O Doador de Memórias
Média
4,2
1611 notas

128 Críticas do usuário

5
34 críticas
4
29 críticas
3
38 críticas
2
20 críticas
1
3 críticas
0
4 críticas
Organizar por
Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
anônimo
Um visitante
3,5
Enviada em 29 de janeiro de 2015
Um filme com história profunda, e apesar de críticas falando de semelhança com outros filmes, O Doador de Memórias vem com um objetivo diferente dos demais. As atuações são boas, e a fotografia também, principalmente nas partes do parque.

Leia a minha resenha completa no link abaixo:
Marco Antônio Lotes G.
Marco Antônio Lotes G.

38 seguidores 35 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 25 de novembro de 2014
Adaptações de livros estão se tornando muito comum nos cinemas. Só esse ano tivemos "A Culpa é das Estrelas", "Divergente", " A Menina que Roubava Livros". E alguns que ainda estão pro vim como "Jogos Vorazes- A Esperança- Parte 1" e o final da trilogia "O Hobbit". Todos esses livros já eram populares antes de se tornarem filmes. " O Doador de Memórias" não é conhecido no Brasil e nem no mundo afora, por isso era um risco adaptar esse livro. Mas o resultado final foi bastante positivo.
Com uma abordagem muito interessante e um elenco que está bem, o filme acaba se tornando uma boa surpresa para esse ano. Por mais que faça uma crítica ao poder que controle seu povo, sem deixar eles irem contra o sistema, afinal esse tema é tratada nos "Jogos Vorazes". A escritora usa um argumento muito convincente e interessante. Os governantes nesse filme faz com que o povo viva sem emoção e sem sentimento, vivendo apenas a base de regras. A filosofia que ele traz é maravilhosa e nos faz pensar sobre muitas coisas.
O diretor usa tons de cinza para mostrar como os personagens veem aquele mundo, mas a medida que o protagonista vai descobrindo a verdade sobre a vida, seu mundo começa a ganhar cor e ele passa enxergar tudo de uma maneira diferente. Além de possuir uma ótima fotografia e uma ótima trilha sonora.
As atuações vão de boas a ótimas. O protagonista interpretado por Brendon Thwaites ( "Malévola") é ótimo, jamais sendo chato. O ator de 25 anos também ajuda, tendo uma atuação boa, convencendo com um garoto em busca de respostas sobre tudo, mas isso só acontece quando ele é designado para sua nova tarefa, o de ser recebedor de memórias. Seu mentor é interpretado por Jeff Bridges, que é responsável por transmitir suas memórias sobre o mundo para o personagem de Thwaites,além de guiá-lo em como fazer isso. A interpretação do ator veterano é ótima e ainda possuí uma ótima química com seu aprendiz. Meryl Streep como sempre se destaca, fazendo uma excelente vilã. Por mais que não tenha tanto destaque, a atriz manda muito bem, fazendo jus de seu título de melhor atriz de Hollywood. A atriz Katie Holmes que sempre teve uma atuação entre bom e regular se mostra uma agradável surpresa, ganhando destaque e se saindo muito bem em suas cenas. Outra atriz que se saí bem, mas algumas vezes parece meio perdida em cena é Odeya Rush, que faz o papel romântico de Brendon. Por ser uma atriz nova e com pouco filme é de se esperar que ela fique um pouco perdida, mas nem por isso faz feio,tendo uma atuação boa. E temos uma pequena aparição da atriz-cantora Taylor Swift e por não ter muito tempo em cena, por isso não podemos falar de sua atuação.
O longa peca em alguns quesitos, tendo alguns erros de continuidade, além de ter um final meio sem sal. E isso foi o que mais prejudicou o filme, o final poderia ter sido mais elaborado e ser explorado mais. Ficou muito vago e ficamos com a pergunta sobre o que aconteceu com os personagens e o que tinha na casa ao final da projeção. Não sei se esse é o final do livro ou se foi adaptado para o filme, mas isso acabou com o potencial do filme.
isabellaroga
isabellaroga

10 seguidores 24 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 20 de novembro de 2014
Bom...mas poderia ser melhor desenvolvido...gostei da mensagem mas achei o filme muito limitado.
Daniel C.
Daniel C.

