Ninfomaníaca - Volume 1
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3,7
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90 Críticas do usuário

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Jerome P.
Jerome P.

9 seguidores 4 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 15 de janeiro de 2014
É um filme pouco acessível...
Precisa estar com a mente afiada para acompanhar os diálogos densos.
E o público jovem, provavelmente atraído pelas cenas de sexo explicito, não ajuda em nada a mergulhar na atmosfera do Lars Von Trier (celulares tocando, etc).

Pelo que vi do trailer do Volume 2, esse volume 1 é a parte light da jornada...
E apesar do humor estar presente em algumas cenas que nos levam a gargalhada, é uma viagem sombria. Enfim, Lars Von Trier... fazer o que? ;-)
Alguns diálogos são pérolas, mas para mim, estão isolados entre quedas no ritmo do filme. Pro meu gosto, essa trilogia já me parece longa demais... e o caractere trash do vol. 2 não me incite a voltar.
jpaschoal
jpaschoal

5 seguidores 37 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 12 de abril de 2014
Lixo puro, só isso!! Lixo puro, só isso!! Lixo puro, só isso!
João Pedro S.
João Pedro S.

3 seguidores 4 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 19 de janeiro de 2014
Boa noite aos leitores do Adoro Cinema,
Não sou muito bom para fazer uma crítica mas vou tentar. Primeiramente acho que as pessoas tem medo de criticar um diretor pelo seu prestígio perante a mídia, realmente isso me incomoda. Ninfomaníaca é um filme interessante, nada surreal, cenas fortes de sexo, porém nada que seja chocante de fato no atual cenário sócio cultural, percebi também um certo humor negro algo que não tinha percebido em Melancolia o que mais me chamou a atenção foi a aparição da Uma Thurman como uma mulher desesperada e o que mais estava próximo de um drama da vida real. O filme tem boas cenas, narrativa passeando entre o erudito e o popular o que faz com que o filme ganhe ares de filme cabeça. Mas faltou amarrar todos os dramas abordados no filme em um único enredo. Enfim, não sou crítico...mas achei o filme mediano e esperava mais!!!!!
Nelson Tadeu P.
Nelson Tadeu P.

4 seguidores 16 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 10 de janeiro de 2014
filme de cenas paradas sem diálogo e narrativa cansativa Cine com bom público talvez mais pelo título
Almir S.
Almir S.

306 seguidores 214 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 23 de abril de 2014
FRACO. Típico filme " muito barulho por nada", falaram tanto das cenas de sexo, mas tiveram filmes mais explícitos na história do cinema, sem falar que o roteiro é meio idiota.
Phelipe V.
Phelipe V.

510 seguidores 204 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 18 de janeiro de 2014
Se ao lançar Melancolia, em 2011, Lars Von Trier disse estar temeroso e não gostar de rever o filme porque o considerava o mais comercial de sua carreira, aqui ele finalmente pode constatar essa afirmação. E com força. Lars parece estar passando por uma popularização em seus filmes e não apenas em números ou qualquer coisa relacionada ao público (no Brasil, por exemplo, o filme teve a maior abertura de todos os filmes do cineasta), mas também em relação à estética e ao discurso narrativo usado. Dessa vez, contando a história de uma ninfomaníaca (ou viciada em sexo), que, quando achada por um homem já velho após algum acidente misterioso, resolve narrar vários passos de sua vida em capítulos para mostrar o quão horrível pessoa ela é.

Nota-se abertamente uma intenção de atingir novos públicos. Ou talvez uma compreensão, pois, como se sabe, o marketing em torno de A Ninfomaníaca foi pesadíssimo e Von Trier é bom (talvez o melhor no mundo atualmente) em criar algo que se aproxima de uma mitificação de suas obras. É provável que a espera por esse filme, e sua continuação, não esteja mais relacionada ao seu conteúdo supostamente explícito há bastante tempo, mas também é difícil identificar os motivos para que ele tenha se popularizado tanto, a não ser o belo trabalho de divulgação e distribuição de polêmicas.

Visto isso, resta tentar entender um pouco dessa popularização em A Ninfomaníaca, que, ao meu ver, fica bem mais evidente quando comparamos com toda a filmografia do diretor até aqui. Por exemplo, a montagem mais frenética em certos pontos do filme, como naquele Primeiro Capítulo. A trilha-sonora também é uma das mais inesperadas possíveis, em certas cenas a impressão que fica é que fomos transportados para um filme hollywoodiano, com uma música pop embalando a cena. Há também os detalhes pulando na tela, e coisas sendo desenhadas enquanto os personagens falam. O ritmo do filme é louvável, de forma que mesmo nos momentos mais lentos, a atenção se mantém no que está sendo contado por Joe - ainda que não seja muito necessário o uso do preto & branco pra contar o que se conta no Quarto Capítulo. É bem provável que tenha surgido essa procupação na concepção do filme: se pretendo, e vou, atingir um novo público com essa obra, porque não adapta-la a esse público?

É claro que não é algo que se vislumbra em todo o filme, afinal, Lars Von Trier não é fácil de se desprender de sua câmera nervosa, seus enquadramentos denunciadores ou de sua direção de atores precisa, com um forte embasamento teatral, que, aliás, é evocado em sua plenitude total no Terceiro Capítulo onde Uma Thurman entrega a melhor performance de sua carreira recente. E dizer que o Cinema emudece pra ela não é mentira alguma. Nessa parte, aliás, se esconde o ponto central de um dos trunfos do filme, que é o de rir de si próprio. Existe o humor no filme, ora negro, ora bastante comum, mas sempre presente, e não há intenção alguma de esconder esses momentos engraçados. Seja na situação, quanto nas conversas entre Joe e Seligman - nome que, aliás, gera um momento divertidíssimo.

