O Doador de Memórias
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4,2
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128 Críticas do usuário

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Marco Antônio Lotes G.
Marco Antônio Lotes G.

38 seguidores 35 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 25 de novembro de 2014
Adaptações de livros estão se tornando muito comum nos cinemas. Só esse ano tivemos "A Culpa é das Estrelas", "Divergente", " A Menina que Roubava Livros". E alguns que ainda estão pro vim como "Jogos Vorazes- A Esperança- Parte 1" e o final da trilogia "O Hobbit". Todos esses livros já eram populares antes de se tornarem filmes. " O Doador de Memórias" não é conhecido no Brasil e nem no mundo afora, por isso era um risco adaptar esse livro. Mas o resultado final foi bastante positivo.
Com uma abordagem muito interessante e um elenco que está bem, o filme acaba se tornando uma boa surpresa para esse ano. Por mais que faça uma crítica ao poder que controle seu povo, sem deixar eles irem contra o sistema, afinal esse tema é tratada nos "Jogos Vorazes". A escritora usa um argumento muito convincente e interessante. Os governantes nesse filme faz com que o povo viva sem emoção e sem sentimento, vivendo apenas a base de regras. A filosofia que ele traz é maravilhosa e nos faz pensar sobre muitas coisas.
O diretor usa tons de cinza para mostrar como os personagens veem aquele mundo, mas a medida que o protagonista vai descobrindo a verdade sobre a vida, seu mundo começa a ganhar cor e ele passa enxergar tudo de uma maneira diferente. Além de possuir uma ótima fotografia e uma ótima trilha sonora.
As atuações vão de boas a ótimas. O protagonista interpretado por Brendon Thwaites ( "Malévola") é ótimo, jamais sendo chato. O ator de 25 anos também ajuda, tendo uma atuação boa, convencendo com um garoto em busca de respostas sobre tudo, mas isso só acontece quando ele é designado para sua nova tarefa, o de ser recebedor de memórias. Seu mentor é interpretado por Jeff Bridges, que é responsável por transmitir suas memórias sobre o mundo para o personagem de Thwaites,além de guiá-lo em como fazer isso. A interpretação do ator veterano é ótima e ainda possuí uma ótima química com seu aprendiz. Meryl Streep como sempre se destaca, fazendo uma excelente vilã. Por mais que não tenha tanto destaque, a atriz manda muito bem, fazendo jus de seu título de melhor atriz de Hollywood. A atriz Katie Holmes que sempre teve uma atuação entre bom e regular se mostra uma agradável surpresa, ganhando destaque e se saindo muito bem em suas cenas. Outra atriz que se saí bem, mas algumas vezes parece meio perdida em cena é Odeya Rush, que faz o papel romântico de Brendon. Por ser uma atriz nova e com pouco filme é de se esperar que ela fique um pouco perdida, mas nem por isso faz feio,tendo uma atuação boa. E temos uma pequena aparição da atriz-cantora Taylor Swift e por não ter muito tempo em cena, por isso não podemos falar de sua atuação.
O longa peca em alguns quesitos, tendo alguns erros de continuidade, além de ter um final meio sem sal. E isso foi o que mais prejudicou o filme, o final poderia ter sido mais elaborado e ser explorado mais. Ficou muito vago e ficamos com a pergunta sobre o que aconteceu com os personagens e o que tinha na casa ao final da projeção. Não sei se esse é o final do livro ou se foi adaptado para o filme, mas isso acabou com o potencial do filme.
Fabio T.
Fabio T.

10 seguidores 2 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 23 de novembro de 2014
Ótimo roteiro , bem original . Recomendo a todos. Emocionante
isabellaroga
isabellaroga

10 seguidores 24 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 20 de novembro de 2014
Bom...mas poderia ser melhor desenvolvido...gostei da mensagem mas achei o filme muito limitado.
Daniel C.
Daniel C.

