X-Men: Dias de um Futuro Esquecido
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Andrade B.
Andrade B.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 23 de maio de 2014
O passado à frente do tempo vigente. A manhã de hoje anunciada há tempos.
Outrora revelada como o presente. O futuro pertence aos X-Men. Se ontem não morremos, tudo é possível, agora.
Marco Antônio W.
Marco Antônio W.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 26 de maio de 2014
Desde que ouvi a primeira vez que as duas gerações dos filmes de X-Men estariam reunidas em um filme, dirigido por Brian Singer, fiquei ansioso desde então. Bem, o dia chegou, e como fã do universo dos mutantes, aqui vai minha crítica ao filme.

spoiler: Vou começar pelas coisas que não gostei (calma, no geral minha crítica será boa, você vai ver). A principal delas, a meu ver, foi que Singer não cumpriu com a promessa de resolver as incoerências entre os filmes. Isso fica claro em uma das primeiras cenas, quando o Professor Xavier 'do futuro' diz que foi criado junto com a Mística. Sabemos que na trilogia original esse fato nunca foi mencionado, sendo visto apenas no filme 'Primeira Classe'. Outra coisa não resolvida foi a relação entre Logan e Striker. Tudo bem, 'X-Men origens: Wolverine' é o campeão de falhas de roteiro e cronologia, mas no final de 'dias de um futuro esquecido' ficou claro que será dado outro reboot à história do Wolverine. Será que isso será abordado no Wolverine 3? Os próprios fãs de Wolverine estão fartos de tanta ênfase no anti-herói, e ainda terá outro filme dele, sendo um novo recomeço?


Há mais detalhes mal resolvidos, mas tudo bem, afinal trata-se também de um reboot de toda a franquia. Vamos agora aos grandes feitos do filme:

O roteiro é excelente, bem autoexplicativo. Quando vi os sentinelas do futuro no trailer, não gostei muito, mas a explicação no filme me convenceu que teria que ser daquele jeito. Outra jogada no filme que me convenceu também foi a explicação de que por que só o Logan era capaz de voltar no tempo com os poderes da Lince Negra. A questão dos mutantes se tornarem públicos pela primeira vez também satisfez com o propósito do filme.

Falando agora um pouco dos personagens. Creio que alguns personagens poderiam ter sido melhor explorados, como Bishop, Alex Summers, Tempestade, Mercúrio (e cadê a Feiticeira Escarlate? Até a menção sobre ela foi cortada). Outros achei desnecessário, como Groxo e o brazuca Mancha Solar. Mas apesar disso, entendo que o propósito central do filme foi atendido, e tanto as inserções quanto os cortes foram necessários (cortes estarão disponíveis em Blu-ray. Oba!). Apesar de o Wolverine ser obviamente o principal do filme (pra variar), o que mais me chamou atenção foi o conflito interno que o jovem Xavier passa, e o desenvolvimento da sua sabedoria característica. Inclusive vi uma entrevista, aqui no , onde Patrick Stewart revela que gostaria de desenvolver o personagem a partir da desenvoltura do James MacAvoy. Mas ficou melhor sendo o contrário mesmo.
Magneto une-se ao velho amigo no futuro para salvar a humanidade. Enquanto a versão jovem continua na sua eterna luta contra todos os humanos, ficando claro que vem mais briga entre os velhos amigos por aí.
O desfecho para a Mística achei sensacional. A maturidade da oscarizada Jennifer Lawrence caiu como uma luva no desenvolvimento da personagem, fazendo eu esquecer que um dia foi interpretada por Rebecca Romijn (sem tirar seu mérito, claro).

spoiler: O filme diverte muito. Com cenas engraçadas e paralisantes, empolga pela história, pelos personagens, pelos efeitos especiais - com destaque para a cena do Mercúrio na cozinha do Pentágono, e a clássica surfada do Homem de Gelo. Gostaria de ter visto mais um pouco da batalha com os sentinelas, mas o resultado final ficou excelente. E o que dizer da antológica cena da conversa entre os dois "Charles"? Para mim, foi o grande clímax do filme. É "A Cena". Indescritível! E o final chega a emocionar, ao vermos o Fera do filme 3, a Jean e o Scott (eu sabia!)... gostaria muito de ver outro filme com o elenco original, mas infelizmente (ou não) os planos da franquia são outros. Muito bem feito o filme. Estou louco para assistir novamente no cinema. Palmas pela produção pela mais que brilhante ideia de misturar as gerações da franquia. E como não poderia deixar de ser, pós créditos mostrando o Apocalipse. Tá, ele tá magrinho, parecendo um adolescente, mas pudera, a cena se passa a uns milhares de anos atrás. Vou ser ainda mais torturado pela espera do próximo filme.[spoiler]
spoiler:
spoiler:

