Divergente
Média
4,2
6434 notas

297 Críticas do usuário

5
106 críticas
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FOCA
FOCA

31 seguidores 69 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 24 de janeiro de 2015
Mais um filme cheio de besteiras pré-adolescentes, com divagações fúteis e conclusões obvias. O enredo ainda que cheio de falhas, principalmente no inicio, não é de se jogar fora, ainda mais porque não demonstra medo ao descartar personagens, para dar mais impacto na história. As boas cenas de ação, principalmente durante o treinamento da audácia, ditam o ritmo ao longa. O que o filme traz de bom é o preceito, o novo mundo criado, o surgimento de pessoas diferentes mesmo quando tudo já estava predefinido. O futuro, não tão futurista assim, foi um dos pontos positivos pra mim. A atuação Shailene Woodley foi excelente, Kate Winslet passa por média, mas Theo James decepciona legal. Divergente não diverge muito dessas outras franquias teen, mas tem um mundo melhor construído o que de certa forma cativa. ;)
Felipe Santos
Felipe Santos

12 seguidores 169 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 23 de agosto de 2024
Divergente é um filme que faz o básico do básico em questão de ser uma tentativa de adaptação de YA que já tivemos no passado; tem ideias legais mas no geral você sempre tem a sensação de que já viu isso antes e muito melhor e mais bem feito.
lucas Alves P.
lucas Alves P.

6 seguidores 11 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 25 de maio de 2014
Não gostei do filme o livro era melhor mesmo assim achei ele muito imitador com jogos vorazes mais o ponto positivo do filme e a protagonista.O roteiro ficou com alguns furos vamos ver oque vai sair no próximo filme da franquia.
Karinne L.
Karinne L.

3 seguidores 2 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 19 de abril de 2014
divergente para muitas pessoas é um livro incrível ,espetacular mas todo o livro tenhe que ser baseado no filme é isso alguns filmes não são baseados nos vezes tenhe problemas nas imagems , as vezes tenhe problemas nos áudios ,as vezes tenhe problemas nos ingressos , as vezes até quando você dá o seu melhor para tentar chegar nos cinemas é quando chega lá não consegue entrar porque acabou ingressos eu já vi muito acontecer isso mas divergente foi um filme como posso disser um filme que foi esperado por milhares de pessoas mas nem todo o filme é como o se de esperar isso foi o caso de divergente ele em vez de ser um filme com adrenalina, rápides ,agilidade ele pelo o que eu percebir ele não foi um dos filmes que pelos menos eu esperava ter mais emoção , rápides e até adrenalina eu acho que ele foi só um filme qualquer mas não posso negar eu fui nos cinemas ver ele é simplesmente achei um filme que muita gente queria ver mas não pode porque não tinha ingressos para nota para o filme é 4,0 só não dou 5 porque eu não achei ele tam bom assi.
Kamila A.
Kamila A.

7.941 seguidores 816 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 30 de abril de 2014
Por se passar num mundo futurista, altamente dividido, com potencial para a repressão da liberdade de pensamento e que exige responsabilidades grandes de seus habitantes mais jovens, a série de livros bem-sucedida escrita por Veronica Roth, composta por “Divergente”, “Insurgente” e “Convergente”, tem sido comparada a uma outra famosa série literária chamada “Jogos Vorazes”, de autoria de Suzanne Collins. Assim como ocorrido com a história estrelada por Katniss Everdeen (interpretada por Jennifer Lawrence), Roth está começando a ver a sua série sendo adaptada para o cinema.

Durante a primeira hora de “Divergente”, filme dirigido por Neil Burger, o roteiro escrito por Evan Daugherty e Vanessa Taylor é um tanto didático, explicando o pano de fundo no qual se passa essa história. Numa cidade futurista, a sociedade divide-se em cinco facções, cada qual dedicada a uma virtude: a Abnegação (altruísmo), a Audácia (coragem), a Sinceridade (verdade), a Amizade (simplicidade) e a Erudição (inteligência). Quando os adolescentes completam 16 anos, são submetidos a uma espécie de teste de orientação vocacional, que os leva à escolha definitiva de suas vidas: a qual facção eles desejam pertencer? Quando os jovens não se adequam a nenhum desses grupos, eles são chamados de divergentes.

É interessante a ideia por trás dessa premissa, pois ela lida com o contraste entre dois conflitos que são típicos da adolescência: o desejo que os jovens tem de pertencer a um grupo e de serem aceitos; e, ao mesmo tempo, o medo que os adolescentes possuem de serem rotulados – o que eles desejam, no fundo, é a liberdade de serem como eles são de verdade. Esse não é um problema para a personagem principal de “Divergente”. Beatrice Prior (Shailene Woodley) sabe muito bem quem ela é e o lugar ao qual ela não pertence. O desejo dela por se descobrir e por enfrentar seus medos a leva a abandonar a sua família (seus pais – interpretados por Tony Goldwyn e Ashley Judd – e irmão – interpretado por Ansel Egort) e a entrar na Audácia.

A partir do momento em que Beatrice se junta à Audácia e se dá o nome de Tris, temos o grande ponto de virada na trama de “Divergente”. O primeiro filme dessa série, na realidade, tem o objetivo de fazer a contextualização geral da trama, de forma a que conflitos mais sérios possam ser desenvolvidos nas continuações. Portanto, devemos prestar atenção aqui à jornada de amadurecimento de Tris na Audácia, o relacionamento que ela estabelece com Four (Theo James), a maneira como ela lida com a sua condição de divergente e a forma corajosa com que ela se impõe diante dos líderes, ao mesmo tempo em que mantém vivo os valores que lhe foram passados pela sua família (integrantes da Abnegação).

