Média
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O filme tem seus exageros, bem cara de mão do Del Toro, mas funciona como uma boa fábula. A história é bem bolada e poderia aterrorizar mais, se não fosse tudo muito explícito. Mas é tensão garantida!
Ainda que fique perdido em certos padrões dos mais frágeis filmes de horror, Mama acerta com certa destreza quando se deixa levar por seu lado fabular.
É possível pensar em O Labirinto do Fauno, por razões óbvias (Del Toro produz o filme), mas também vem à memória A Dama na Água e até Vinil Verde, curta de Kléber Mendonça Filho (me permitam a fluência maluca dos pensamentos…).
O tom, que se apresenta inicialmente como um horror tradicional, começa a se desdobrar em um conto fabular, que brinca com nossa dúvida até que chegue ao clímax. E é justamente nele onde mora o perigo: tal qual no filme de Shyamalan (A Dama na Água) será difícil para a plateia crer, já que não está acostumada à fórmula. Talvez o estranhamento seja necessário, mas…
A audiência (baseado nos comentários que ouvi ao fim da sessão) parece aguardar ansiosa por uma grande reviravolta – seja ela uma pegadinha ao modo Jogos Mortais ou no mínimo algo meio Scooby-Doo. Algo que compense os sustos, como um biscoito que premia o ratinho na caixa de estímulos de Skinner.
E assim passarão despercebidas as duas referências a Hitchcock que o filme apresenta: quando vemos a câmera enquadrando os óculos de Victoria para mostrar um detalhe (Pacto Sinistro, também presente em Minority Report), ou quando o Dr. Dreyfuss usa o flash da câmera fotográfica para achar a ameaça (Janela Indiscreta). Ainda que as homenagens estejam lá, de Hitchcock se tem quase nada de fato, já que o filme se baseia mesmo num apanhado de sustos tolos, quando tem às mãos um terror psicológico muito mais cativante.
É possível pensar em O Labirinto do Fauno, por razões óbvias (Del Toro produz o filme), mas também vem à memória A Dama na Água e até Vinil Verde, curta de Kléber Mendonça Filho (me permitam a fluência maluca dos pensamentos…).
O tom, que se apresenta inicialmente como um horror tradicional, começa a se desdobrar em um conto fabular, que brinca com nossa dúvida até que chegue ao clímax. E é justamente nele onde mora o perigo: tal qual no filme de Shyamalan (A Dama na Água) será difícil para a plateia crer, já que não está acostumada à fórmula. Talvez o estranhamento seja necessário, mas…
A audiência (baseado nos comentários que ouvi ao fim da sessão) parece aguardar ansiosa por uma grande reviravolta – seja ela uma pegadinha ao modo Jogos Mortais ou no mínimo algo meio Scooby-Doo. Algo que compense os sustos, como um biscoito que premia o ratinho na caixa de estímulos de Skinner.
E assim passarão despercebidas as duas referências a Hitchcock que o filme apresenta: quando vemos a câmera enquadrando os óculos de Victoria para mostrar um detalhe (Pacto Sinistro, também presente em Minority Report), ou quando o Dr. Dreyfuss usa o flash da câmera fotográfica para achar a ameaça (Janela Indiscreta). Ainda que as homenagens estejam lá, de Hitchcock se tem quase nada de fato, já que o filme se baseia mesmo num apanhado de sustos tolos, quando tem às mãos um terror psicológico muito mais cativante.
excelente filme de terror,so podia ter dedo do diretor de o labirinto de fauno nesse filme que apresenta uma bela fotografia e um otimo roteiro e uma otima e bonita protagonista a jessica chastain.
Será que só eu achei um filme ''fraquinho '' para tantos elogios. Sem uma história que chegue muito perto do que seria algo convincente, e com uma ou duas cenas que te faça a começar sentir um pouco de medo, algumas horas chega a ser engraçado. Muito propaganda, pouco filme.
Filme muito ruim, cenas desnecessárias e elenco fraco.
O início é interessante, o desenrolar também, mas fica no ar o que tem a ver o Pai das garotas, a morte da mãe, faltou mais suspense também. E o final nada a ver, para onde foi a pequena Lilly? Não gostei
Um terror diferente, final surpreendente mas não precisava ter esse fim....a história bastante envolvente. ...sera q esse amor de mãe causaria tanta desgraça
Filme muito interessante e tenso, prende bastante, mas a tal entidade é muito evidente e tem contatos diretos com as pessoas, não se sabe exatamente de que se trata, se de um espírito ou uma criatura, podia ser bem melhor!
Filmes do gênero são dos mais preferidos meus, mas o filme foi um pouco exagerado ao meu ponto de vista, a ficção exagerada acaba tirando o toque mágico que deixaria o filme excelente. Mas recomendo.
Gostei bastante, pois trata com sensibilidade os sentimentos infantis em relação à figura materna, sendo inovador e instigante no desfecho.
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