uma amarga curiosidade de como será a continuação das histórias de vida de Joe. Se você não estiver querendo ver só um mero filme de sacanagem, e não se importar com o lento ritmo imposto, pode acabar gostando, pois o filme é um denso retrato de mais uma das marcantes mulheres criadas por Von Trier.
Marcio A.
Marcio A.

165 seguidores 134 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 14 de abril de 2014
Diante de um turbilhão de polêmicas mesmo antes de sua conturbada exibição, soou pelo menos pra mim uma propaganda um pouco enganosa, visto que o filme não é tão ousado assim, embora em seu decorrer possamos nos deparar com um mosaico de desejos reprimidos e muitos deles proibidos, e algumas metáforas em que se é difícil fazer uma conexão coerente. Von Trier arrasta o filme até alguns momentos polêmicos, e alguns instantes nos coroa com uma fotografia primorosa e enquadramentos que revelam a sua originalidade. Mas bato sempre nesta tecla, assim como uns tentam ser originais na escalologia, Von trier apela por formatos improváveis como em Dogville, e intimida o espectador ao já início tardio, que ao meu ver testa a paciência de quem assiste; visto que um clichê bem empregado e coerente mostra-se mais eficaz no que tange o entretenimento e a afinidade. Acho completamente gratuito este tipo de movimento cinematográfico, visto que penso que a criatividade não está nestas características impressas na condução de Von Trier, porquanto a maneira como ele faz o seu cinema é realmente digno de aplauso. Pena que seja muito pouco entre cenas de sexo explícito, orgias e caras e bocas como nas propagandas de divulgação. Raso como um pires. Tomara que o volume 2 seja um pouco menos anticlímax.
Guillermo M.
Guillermo M.

54 seguidores 103 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 27 de novembro de 2014
O filme abordou de forma coerente a infância e adolescência da protagonista. Possui várias cenas de sexo explícito.
Marcio S.
Marcio S.

108 seguidores 126 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 5 de setembro de 2014
Entre uma polêmica e outra Lars von Trier vai construindo uma filmografia com filmes instigantes que geram-se debates interessantes e com uma boa linguagem cinematográfica. Apesar de ser um filme didático e com metáforas demais o discurso parece (por se tratar claramente de um filme cortado pela metade) ser rico.
Seligman (Stellan Skarsgard) é um homem que aparentemente vive só. Após ir à rua encontra caída no chão uma mulher que está machucada. Ele quer chamar uma ambulância ou a polícia mas a mulher não deixa. Ele então pergunta se ela gostaria de ir para a casa dele para que ele possa à ajudar. Na casa de Seligman ela se apresenta como Joe (Charlotte Gainsbourg). Ela começa a contar sua história para que Seligman entenda o por que ela estava machucada e caída no chão. Ela diz ser uma pessoa muito ruim, mas pede que a escute sem julgar.
Logo no início somos conduzidos pela câmera através dos barulhos da chuva que bate em telhados e tampas de lixo. A água escorre pela parede até a câmera adentrar em um buraco na parede. Essa entrada no escuro pode ser uma grande indicação para o obscuro de uma mente que tende a nos conduzir durante todo o filme. Ou os relatos de uma vida obscura que iremos ouvir.
Ao contar a história somos conduzidos por elementos da vida de Seligman e por metáforas que ele faz para cada capítulo em que Joe vai contando. De forma excessiva von Trier conduz a narrativa de uma forma que acaba por exagerar nas metáforas de Seligman. Lars von Trier toca levemente em temas como pedofilia e fala muito sobre o amor. Para demonstrar que o amor não tem nada de matemático Lars von Trier coloca alguns elementos como o pai de Joe ser uma pessoa que acredita muito mais no empírico e coloca até um desenho matemático para justificar como se entra numa vaga em uma cena em que Joe está com Jerome. Além disso tem momentos que chega a mostrar números que Joe disse nunca mais esquecer. Joe que era tão contra o amor ao longo do tempo vai demonstrando que realmente começa a sentir algo no mínimo semelhante ao amor. Essas ações e outras que falam de números funcionam com algo que quer dizer que não há nada empírico ou exato no amor. Apesar de Joe contestar o amor de forma interessante a verdade é que o ser humano não é algo em que a matemática possa explicar ou enquanto o amor é algo não matemático o sexo é pura matemática.
Há momentos que o filme é didático demais, pois Seligman quer explicar demais. Parece que von Trier não confiou no espectador. Por outro lado essa explicação excessiva pode nos levar a crer que ele quer que sejamos realmente conduzidos por Seligman. O filme nos conduz de maneira que nos interroguemos em vários momentos, mas ainda é um filme que foi dividido em dois e isso só nos faz pensar em mais coisas interessantes que nos conduzirão até o final real do filme.
Juarez Vilaca
Juarez Vilaca

2.918 seguidores 393 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 13 de janeiro de 2014
Lars von Trier não veio ao mundo para explicar, veio para confundir. E é isso o que ele faz e com muito sucesso em seu novo filme, Ninfomaniaca. Creio que o objetivo é derrubar tabus e costumes milenares que tentam incutir na cabeça das mulheres o recato e do homem permissivo e dominador, em relação ao sexo. Ele inverte os papeis e dá um nó nas cabeças conservadoras. O filme é bem feito, muito bem dirigido e com atores de primeira. Vale a pena, para quem gosta de filmes desafios.
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