Revigorando-se por não ser um filme tão pesado quanto se esperava, por assim dizer, o roteiro parece abrir mão de qualquer evitação do pedantismo, em seu significado mais literal. Está tudo jogado ali, de religião ao papel da mulher no mundo atual, de Bach a Edgar Allan Poe, por vezes falta uma certa coesão no encadeamento de ideias proposto, o que nunca chega a ser sentido, graças à mão pesada da direção. O que poderia ser tachado como problema é, sem dúvida, o didatismo do filme, mais uma das coisas que Von Trier parece ter aumentado aqui ao pensar em seu público; nunca foi tão didático em suas referências antes. Dessa vez, tem pouca coisa direcionada a uma interpretação livre porque Joe e Seligman fazem questão de explicá-las, às vezes até por duas vezes, como que para dizer: "olhem, é isso que eu estou querendo dizer com esse simbolismo/metáfora!".

Apesar de querer muito ver a versão integral da obra, aquele corte do diretor já comentado de 5h30, não exatamente senti falta das cenas mais pesadas tão prometidas, até porque, mesmo sem elas o filme se basta. É bem montado, e todas as cenas são fundamentais. O problema aqui está em avaliar um filme pela metade. Porque é anticlimático, não tem como negar. Quase consigo sentir a tristeza de Lars Von Trier ao ter que exibir essa história da forma como pensou, de maneira picotada. Pode ser que muitas coisas ditas aqui se justifiquem na continuação, mas como é necessário avaliar essa "metade inicial" ou "início do pedaço final" que encerra a última trilogia de um cineasta que é cheio delas, ao tentar fazer mais um tratado da natureza humana já é possível constatar que mostrou exatamente a que veio. E se alguns críticos chamam Anticristo, Melancolia e Ninfomaníaca de "Trilogia da Natureza", eu prefiro chamar de "Trilogia Charlotte Gainsburg", pelo menor por enquanto, porque é ela a grande alma dos três. E se já deu pra testificar o poder dessa atriz nesse início de uma terceira empreitada , onde ela nem fica tanto tempo na tela e empresta sua voz a uma narração absolutamente funcional, imagine no que vem por ai em Março...
Anderson  G.
Anderson G.

1.369 seguidores 397 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 6 de janeiro de 2017
“Ninfomaníaca, volume um” é mais que uma experiência cinematográfica, o filme é uma experiência sensorial, é um estudo sobre o amor, perda, separação, remorso. solidão.. tudo visto pelo olhar de um mulher que se utiliza do sexo como fuga de todos os seus problemas, ponto de vista esse, que não é muito comum no cinema, mas eu não poderia esperar algo diferente do ótimo diretor Lars Von Trier, com cenas de sexo reais, Joe não tem pudor algum, perdendo a virgindade com I5 anos e chegando a transar com I0 homens no mesmo dia , nossa protagonista busca algo real, mas se contradizendo ela não acredita no amor, com diálogos maravilhosos, trilha sonora fantástica, com uma câmera móvel e misto de fotográficas claras, escuras e até preto e branco, Lars Von Trier se utiliza de varias técnicas para passar a angustia do momento, o filme mostra três fases de Joe, quando criança, quando jovem adulta e quando adulta, destaque para essas duas ultimas fases que são vividas brilhantemente pelas atrizes Charlotte e Stacy Martin, “Ninfomaníaca” traz discursões pertinentes sobre a solidão amor e sexo, tocando em temas polêmicos, com diversos contrapontos entre o sexo e temas cotidianos com analogias fantásticas, com cenas polemicas, mas com um show de direção, o filme é completo, pois faz mais que seu papel de nos mostrar uma historia, ele causa uma reflexão em nossas vidas, como o “De olhos bem fechados(I999)” ele se comunica através do sexo, mostrando toda a parte animalesca do ser humano, a película é interessante, intrigante, provocativa e mesmo em alguns momentos perdendo o ritmo, o filme nos deixa vidrados e apaixonados .
Enio
Enio

10 seguidores 63 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 6 de julho de 2014
FEMINISMO IMATURO E ANALOGIA EUFÊMICA...
Deixando de lado o marketing sensacionalista, Vamos ao propósito de Lars Von Trier...
Apesar de o foco ser a obsessão erótica e destrutiva de Joe, a primeira metade desse filme esta recheada de trocadilhos feministas, tais como: A metáfora da pescaria na qual o homem é estereotipado como um animal alienado e fragilizado cuja “isca” é a sensualidade e inteligência feminina que o subjuga, tornando-o uma presa a ser facilmente fisgada e manipulada diante de sua “dependência por sexo fugaz” ou o fato de Joe entender mais de mecânica e habilidade ao estacionar um carro do que Jerôme. A demais, embora a estória seja um pouco previsível, as metáforas de Lars nunca decepcionam.
Destaco a atuação de Stacy Martin, que em minha opinião deixa no chinelo muitas veteranas famosas e com estatuetas. Suas expressões vão muito além do texto... essa menina vai longe!

Aviso: Esse filme não é para anonistas: Embora tenha várias cenas de sexo, trata-se de um convite a reflexões, pois se trata de Lars Von Trier que sempre exige um pouco mais do expectador!
Lucas Collito
Lucas Collito

6 seguidores 23 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 18 de junho de 2014
Ousado, Von Trier conduz um apelo erótico à filosofia! Há erotismo sim, há drama sim, há teorias sim, e tudo se choca perfeitamente em um misto de sentimentos na biografia da personagem.
Sandro B
Sandro B

13 seguidores 42 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 4 de fevereiro de 2014
Uma abordagem diferente sobre o sexo por sexo. Sexo por amor. Moralismo x Hedonismo. Arte, natureza e relações humanas. Diálogos ricos e cenas fortes.
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