O Doador de Memórias
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4,2
1611 notas

128 Críticas do usuário

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anônimo
Um visitante
3,5
Enviada em 17 de setembro de 2014
Phillip Noyce,é diretor bastante experiente.No passado,ele conservava muito em trabalhar em filmes mais de ação,que continha perseguições,e que trazia roteiros trabalhados na investigação.Mais de uns tempos pra cá,ele se divide em gêneros.Em 2010,dirigiu],Angelina Jolie em Salt,logo após encarou a direção da série,Revenge.Ou seja,foi uma porta aberta pra ele poder dirigir,O Doador de Memórias.Em relação ao filme,traz um conjunto de filmes que ultimamente estão invadindo as telonas.Essa adaptação do livro de Lois Lowry,é claramente leve e simples na medida do possível.Pois não temos aquela trama envolvente,que contém ação.Mais sim,se reserva a boas cenas trabalhadas no drama.O filme é bom nesse assunto.Pois valoriza o começo de carreira de Brenton Thwaites,junto com a vasta experiência de Jeff Bridges.Os dois formaram um dinamismo exemplar.Já pelo o lado da linda,Meryl Streep,ela consegue mesmo em poucas cenas agradar,e se torna fundamental ao filme.As viagens de Jonas,são lindas e cheia de cores,bem diferente do começo,onde a tonalidade se dividia em preto e branco.
Idalúcia G.
Idalúcia G.

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3,5
Enviada em 16 de setembro de 2014
O filme O Doador de Memórias, baseado no livro de mesmo nome de Lois Lowry, "pega" o público de várias formas e, à semelhança de Divergente e Jogos Vorazes, a esperança e a luta vêm dos adolescentes. Uma das boas sacadas é o uso de imagens em branco e preto do início (dominação total) para a gradual introdução de cores (que significa a tomada de consciência, o não ser massificado; o insurgir-se contra o "status quo"). Não é mais uma história sobre adolescentes, mas, ao contrário, com uma narrativa coerente e bem estruturada, traz uma crítica ao autoritarismo, ao privilégio de informações e a toda e qualquer forma de manipulação. Muito bem colocada, também, a questão do empobrecimento cultural, emocional e existencial, em nome de uma "perfeição social", que está muito distante disso, apontando as várias falhas do sistema. A violência sempre presente e a necessidade de sufocar e eliminar qualquer tentativa de insubordinação, o que vale dizer, a perda do poder do que domina. O filme retrata uma sociedade futurista que aboliu tudo o que poderia não ser bom: emoções, família consanguínea, pluralidade profissional, sexo, etc... Tudo é massificado: o modo de falar, as residências, o alimento, os eletrodomésticos, as roupas. Ninguém escolhe a profissão, que é exercida desde a designação (por volta da adolescência) até a velhice. Os idosos vão para um lugar distante e inacessível. Bebês têm um futuro duvidoso, em nome de regras pré-estabelecidas. A sociedade é isolada de várias maneiras, inclusive geograficamente. Há um limbo desconhecido após os limites da cidade. Os protagonistas, principalmente Jonas (Brenton Thwaites) é o pivô da insurreição, pois já sendo diferente, se opõe ao regime ditatorial. Sua parceira, Fiona (Odeya Rush) também começa a perceber que há algo errado e o auxilia. A irmã de Jonas, Lilly (Emma Tremblay), também é diferenciada, ficando para a chefe Elder (Meryl Streep), a incumbência de manter a sociedade "equilibrada".
tamar
tamar