10 seguidores 3 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 21 de novembro de 2014
É um bom filme, segue um estilo parecido como "Divergente" e "Jogos Vorazes".
Tem uma história muito interessante em relação as pessoas não terem conhecimento da história do mundo em geral, não terem sentimentos, emoções e desejos para viverem em um sociedade em que todos são iguais e tem o mesmo valor. Só acho que o filme falha por não explicar direito spoiler: que atravessando a "barreira", as pessoas voltam a ter suas memórias, sentimentos e emoções
.
Camila N.
Camila N.

6 seguidores 20 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 12 de novembro de 2014
Apesar da trama central já ter sido abordada, é um filme que vale a pena pra te fazer repensar sobre alguns conceitos filosóficos, mas de forma bem leve!
Felipe S.
Felipe S.

27 seguidores 12 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 7 de novembro de 2014
“O Doador de Memórias” é mais simples e cru do que o resto das distopias adolescentes de hoje em dia, que tentam explicar o plano de fundo que levou aquele momento da “história” nos mínimos detalhes e ainda nos fazem engolir triângulos amorosos desnecessários (Lois Lowry publicou seu romance em 1993, o que torna os personagens de “O Doador de Memórias” parentes mais velhos de “Jogos Vorazes” e “Divergente”).

A história começa quando, depois de várias gerações, a humanidade descobriu uma forma de viver em paz e assim resolveu apagar suas memórias. No processo, deixou-se de mentir, sentir e ver cores e o humor de todos é controlado com medicação todas as manhãs. Graças a todas as abdicações, não há medo, não há ódio, inveja, violência e nenhum risco. Em suma, é o sonho de todos os pais.

Adolescentes de hoje, é claro, odiariam perder toda a futilidade que adoram mostrar nas redes sociais, por exemplo. Mas nessa “realidade” apenas Jonas, é que começa a aprender o que essa sociedade está perdendo. Ele foi nomeado o receptor de memórias – o sábio que usa os erros do passado para aconselhar os líderes do presente – e seu treinador, o tal doador do título (que é interpretado por Jeff Bridges) é o responsável por mostrar tudo ao menino.

O diretor Phillip Noyce utiliza-se de algumas montagens muito bem colocadas para mostrar o medo de Jonas ao se confrontar com nossos erros de hoje. O filme vai, aos poucos, perdendo a saturação de um belo preto-e-branco e chega às cores de maneira muito bela. Mas há várias diferenças entre essa adaptação e o livro. O que já era de se esperar. Afinal, o livro é cheio de nuances e sutilezas que não são tão vendáveis como os produtores hollywoodianos desejam. Principal mostra é fazer da personagem de Meryl Streep (que mal aparecia no livro) muito mais importante.

As escolhas do diretor, embora focadas em vender mais ingressos, não se mostram errôneas. E embora Meryl Streep cite no filme que “quando as pessoas têm a liberdade de escolher, elas escolhem errado”, nesse caso isso não se aplica. Nem mesmo para os adolescentes que optarem por ver esse filme ao invés de alguma outra bomba que esteja no cinema ao lado.
Vitor Bruno A.
Vitor Bruno A.

13 seguidores 16 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 3 de novembro de 2014
O DOADOR DE MEMÓRIAS

No futuro, não há mais dor, guerras ou fome. Tudo - do clima ao trabalho, da alimentação às relações sociais, é controlado pelo Estado. Todos os habitantes têm sua atuação profissional determinada por suas aptidões naturais, observadas atentamente ao longo de sua vida. Os sentimentos são suprimidos através de drogas injetadas diariamente. Ao completar 18 anos, têm seu destino revelado em uma grande cerimônia pública, comandada de modo eficaz por Meryl Streep. Cujo é escolhido o receptor de memórias. Fica a cargo da figura do Doador (Jeff Bridges) a função de guardar todas estas memórias de um passado marcado por guerras e violência, mas também por alegrias, festas, casamentos e tudo o mais que o nosso mundo oferece.

