Tomorrowland - Um Lugar Onde Nada é Impossível: Críticas - Página 4
Tomorrowland - Um Lugar Onde Nada é Impossível
Média
3,7
1002 notas
90 Críticas do usuário
5
16 críticas
4
15 críticas
3
26 críticas
2
22 críticas
1
3 críticas
0
8 críticas
Organizar por
Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Ricardo M.
13.444 seguidores
697 críticas
Seguir usuário
3,5
Enviada em 20 de janeiro de 2016
Possibilidades...
O conceito de futuro sempre foi algo muito subjetivo, pois as argumentações costumam variar conforme a época em são feitas. Quando algo é tratado no passado, sustentar como seria uma sociedade futurista tende a ser bizarro, a não ser que isso seja demonstrado pelo diretor Brad Bird no excelente Tomorrowland.
Nesta divertida aventura, George Clooney é o Frank Walker, um jovem curioso pela ciência que, em certo momento de uma feira, recebe um broche que lhe dá a possibilidade de conhecer um local estranhamente incrível. Após muitos anos e já adulto, ele passa a viver isolado do mundo, até que Casey Newton (Britt Robertson) bate a sua porta buscando ajuda pela "visita" também feita por Walker a décadas atrás.
As descobertas feitas ao longo do filme rendem momentos bem inspirados, como a briga na loja de artigos diversos e na casa de Walker, talvez esse o momento mais inspirado do filme, visto a complexidade e inventividade das cenas envolvendo aparatos tecnológicos simples e incríveis. Isso sem deixar de citar a primeira visita de Casey no mundo de Tomorrowland.
Com efeitos visuais de ponta, atuações excelentes, com destaque para a jovem Raffey Cassidy, e uma história interessante, TOMORROWLAND - UM LUGAR ONDE NADA É IMPOSSÍVEL não recebeu a atenção devida pelo público, relegando-o a algo normal, mas é de longe uma obra funcional, criativa e bem divertida.
Ah! Se não existissem os efeitos especiais! Realmente, se não fossem eles, o filme TOMORROWLAND seria de uma chatice ímpar, seria uma colagem de alguns trechos do manual de uma seita que prega o pensamento positivo como forma de encarar o amanhã. Aborrecido e repetitivo, talvez (muito talvez) engane numa sessão da tarde de um canal desesperado por audiência. Atores em atuações burocráticas, roteiro frouxo (engraçado o visual retrô de futuro), ameaças apocalípticas, neuroses que parecem saídas dos tempos da guerra-fria. O que se salva, se é que se pode salvar algo, são as atuações do ator que faz a personagem de Clooney quando criança e a da atriz que faz o robô Athena. Pura perda de tempo!
O filme é lindo, fala sobre esperança, mudança e confiança. Tratando da busca do conhecimento para o bem. A interação entre os personagens é única, ao mesmo tempo que totalmente diferentes apresentam completa conectividade. O filme flui e não leva ao cansaço, vai direto ao ponto e rapidamente resolve. Recomendo!
Gostei do filme. É um tipo de filme que muito me agrada e gostei muito da atuação do George Clooney já que não sou muito acostumado a ver filmes com ele no elenco...
Um filme mediano que consegue passar a mensagem de que o futuro do mundo está nas mãos da humanidade e que nós podemos reverter a situação ainda. Atuações fracas, sem grandes emoções, primeira parte até cansativa e entediante. Mas para um domingo a tarde, chuvoso e com pipoca, valeu.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade