O Doador de Memórias
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4,2
1611 notas

128 Críticas do usuário

5
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Maiko D
Maiko D

1.659 seguidores 303 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 1 de março de 2015
Não o recomendaria a alguém. O filme começou de forma interessante. Um enredo envolvente. Contudo, o final é decepcionante, simples demais. Parece filme proveniente de livro. Se houver um livro, talvez seja mais interessante, tenha mais conteúdo, história e seja divertido de ler, pois o filme não.
Karen B.
Karen B.

10 seguidores 7 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 8 de novembro de 2014
Esperava bem mais pela sinopse. Achei o filme um tanto "viajante", não me comoveu nem convenceu. A história em si é interessante, o ambiente futurístico, a fotografia... Mas faltou algo pra ser realmente bom.
Bianca V.
Bianca V.

13 seguidores 5 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 12 de outubro de 2014
A começar pelo título, o filme não tem muito a ver com o livro. Logo no começo já vários detalhes e até mesmo coisas mais gerais são totalmente diferentes! A um espectador desavisado e que não tenha feito a leitura prévia, o filme pode ser bom por trazer conceitos para reflexão e que divergem um pouco dos roteiros tradicionais, mas pra quem leu o livro e busca que a adaptação cinematográfica seja minimamente fiel, o filme é um desastre completo, feito nos moldes desses filmes atuais só para agradar adolescentes! me decepcionei muito!!
Marviane M.
Marviane M.

5 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 30 de setembro de 2014
Fui ver este filme esperando mais pelo que li na sinopse. Só que o desenrolar do filme é um pouco complicado e ainda termina sem graça.
Fraquinho.
Maísa
Maísa

14 seguidores 12 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 9 de janeiro de 2015
O filme é muito fraco. Esperava muito mais dele, acho que a historia é bacana mas não souberam usa-la. Nao foi o pior filme que já vi mas também não o recomendo.
Eduardo Santos
Eduardo Santos

340 seguidores 183 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 16 de setembro de 2014
Filmes baseados em livros de ficção científica, onde comunidades pacíficas e teoricamente perfeitas são criadas existem aos montes por aí. Ficava a expectativa do que de realmente novo e interessante poderia sair deste O Doador de Memórias, baseado num romance do já longínquo ano de 1993. Àquela época, o discurso de comunidades criadas artificialmente já não era novo. Hoje, já é um tema mais que desgastado. O filme conta com um ótimo elenco, desde o jovem Brenton Thwaites que faz o jovem protagonista, passando ainda por nomes de peso como Meryl Streep, Jeff Bridges, Alexander Skarsgård, Katie Holmes e até uma morena Taylor Swift. A história é cativante, prende a atenção, e há boas ideias esmiuçadas pelo roteiro. O mundo preto e branco que ganha cor aos olhos do ‘Recebedor’ de memórias é bastante interessante, apesar de óbvio. Porém, a espinha dorsal do filme é frágil, afinal, colocar toda a dor e complexidade dos pensamentos e emoções humanas em uma só pessoa se mostra deveras inconsistente e estúpido. Contudo, o filme tem muitas ideias interessantes, que são mal desenvolvidas, e peca pela ingenuidade exagerada em contar seus dilemas. Tudo é mostrado com uma superficialidade atroz diante de um tema extremamente complexo. Isso reflete nos diálogos rasos e falta de fôlego nos instantes finais, passando ainda por erros grotescos de continuidade e uma capacidade impressionante de não causar impacto algum com o público. No caso deste filme, alguns minutos a mais seriam muito bem vindos, para que seu desenrolar fosse mais plausível. A impressão que dá é que o tema do filme simplesmente foi amenizado de uma visão mais cruel e realista para alcançar um público mais abrangente e infanto-juvenil. Não li o livro ao qual ele é baseado, mas tenho a nítida ideia de que teria condições de ser muito mais denso e profundo do que o filme demonstra ser. Um mediano passatempo, mas com um potencial enorme e um desfecho pálido e simplificado demais. Se Jonas, o protagonista vivido por Thwaites, com o pouco do bem e do mal causados pela humanidade sentiu-se tão afetado, imagino o que aconteceria se ele realmente tivesse visto mais do que o ser humano é capaz de fazer, tanto para melhor quanto para pior. Se ele realmente tivesse acesso a tudo, os dilemas que ele enfrenta seriam muito mais amplos e genuínos.
Leandro S.
Leandro S.

3 seguidores 2 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 14 de setembro de 2014
Doador de memórias é uma adaptação do livro homônimo de Lois Lowry. O filme se passa em uma cidade futurista de política totalitarista cujo seus cidadãos são designados a uma função especifica (soldado, enfermeiro, professor...) e não têm nenhuma memória de como era no passado e tinham seus sentimentos dissipados por remédios. O filme mostra toda essa opressão ao mostrar o mundo em preto e branco. O personagem Jonas (Brenton Thwaites) se torna receptor ele começa a ver as cores, causando uma certa admiração pela beleza que o filme vai ganhando. O diretor também utiliza de vídeos populares em nossa internet para mostrar a história da sociedade o que causa uma certa identificação. Porém o filme não tem tanta força como era de se esperar com o tema. Os diálogos são fracos e não se aprofundam no tema, a talentosíssima Meryl Streep foi mal aproveitada (apesar de no que foi pedido ela deu show de atuação). O romance do receptor e sua amiga Fiona (Odeya Rush) foi extremamente forçado. Quando os dois começaram a descobrir seus sentimentos, o sentimento foi direto um para o outro como se não houvessem outras opções. Para piorar a situação o filme deixa muitas dúvidas. O doador de memórias (Jeff Bridges) confessa que a falecida Rosemary é sua filha, mas sua filha concebida no método tradicional ou foi doada para ele como as outras crianças. Se foi do modo tradicional quem seria a mãe? Como que aquela sociedade totalitarista foi fundada? Porque ao ultrapassar uma linha geológica as memórias são retornadas? Qual era a aquela casa onde o Doador queria que se Receptor chegasse?
O absurdo do filme é por conta da sobrevivência do bebe Gabriel. É uma criança com menos de um ano de idade que sobrevive a uma queda em um rio, sobrevive a mudança termina de um deserto e uma montanha gelada sem equipamento especial e sobrevive.
A falta de ação do filme é nítida mas seria injusto comparar com Jogos Vorazes por exemplo considerando a época em que o livro foi escrito mas a cena que deveria ser o clímax do filme que era pra ser o momento em que com muita dificuldade o Receptor atravessa a linha imaginaria não conseguiu prender o grupo.
Um filme no máximo mediano com sua casca ganhando pontos tendo uma linda fotografia e atores belíssimos atuando.
Sandro B
Sandro B

13 seguidores 42 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 13 de setembro de 2014
dormi. sem sal. sem cor. nem jeff brigts nem Maryl Strep salvam o filme. difícil. hehehehe
Juarez Vilaca
Juarez Vilaca

2.918 seguidores 393 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 12 de setembro de 2014
Apenas um filme razoável. Muita incoerência no enredo. O filme trata de um tema já bastante visto no cinema, a sociedade perfeita, onde tudo funciona bem, não há crimes e nem tem pessoas carentes. Como sempre, a mentira e a extrema censura é que prevalece sobre tudo e todos. Na falta do que fazer, dá prá assistir.
Paty S2.
Paty S2.

1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 22 de setembro de 2014
A forma deles viverem é interessante,mas faltou mais emoção. Esperava mais do final...
e a garota nem foi com ele!
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