O filme, que é dirigido por Philip Noyce (Jogos Patrióticos, O Americano Tranquilo), ganha, a partir daí, certo fôlego, com mais cenas de ação, fazendo o filme parecer um pouco com seus parentes mais próximos (Divergente, Jogos Vorazes). E também, é claro, há a inclusão da perspectiva romântica, com a descoberta por parte do garoto de sentimentos como o amor, paixão. Tais sentimentos são direcionados a sua grande amiga, interpretada pela bela Odeya do Rush. Sem dúvida alguma, a segunda parte da história consegue agradar bem mais aos adolescentes, que ainda ganham de bônus a aparição da personagem Rosemary (filha do Doador), interpretada por ninguém menos que Taylor Swift, ícone da cultura pop adolescente.

A fotografia e toda a direção de arte de O Doador de Memórias merecem destaque. Era de se imaginar que todo o trabalho com a fotografia do filme seria importante, já que nas comunidades concebidas, não há a diversidade de cores, então predomina o preto e branco, que acaba criando uma atmosfera simples e uniforme, condizentes com a estrutura social vigente. A medida que Jonas adquire as memórias passadas e um novo mundo lhe é apresentado, as cores tomam forma.

Contudo a parte realmente falha do filme é o enredo, que deixa em aberto vários pontos que precisam de explicação, para suprir tal falha o diretor Phillip Noyce optou pelo uso de montagens em vídeo para ilustrar o que faltou em palavras, apesar de boa saída, não funcionou tão bem, o que acabou deixando a trama mais rasa do que deveria ser, os atores Katie Holmes e Alexander Skarsgard tiveram uma atuação apagada.

O filme é filosófico, te faz pensar e refletir sobre o que realmente vale a pena fazer em um mundo sem guerra mais também sem sentimentos, é preferível um mundo com amor mais com seus problemas de violência? ou um mundo de paz em preto e branco sem sentimentos???
O QUE VOCÊ FARIA SE PUDESSE MUDAR ISSO???
Kamila A.
Kamila A.

7.941 seguidores 816 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 25 de setembro de 2014
Uma comunidade isolada do resto do mundo, em que os seus moradores vivem reclusos e sem interação com outros tipos de sociedade ou de culturas, ao mesmo tempo em que existem limites territoriais que nunca devem ser ultrapassados. Não estamos falando da comunidade vista no filme “A Vila”, dirigido e escrito por M. Night Shyamalan; e sim da localidade na qual se passa o filme “O Doador de Memórias”, dirigido por Phillip Noyce

Se a sociedade criada por M. Night Shyamalan era um reflexo direto da América paranóica pós-11 de Setembro, que enxergava a ameaça e a desconfiança em qualquer lugar; a sociedade futurista e opressiva idealizada pela escritora Lois Lowry no livro “O Doador” (que originou este filme) é o resultado concreto de uma frase que habita o imaginário popular: “a ignorância das massas é a principal força dos governantes”.

Neste sentido, é bom prestar atenção na maneira como a sociedade existente em “O Doador de Memórias” se apresenta: como um mundo ideal, onde não existe a possibilidade de dor ou sofrimento, em que as pessoas são iguais, tolerantes umas com as outras e seguidoras daquilo que se revela como a sua verdadeira vocação. Isso só se explica, ao mesmo tempo, pelo fato de que os habitantes mais experientes dessa sociedade excluíram qualquer tipo de sentimento que pudesse ameaçar o equilíbrio dessa estrutura social, como o amor, o ciúme, o desejo e a ambição; bem como a lembrança que cada ser poderia ter sobre esse tipo de experiência.

