É um filme que realmente merece aplausos. Ele assusta em algumas partesspoiler: , como a parte da Mama correndo atrás da Lilly (Isabelle Nelisse), a parte que ela estava debaixo da cama da Annabel (Jessica Chastain) e as criancinhas são bem apavorantes no início. E tem um ar macabro no filme. Curti a história da Mama e o objetivo dela de adotar como filhas, as crianças que o pai levou lá, para satisfazer o desejo de mãe dela. Não curti muito o final, mas não foi nada que destruísse o filme, pelo menos na minha opinião.
O filme tem uma historia interessante e intrigante , porem muito previsivel em algumas partes. Possue uma pitada de terror japones ... nao consigo dizer se ele é completamente assustador porque na verdade nao me asusto mais com filme algum ...mas acho que existe sim bons momentos de suspense e alguns sustos ...falo isso pela reaçao de amigos que estavam assistindo comigo !! No geral é um bom suspense , nada mais que isso !!
Ainda que fique perdido em certos padrões dos mais frágeis filmes de horror, Mama acerta com certa destreza quando se deixa levar por seu lado fabular.
É possível pensar em O Labirinto do Fauno, por razões óbvias (Del Toro produz o filme), mas também vem à memória A Dama na Água e até Vinil Verde, curta de Kléber Mendonça Filho (me permitam a fluência maluca dos pensamentos…).
O tom, que se apresenta inicialmente como um horror tradicional, começa a se desdobrar em um conto fabular, que brinca com nossa dúvida até que chegue ao clímax. E é justamente nele onde mora o perigo: tal qual no filme de Shyamalan (A Dama na Água) será difícil para a plateia crer, já que não está acostumada à fórmula. Talvez o estranhamento seja necessário, mas…
A audiência (baseado nos comentários que ouvi ao fim da sessão) parece aguardar ansiosa por uma grande reviravolta – seja ela uma pegadinha ao modo Jogos Mortais ou no mínimo algo meio Scooby-Doo. Algo que compense os sustos, como um biscoito que premia o ratinho na caixa de estímulos de Skinner.
E assim passarão despercebidas as duas referências a Hitchcock que o filme apresenta: quando vemos a câmera enquadrando os óculos de Victoria para mostrar um detalhe (Pacto Sinistro, também presente em Minority Report), ou quando o Dr. Dreyfuss usa o flash da câmera fotográfica para achar a ameaça (Janela Indiscreta). Ainda que as homenagens estejam lá, de Hitchcock se tem quase nada de fato, já que o filme se baseia mesmo num apanhado de sustos tolos, quando tem às mãos um terror psicológico muito mais cativante.
O filme é bom. Cumpriu seu papel que foi o de assustar,vi o filme com um monte de gente gritando de medo no cinema coisa que não vi nos últimos cinco anos.
Pra mim esse filme foi muito ruim e fraco deviam fazer filmes mais fortes e sangrentos pois antigamente não faziam filme assim agora que agente tem tecnologia voces não usam ela para fazer filmes bons e assustadores como :A Morte do Demonio seu lixo de filme e aprendam a fazer filmes e não ficam repetindo coisa de paranormais ou possuição com crianças ou jovens vcs não tem historias diferentes tipo cerial killer ou algo tipo etc.
Achei o filme ruim, cansativo, e em muitos momentos mais pra comédia do que terror. Na verdade, um "terrir". As atuações das meninas é que salva o filme! Acho que o maior problema é a demora pra tal "mama" começar a assustar de verdade, o que só ocorre do meio para o final do filme. Até isso ocorrer não tem nenhum personagem que tenha me cativado, nem o tio (Nikolaj Coster-Waldau) nem a namorada chata e "rockeira" dele (Jessica Chastain). Os bons momentos ficam mesmo com a menina Isabelle Nelisse que interpreta a menina Lilly, que dá show como a "menina-bicho".
spoiler: O final não surpreende em nada, com a Mama saindo vencedora e ainda dando abertura para uma continuação.
O filme em si é bom, porem repleto de falhas na história e tem um final banal, falta explicação e história, os efeitos são bons, mais poderia ser muito melhor do que é.
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