[/spoiler]
BielSilva
BielSilva

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 24 de maio de 2014
Estamos predestinados a um futuro imutável? Nossas ações, mesmo as mais surpreendentes, não podem ser mudadas se nos ensinarem o caminho certo que devemos seguir? Essas são as questões abordadas em X-Men: Dias de um futuro esquecido.
Quando recebemos uma pancada forte, é difícil levantar, e poucas pancadas foram tão fortes como a que a saga X- Men sofreu no terceiro filme da franquia. Como um corner que fica gritando “levanta” após seu boxeador ser quase nocauteado, Bryan Singer deu um grito de esperança, e fez a saga recuperar o folego após produzir o belíssimo filme de 2011 X-Men: Primeira Classe, dirigido por Matthew Vaughn.
Depois do filme de 2011, e o anuncio da volta de Singer para a Saga, o público pôde respirar aliviado, pois sabia que viria coisa boa por ai. O filme realmente não decepciona, pelo contrário, tanto quem é fã, como quem é poser, ou até mesmo quem nunca ouviu falar dos mutantes mas famosos dos quadrinhos, sairá do cinema com um sorriso de canto a canto do rosto. Com cenas de ação bem elaboradas, roteiro impecável, e um tom de nostalgia que vai fazer você que fã lagrimejar de emoção, (e não estou falando de flash backs), X-Men: Dias de um futuro esquecido, é um filme que merece ser aplaudido pelo que fez a saga.
Caio Gabriel A.
Caio Gabriel A.

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4,0
Enviada em 31 de janeiro de 2015
Quando vi o Trailer do filme fiquei louco para assistir. Fui. Gostei muito do filme , com efeitos especiais nota 10 , cenas de ação muito boas e atuações espetaculares (principalmente de Michael Fassbender).
O Filme é longo , é não consegue superar X-Men primeira classe , mais mesmo assim me deixou louco para o próximo X-Men (Apocalipse) ....
André C.
André C.

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3,5
Enviada em 18 de fevereiro de 2015
O filme é bom... Mas poderia trocar o nome de X-Men para outro filme do Wolverine, pois sempre é o foco no filme.

O filme também conseguiu tirar um pouco da imagem ruim dos 3 primeiros filmes...
Jacitara N.
Jacitara N.

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5,0
Enviada em 25 de abril de 2015
eu sou super fã dos X-Men e de todos os outros filmes esse foi o que mais gostei ate chorei na parte em que eles estavam sendo mortos por os sentinelas eu não me imagino em um mundo sem os X-Men kkkk o figurino, o elenco incrível, a cena do mercúrio, a reconciliação de Charles e Erik no final, a volta dos que morreram, a minha dor em imaginar eles morrendo e no final a cena pós creditos do filme mais esperado por mim 2016 vem logo!!!. Apocalipse apesar de ser vilão é o meu mutante favorito.
Cassiano J.
Cassiano J.

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4,5
Enviada em 23 de maio de 2014
Surpreendente, o filme demonstra que a franquia X-Men está mais viva do que nunca e isso já tivemos a oportunidade de perceber com o excelente First Class. Posicionando os principais mutantes do universo X-Men conectados diretamente com uma das histórias mais lembrada dos Estados Unidos, o filme destaca também o um princípio da rivalidade asseverada na primeira trilogia. Com ótimo roteiro, uma bela e adequada trilha sonora, presenciamos efeitos especiais que um bom filme de super-heróis, como X-Men, deve contar, devendo ressaltar a cena do Mercúrio dando uma ligeira ajuda na fuga de Logan, Charles e Erik, sendo esta a cena mais fantástica do filme, o que faz valer a pena rever o filme, e nos trás uma dimensão do que esperar do Mercúrio de Os Vingadores.

Contando com diversas cenas com câmera lenta, o filme te deixa aflito e ansioso, roendo as unhas e agoniado, torcendo a todo momento pelo desfecho feliz de todos os mutantes que ainda restaram e também dos que foram "ressuscitados" na luta contra os importunos Sentinelas.