Por essa descrição, pode parecer que os habitantes dessa localidade são verdadeiros robôs, porém a verdade é que essa é a única realidade que eles conhecem. A exceção à regra se encontra naquele que desempenha o papel de guardião das memórias – uma tarefa de extrema responsabilidade, na medida em que essa pessoa vai carregar todo o peso de um lado bom e de um lado ruim nas suas costas, sem poder dividir isso com ninguém, a não ser com aqueles que possuam a mesma função que eles (uma vez que, na comunidade, os papeis sociais são bem divididos entre cada habitante).

Portanto, a trama de “O Doador de Memórias”, escrita por Michael Mitnick e Robert B. Weide (conhecido pelo trabalho desenvolvido na série “Curb Your Enthusiasm”), enfoca a figura de Jonas (Brenton Thwaites), que, na sua maioridade, é designado como o próximo guardião de memórias e tem que passar por um duro treinamento com o guardião anterior (Jeff Bridges). O grande ponto de conflito do roteiro é nos passar a força das transformações pessoais pelas quais irá passar esse personagem após entrar em contato com tudo aquilo que a sua sociedade lhe negava conhecer e o que ele fará com o enorme poder que ele tem em mãos, agora – porque o conhecimento sobre as coisas boas e ruins é sim um poder de grandes proporções e que tem a possibilidade de modificar todo o mundo ao nosso redor.

Dirigido por um profissional experiente e com dois dos atores mais competentes do cinema norte-americano (Meryl Streep e Jeff Bridges) liderando um elenco de atores jovens, “O Doador de Memórias” é um filme que possui uma reflexão muito interessante sobre as formas pelas quais uma população pode ser manipulada visando a perpetuação de um modelo de poder. O que o longa nos mostra é que é preciso uma certa dose de ousadia e coragem para que as transformações necessárias para a nossa evolução ocorram. E isso faz de “O Doador de Memórias” um filme diferente, especialmente em se tratando do seu público-alvo principal: os jovens – que são os responsáveis pelo futuro que teremos.
MC C.
MC C.

13 seguidores 13 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 23 de setembro de 2014
Um filme que assim como Convergente seguem a mesma linha de pessoas que não se enquadram em uma sociedade pré determinada,integrada em achar que a pessoa só pode servir para uma única função.
Sidnei C.
Sidnei C.