1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 16 de setembro de 2014
O filme O Doador de Memórias é mais do que um filme sobre um romance adolescente, ambientado em um futuro apocalíptico não muito distante. Esse tema pode parecer familiar, se pensarmos em filmes como Jogos Vorazes, Divergente ou A Hospedeira, porém sua abordagem é totalmente diferente. Jonas (Breton Thwaites) é um jovem que se encontra em um momento de vida de decisão. Porém, diferente da realidade que conhecemos, seu futuro não dependerá de sua escolha de profissão no vestibular. Essa será uma decisão feita por terceiros, ou melhor, pelos anciãos, liderados pela chefe Elder (Meryl Streep). Os jovens são observados desde crianças para serem encaminhados para a atividade com a qual melhor se relacionam, mas não podendo opinar. Os membros da pequena sociedade sofreram praticamente um reboot em seu sistema, fazendo com que não se lembrem do passado da raça humana, afastando também todo sentimento e atitude que os tornam mais humanos. O pretexto para isso é o de tornar a sociedade mais equilibrada e pacífica, não havendo distinções sociais e emocionais. Mas esse equilíbrio é comprometido quando Jonas é designado para ser o Recebedor de Memórias, o único membro da sociedade que saberá de tudo. Seu tutor na nova fase é o Doador (Jeff Bridges), que, na verdade, é o atual Recebedor. Questionando o estilo de vida que vivem e empenhado em compartilhar seus novos sentimentos, principalmente com seus amigos Fiona (Odeya Rush) e Ash (Cameron Monaghan), Jonas entrará em uma jornada questionando os valores de sua sociedade e arrumando briga com quem realmente acredita que a nova forma de sociedade é indispensável. A trama é uma pertinente crítica à massificação e perda de identidade, além de uma aula de História, remetendo o modelo de governo do filme àqueles totalitários. Mas, infelizmente, como não aprofunda muito essa discussão, talvez seu tom de crítica fique um pouco perdido, dando a impressão de filme adolescente. Artisticamente, o filme é muito interessante pois, por ser um filme família, pode agradar todas as idades, mesmo apresentando aspectos diferentes como o jogo de cores (do preto e branco ao colorido, de acordo com o desenvolvimento do personagem principal). As atuações são muito boas, principalmenbte do ator principal, Breton Thwaites, que passa muita naturalidade. Apesar do ar robótico dos outros personagens, isso reforça o fato de o caráter "humano" da nova sociedade ter sido perdido e não haver um senso de "certo" e "errado" inerente, mas imposto inconscientemente. Esperava-se mais da tão falada participação da Taylor Swift, que não aparece mais do que três minutos em cena.
João H.
João H.

7 seguidores 15 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 18 de setembro de 2014
Um filme interessante, que me lembra muito o filme Pleasantville - A Vida em Preto e Branco. Ambos mostram como seria nossa sociedade sem nossas emoções e sentimentos, os quais devemos ter grande cuidado para que não se voltem para o mal e cultivemos sempre o bem e o amor.
Brenno L.
Brenno L.

10 seguidores 5 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 15 de setembro de 2014
O filme tem uma boa proposta, trabalha com uma sociedade que pode não estar muito longe da nossa realidade, mostra o lado belo e o lado ruim da vida humana cativando e emocionando, a ideia era boa porém não a desenvolveram bem, o final é fraco e o enredo ruim., mas vale a pena conferir.
Icaro A.
Icaro A.

44 seguidores 18 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 11 de setembro de 2014
Jonas desde o inicio da trama demonstrar ser incomum, ele faz parte de uma sociedade descolorida e cheia de padrões (posteriormente chamado pelo Doador de mesmice), ele é filho de um criador e de uma agente da lei e tem como irmã Lily, uma adorável nove prestes a aflorar sua vida. Até que um dia chega seu dia de passar pela cerimonia de doze e receber sua atribuição e é nesse ponto que sua vida muda.

A atribuição de Jonas é a de Recebedor de Memórias, a mais misteriosa e honrosa das atribuições existentes, mas no decorrer da trama ele descobre de diversas formas que pode ser o mais honrado dos atribuídos mas que também pode ser o mais perigoso dos elementos pondo em risco tudo que essa sociedade aparente representar ao buscar provar que o certo não é o atual rumo das coisas.