Por fim, conhecemos dois mundos, passado e futuro, e um personagem diretamente ligado entre eles, conhecemos Trask e sua principal ambição, bem como os primórdios interesses de William Stryker para com os mutantes. E Logan novamente está a frente do filme e aí é que está a principal crítica daqueles que são fãs e acompanham a história dos X-Men's desde os primeiros Gibis, contudo a história bem dirigida por Bryan Singer nos convence que naqueles aspectos (o futuro trágico e previsível dos mutantes), realmente era necessário que o Wolverine estivesse a frente de ambos os mundos, sua antipatia era primordial para orientar e guiar os onipotentes Charles Xavier e Erik Lehnsherr, principalmente o primeiro que após tomar um chá com seu futuro passou a ter consciência de toda a situação, tornando-se uma peça chave para um final tão nostálgico que ficamos plenamente ansiosos por X-Men Apocalypse.

Está enganado aquele que achava que a Marvel não emplacaria um filme tão bom quanto O Soldado Invernal em curto prazo e vem mais por aí.
Edmilson J.
Edmilson J.

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5,0
Enviada em 23 de maio de 2014
O filme é muito bom, pois os outros filmes da série também foram ótimos, portanto, o filme é ótimo.
Lucas L.
Lucas L.

1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 24 de maio de 2014
E se você pudesse voltar no passado, o que você mudaria? Talvez, eminentemente, seja essa a verdadeira mensagem deixada pelo filme. Algo óbvio, afinal. O enrendo, entretanto, é fascinante. No desenrolar dessa profunda reflexão que envolve, sobretudo, a batalha entre as mais multifacetadas emoções humanas, nota-se não apenas a progressão de cenas, por muitas das vezes, imprevisíveis, mas o desenvolvimento de uma história totalmente envolvente. Ademais, outra vantagem dessa obra cinematográfica é, de certa forma, a autonomia presente nela. Indivíduos que não acompanharam, por completo, a série de filmes dessa saga, poderão, sem dúvidas, compreender o desabrochar dessa história. Cenas de alta qualidade, com a vislumbrante atuação do elenco, demonstram, portanto, mais um sucedido guiamento da equipe de produção sob a batuta de Bryan Singer. Épica produção cinematográfica. Sem dúvidas, vale a pena assistir.
Liliane O.
Liliane O.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 25 de maio de 2014
spoiler:


X-MEN: DIAS DE UM FUTURO ESQUECIDO

Mais uma aventura acerca dos heróis mutantes da gigante Marvel chega aos cinemas para encerrar, porém não tão certamente, um dos episódios mais ousados da saga.

Sob a direção de Bryan Singer (Os Suspeitos – 1995 e X Men 2 – 2003), a história de X-MEN: Dias De Um Futuro Esquecido, começa sombria; locações escuras dão o tom de desespero como reflexo dos dias atuais vividos pelos mutantes sobreviventes ao ataque impiedoso de um inimigo nocivo, cujas competências são resultado da própria evolução mutante. A solução então, é voltar no tempo, a fim de destruir a futura ameaça. A ideia concebida por Professor Xavier (Patrick Stewart) e Magneto (Ian McKellen), leva Wolverine (Hugh Jackman) ao passado na tentativa de mudar o presente em decadência em que vivem e salvar a espécie.

Contando com a participação de personagens como Mística (Jennifer Lawrence), Fera (Nicholas Hoult), Tempestade (Halle Berry) e o retorno dos próprios Charles Xavier (James McAvoy) e Erick Lehnsherr (Michael Fassbender) em plena juventude, o roteiro retoma a ambientação temporal de um “pós” X-MEN: Primeira Classe (2011) e se envereda pela fórmula clássica que combina, de um lado, a missão de impedir a formação do exército futuro e, do outro, a retomada das delicadas relações entre os personagens da série, com todas as problemáticas pessoais que acabam influenciando no cumprimento da missão original. E a formula dá certo.

Com elenco de peso, o longa tem interpretações fortes e convictas; cenas de ação de proporções utópicas e trilha sonora ativamente participativa. O filme agrada de simpatizantes a fãs cativos do universo Marvel, justamente por transportar para as telonas os poderes desses mutantes em plena capacidade, equilibrando as duas linhas do tempo coexistentes.

O filme impressiona. Não só pela sua grandiosidade de produção e efeitos especiais, mas também pela originalidade de um roteiro que cumpre também a função de fazer renascer o universo mutante, deixando espaço para, quem sabe, um próximo capítulo.
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