127 seguidores 101 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 18 de setembro de 2014
Baseado em livro de mesmo nome, lançado em 1993, a adaptação para as telas foi um sonho acalentado pelo ator Jeff Bridges durante 20 anos. Na sua concepção original, Bridges desejava reservar a seu pai, Beau Bridges, o papel que acabou lhe cabendo nesta adaptação, como o “Doador” do título. Confesso que as críticas que havia lido a respeito do filme (já chamando a atenção que não li o livro que deu origem ao filme) e até mesmo o seu cartaz de divulgação me deixaram com um pé atrás, mesmo sabendo que no elenco – embora secundários – estavam, além de Jeff Bridges, Meryl Streep, o que garantia, ao menos, um bom elenco de apoio; e na direção, o experiente Phillip Noyce. O cartaz deste O Doador de Memórias dá especial destaque ao casal de protagonistas juvenis – Meryl e Jeff estão por assim dizer como “paisagem” do filme. Este detalhe me deixou a impressão que o filme era mais uma tentativa de lucrar na esteira deixada pelo sucesso de Jogos Vorazes, que tem rendido filmes e franquias como Cidade dos Ossos – Os Instrumentos Mortais, Divergente e afins, filmes tipicamente voltados para plateias adolescentes e que não se preocupam nem um pouco com a qualidade da produção, roteiro e elenco, focando unicamente nos efeitos visuais. No entanto, Jeff Bridges tem mais destaque no filme do que se poderia supor, e mesmo o casal do cartaz (Brenton Thwaites/Jonas e Odeya Rush/Fiona) estão muito bem, com interpretações convincentes e sinceras, não sendo apenas “rostinhos bonitos”, como muitas vezes acontece. Restava saber se as críticas, majoritariamente negativas, tinham razão.
Lendo alguns comentários e resenhas sobre o filme você acaba se preparando para “descascar” um verdadeiro abacaxi em forma de filme. O Doador de Memórias tem seus problemas, mas nada que justifique essa recepção tão negativa – por parte da crítica, fique bem claro, já que o filme, embora não tenha sido um estouro de bilheteria, tem se saído bem junto ao público. O filme começa e já tive uma surpresa (pois não havia assistido ao trailer) que, embora possa até parecer uma escolha óbvia dentro do contexto da história, funciona muito bem: o uso do preto & branco. A sua passagem para o uso das cores, no início apenas alguns detalhes e objetos (como foi feito em A Vida em Preto e Branco) é bem gradual, criando uma belíssima fotografia quando a cor ainda apenas se insinua nas cenas, em tons pasteis. Aliada a uma caprichada produção cenográfica, este é sem dúvidas o maior acerto do filme: ele é de extremo bom gosto, com sequências e enquadramentos que tornam seu visual um deleite para os olhos (os fãs que me perdoem, mas o maior problema de Jogos Vorazes é aquele visual brega nos cenários e roupas). Outro ponto positivo é que o filme não tem pressa, sendo que a ação propriamente dita ocorre no momento certo, sem atropelos e bem justificada. Seu maior defeito, para mim – não posso opinar quanto à questão de adaptação do livro – é que o filme não apresenta em sua história nada de efetivamente original. Embora ele não siga uma linha que lembre Jogos Vorazes – alguns teimaram em lhe cobrar esta característica, numa comparação extremamente equivocada – você irá reconhecer aqui e ali situações, elementos, abordagens e “mensagens” já presentes em outras histórias situadas em universos utópicos ou distópicos, como 1984, Admirável Mundo Novo, A Vila, A Vida em Preto e Branco , até mesmo O Show de Truman, e outros mais.
Num certo aspecto minha percepção do filme talvez coincida com aqueles que o criticaram: O Doador de Memórias ganharia muito mais em qualidade como filme (não sei se isso foi deixado propositalmente de fora, mas talvez presente no livro, para “vender” o filme ao público adolescente) se fizesse uma leitura mais política da comunidade retratada, e um pouco (ou muito) menos mística. Afinal, esta comunidade “perfeita” que quer a todo custo esquecer o passado não é algo assim tão fora da realidade – indico que vejam o excelente filme Uma Cidade Sem Passado (The Nasty Girl / Das Schreckliche Mädchen) para entenderem do que estou falando. Para nós, brasileiros e terceiro-mundistas em geral, esta comunidade lembra muito a situação atual de alguns países europeus: prósperos, organizados, verdadeiros paraísos do bem-estar social para suas populações locais, mas se formos remexer seu passado histórico (em especial suas ações colonialistas na África, Ásia e América Latina nos séculos XIX e XX) encontraremos detalhes sobre os meios utilizados para chegar a este estágio avançado de civilização que fariam o Jonas do filme ficar de cabelo em pé. Mesmo assim, O Doador de Memórias tem um diferencial em relação às recentes franquias, no estilo de Divergente: quando Jonas acessa as memórias do Doador, o mundo desconhecido que se descortina para ele é a nossa realidade atual, suas guerras, a dor e a crueldade do ser humano, mas também alegrias e belezas que experimentamos, o que permite à história, embora se passando em um futuro não definido, fazer uma conexão imediata com qualquer espectador.
Quer ver mais críticas?
  • As últimas críticas do AdoroCinema
  • Melhores filmes
  • Melhores filmes de acordo a imprensa