Esse é um filme espetacular, ele destaca bem as fases de desenvolvimento, começamos com a utopia preta e branca e com o decorrer do surgimento das cores vemos a distopia se revelando, o que prova cada vez mais que a realidade nada mais é do que a diversidade e que a utopia é algo antiquado, mostra que a realidade é distópica e não adianta idealizarmos a perfeição pois não há uma ordem verdadeira se a desordem não for a fonte dela. Um ótimo filme, com um ótimo enredo, porém muito acelerado, o que acaba enchendo o expectador de informações para só depois dar um leve pausa para ele entender o que houve (quando há a pausa).

Considerando a parte de adaptação, visto que é baseado num livro, vamos ao ponto de tensão. O filme em si acelera fatos do livro de forma a torna-los existentes sem que o filme perca o tempo necessário, e faz isso de uma forma que surpreende, o que é bom já que as vezes a quebra da premeditação tem um ótimo efeito (como nesse caso), há outros fatos que são adicionados que dão um sabor melhor, coisas que não estavam explícitos no livro se transformam em cenas que completam o quadro pintado no decorrer da trama, coisas que poderiam passar despercebidas se diluem em fatos. Mas nem tudo são flores no reino do preto e branco, algumas adições acabaram por destoar algumas ideias do livro, uma delas é o romance entre Jonas e Fiona, que apesar de desejável no livro é totalmente interceptivo para a trama e sua adição no filme prova isso, outro fato é que a “marca” que indica a linhagem dos recebedores deixa de ser um simples tom de olhos (o que foi destruído simplesmente pelo fato de diversidade de cores de iris dos atores, fato que poderia facilmente ser corrigido com o uso de lentes) para se tornar uma marca realmente.

Considerando todos os fatos, posso dizer que o filme se considerado independentemente recebe uma nota 4,0 por ser tão intenso, surreal e interessante mas ser corrido demais para ser compreendido, considerando como adaptação, pode se dizer que uma nota 2,5 seria o ideal, mas devido às adições que complementam o conteúdo do enredo sem prejudicar a trama ou a fidelidade ao livro, subo essa pontuação para 3,0. Dessa forma teremos uma nota media de 3,5.
Thalita Uba
Thalita Uba

66 seguidores 52 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 10 de setembro de 2014
O roteiro é aquela coisa clichê e previsível, de modo que só pelo trailer já dá imaginar como vai terminar. Parece que os caras tinham uma baita ideia na mão, cheia de potencial, mas não souberam administrá-la da melhor maneira possível, tendo como resultado uma produção que não é ruim, mas também não é ótima. Mas são, também, vários os aspectos positivos do filme, a começar pela fotografia, muito legal com a transição de P&B para cores. A direção de arte também fez um belo trabalho, garantindo ótimos cenários e utensílios futurísticos. Os atores também desempenharam um bom papel, com destaque para Jeff Bridges, que interpreta o antigo Guardião, que é quem passa todas as memórias para Jonas. Podem colocar na lista também o fato de o filme não possuir vilões explícitos – apenas pessoas que tomam decisões equivocadas por não saberem agir de outra maneira.

Esse, talvez, seja o maior trunfo do filme: mostrar como as atitudes que tomamos por conveniência, tradição ou simplesmente por costume podem ser perigosas sem que percebamos. É verdade que o filme não se aprofunda muito nessa questão existencial (mesmo porque sequer daria tempo em menos de duas horas), mas “incomoda” e faz pensar, refletir, analisar se aquela ficção não está, afinal, mais próxima do que imaginamos. Pode ser que o filme não tenha sido explorado tão bem quanto poderia, mas certamente tem seu valor simplesmente por abordar algo que a maioria dos filmes hollywoodianos costuma desprezar. Previsível e um talvez até um pouco monótono, mas muito interessante e instigante ao mesmo tempo.
Lucas E.
Lucas E.

50 seguidores 7 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 20 de julho de 2015
Filme bom e corajoso. Algumas partes em preto e branco, o que é raro acontecer porque as pessoas tem preconceito. Bons atores e uma bela fotografia. Monótono, mas não o faz ser ruim, você se encontra como um ser humano cheio de emoções, e vê como o mundo seria chato sem isso. Longe de ser perfeito, mas gostei muito.
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