Apesar do tom didático, “Divergente” é um filme muito bem construído e que conta com um grande trunfo a seu favor: a presença de um diretor excelente como Neil Burger por trás das câmeras. Nome muito conhecido no cinema independente, esse é o seu primeiro longa de grande apelo popular e ele se saiu muito bem, especialmente por ter decidido colocar o foco de “Divergente” nas pessoas, de forma a fazer com que a gente se importe com as personagens. Nesse ponto, temos o segundo ponto positivo de “Divergente”: o elenco de jovens e experientes atores que cumprem muito bem o seu papel. Que venham “Insurgente” e “Convergente”.
Daniel Novaes
Daniel Novaes

7.774 seguidores 873 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 5 de abril de 2015
Previsível e tudo parecido com jogos vorazes... mas um bom filme de aventura.
Alexandre S.
Alexandre S.

153 seguidores 116 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 18 de abril de 2014
Mais uma obra "juvenil literária" entra na telona. Divergente, que entra no "seleto" grupo de obras adolescentes como Crepúsculo e Jogos Vorazes, tem um bom ritmo de cenas de ação e drama, mas peca em um detalhe: roteiro. Como não conheço a obra literária, ficou um pouco confuso de entender muito bem como funciona a Chicago do futuro. Por mais que a personagem principal, Tris, inicia o filme com uma explicação simplória, acaba deixando os iniciados nesse universo meio perdidos. Shailene Woodley me surpreendeu como Tris, afinal, vai rolar aquela comparação maldosa com Jeniffrer Lawrence em Jogos Vorazes, mas Shailene se destaca muito bem, diferente do resto do elenco que fica bem abaixo, inclusive Kate Winslet que tenta mas não consegue mostrar seu melhor. Vale uma conferida no cinema sem compromisso. Agora, se você já leu, corra. Quem sabe pode te agradar...
Renata Balestrin V. C.
Renata Balestrin V. C.

11 seguidores 11 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 21 de abril de 2014
Apesar da crítica ruim, achei muito bom. A atriz é excelente e a química entre os dois protagonistas foi certeira. História bem bolada, bem dirigido e fica a vontade de ver o segundo.
Rafael R.
Rafael R.

11 seguidores 9 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 20 de abril de 2014
Divergente é um dos muitos filmes voltados para o público juvenil, mas tem seu diferencial. Ele trás um equilíbrio entre romance e ação que combina muito bem e agrada tanto os meninos quanto às meninas.
O roteiro reúne alguns elementos da história mundial como parte da trama, no caso, o modo como os nazistas alemães matavam os judeus: ajoelhados e atiravam na cabeça, o que trouxe um ar de obra de arte muito maior. Porém, nessa história há muitas referencias da série Jogos Vorazes (as facções parecem ser os distritos, os regimes políticos dos dois filmes são parecidos, e outras), no qual perde a originalidade de Divergente. O elenco também deixa um pouco a desejar, já que muitos quase não tinham experiências com o cinema e talvez, não conseguiram adaptar-se a obra rapidamente, exceto, Shailene Woodley, muito boa como Tris, consegue passar todas as emoções da personagem de forma clara, e Kate Winslet, no papel de uma vilã um tanto diferente. Em relação ao ambiente e o figurino, esse merecem destaque, pois passam a realidade que a autora quis transmitir. A trilha sonora possui boas músicas, mas não foram exploradas adequadamente durante a trama, no entanto não atrapalha no desenrolar da obra.
Sem sombra de dúvidas, Divergente é um bom filme, com características divergentes do outros filmes juvenis, sem foco para o romance (geralmente acaba se tornando meloso) e mais foco para a ação, ideal para quem gosta de cenas impactantes e inesperadas.
Ricardo M.
Ricardo M.

13.444 seguidores 697 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 21 de novembro de 2015
Divergências da boas...

Séries voltadas para o público juvenil ganharam foco com a notável popularização de Harry Potter, que por sua vez abriu espaço para grandes franquias no cinema como Jogos Vorazes, Maze Runner e este interessante Divergente.

Nesta produção dirigida pelo americano Neil Burger, vivenciamos uma sociedade pós-apocalíptica que se mantém isolada por trás de um estranho muro e dividida por 5 diferentes facções que, em tese, possuem funções e responsabilidades para garantir o cotidiano desta população futurista. A protagonista Beatrice "Tris" Prior (Shailene Woodley) faz parte da facção Abnegação, mas aos completar 16 anos, decide mudar para Audácia e se unir ao grupo dos corajosos que precisam treinar e desenvolver suas habilidades para defender a cidade onde vivem, Chicago.

Boa parte parte do desenvolvimento da história mostra o treinamento de Tris e de sua facção, sendo aos poucos temperada pela trama secundária que envolve o controle da sociedade por outra facção, ainda que pelo uso da manipulação. Temos também, mesmo que de forma parca, o desenvolvimento de personagens secundários, como o lendário Quatro (Theo James), Peter (Miles Teller) e Eric (Jai Courtney), sendo este último responsável por boas doses de reviravolta na trama.

Definido como filme de ação, Divergente de fato tem algumas cenas até interessantes, muitas delas provenientes dos treinamentos, já que o orçamento apertado não propiciou abusar de doses com efeitos visuais, ainda que estes estejam lá.

Apesar do contexto apocalíptico e de um suposto governo opressor que deseja tomar o poder, o filme ainda consegue convencer sem soar forçado ou necessitar da leitura dos livros de Veronica Roth, pois apesar das diversas reviravoltas surgirem ao longo das 2h e 20min, o roteiro ainda foca na tensão e preocupação com os conflitos pessoais da protagonista, deixando pontas soltas mas sem que isso prejudique a diversão do espectador.
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