10 seguidores 3 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 21 de novembro de 2014
É um bom filme, segue um estilo parecido como "Divergente" e "Jogos Vorazes".
Tem uma história muito interessante em relação as pessoas não terem conhecimento da história do mundo em geral, não terem sentimentos, emoções e desejos para viverem em um sociedade em que todos são iguais e tem o mesmo valor. Só acho que o filme falha por não explicar direito spoiler: que atravessando a "barreira", as pessoas voltam a ter suas memórias, sentimentos e emoções
.
Karla R.
Karla R.

1 seguidor 4 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 18 de novembro de 2014
Gostei muito do filme a historia é bem interessante e te prende do começo ao fim. E a coragem do rapaz pelo novo é sensacional. A delicadeza do sentimento é único. Amei.
Charly L.
Charly L.

10 seguidores 19 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 16 de novembro de 2014
O filme começa muito bem mas aos poucos percebemos os diversos clichês que ele possui. O final não empolga.
Camila N.
Camila N.

6 seguidores 20 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 12 de novembro de 2014
Apesar da trama central já ter sido abordada, é um filme que vale a pena pra te fazer repensar sobre alguns conceitos filosóficos, mas de forma bem leve!
Maiko D
Maiko D

1.659 seguidores 303 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 1 de março de 2015
Não o recomendaria a alguém. O filme começou de forma interessante. Um enredo envolvente. Contudo, o final é decepcionante, simples demais. Parece filme proveniente de livro. Se houver um livro, talvez seja mais interessante, tenha mais conteúdo, história e seja divertido de ler, pois o filme não.
Karen B.
Karen B.

10 seguidores 7 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 8 de novembro de 2014
Esperava bem mais pela sinopse. Achei o filme um tanto "viajante", não me comoveu nem convenceu. A história em si é interessante, o ambiente futurístico, a fotografia... Mas faltou algo pra ser realmente bom.
Felipe S.
Felipe S.

27 seguidores 12 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 7 de novembro de 2014
“O Doador de Memórias” é mais simples e cru do que o resto das distopias adolescentes de hoje em dia, que tentam explicar o plano de fundo que levou aquele momento da “história” nos mínimos detalhes e ainda nos fazem engolir triângulos amorosos desnecessários (Lois Lowry publicou seu romance em 1993, o que torna os personagens de “O Doador de Memórias” parentes mais velhos de “Jogos Vorazes” e “Divergente”).

A história começa quando, depois de várias gerações, a humanidade descobriu uma forma de viver em paz e assim resolveu apagar suas memórias. No processo, deixou-se de mentir, sentir e ver cores e o humor de todos é controlado com medicação todas as manhãs. Graças a todas as abdicações, não há medo, não há ódio, inveja, violência e nenhum risco. Em suma, é o sonho de todos os pais.

Adolescentes de hoje, é claro, odiariam perder toda a futilidade que adoram mostrar nas redes sociais, por exemplo. Mas nessa “realidade” apenas Jonas, é que começa a aprender o que essa sociedade está perdendo. Ele foi nomeado o receptor de memórias – o sábio que usa os erros do passado para aconselhar os líderes do presente – e seu treinador, o tal doador do título (que é interpretado por Jeff Bridges) é o responsável por mostrar tudo ao menino.

O diretor Phillip Noyce utiliza-se de algumas montagens muito bem colocadas para mostrar o medo de Jonas ao se confrontar com nossos erros de hoje. O filme vai, aos poucos, perdendo a saturação de um belo preto-e-branco e chega às cores de maneira muito bela. Mas há várias diferenças entre essa adaptação e o livro. O que já era de se esperar. Afinal, o livro é cheio de nuances e sutilezas que não são tão vendáveis como os produtores hollywoodianos desejam. Principal mostra é fazer da personagem de Meryl Streep (que mal aparecia no livro) muito mais importante.

As escolhas do diretor, embora focadas em vender mais ingressos, não se mostram errôneas. E embora Meryl Streep cite no filme que “quando as pessoas têm a liberdade de escolher, elas escolhem errado”, nesse caso isso não se aplica. Nem mesmo para os adolescentes que optarem por ver esse filme ao invés de alguma outra bomba que esteja no cinema ao lado.
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