Divergente
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4,2
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297 Críticas do usuário

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Leonardo J.
Leonardo J.

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2,0
Enviada em 22 de novembro de 2014
Bom,é aquela coisa de ''em um futuro não muito distante'',aí começa aquela coisa futurista,emfim,o filme é bom em aspectos de efeitos e personagens,com personalidades meio fracas mas não bons,já na história,não pode se dizer muito coisa,você vai vê-lo esperando um coisa,e vê outra,deixando furos e dúvidas ao longo do filme,ele também pode se dizer que é mentiroso,como nas cenas de lutas,demorava uns 4 minutos mais ou menos pra pessoa sangrar,emfim,não boto fé nesse filme,e nem estou empolgado com a futura franquia,totalmente fraco...e confuso.
Edgar T.
Edgar T.

27 seguidores 2 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 21 de abril de 2014
E mais um filme baseado em um livro e mais uma vez vamos tomar a coesa decisão de não misturar leitura com cinema ok? Pois cinema é um mundo diferente do dos livros, então comparar os dois não adianta. Apenas detalhes podem ser comparados (características de personagens). Mas sem delongas, analisemos “Divergente”.

No mundo de divergente temos algumas divergências (perdoem-me pelo trocadilho), pois pelas divisões não há clara composição social mediante a não especificação de em que facção se encontra médicos, engenheiros, entre outros, quero sizer, sem especificar a qual estariam ligados. Sem falar que a menina que seria teoricamente abnegada (Beatrice) se mostra em nenhum momento tímida ou fraca, um furo claro no roteiro. Outro ponto intrigante na trama é o que vive e como vive, quem está além da muralha? Alguns pontos dentro do enredo do filme ficam obscuros, ainda mais pela sucessão de acontecimentos, que ocorrem de forma muito rápida, mesmo se tratando de um longa com pouco mais de duas horas de duração.

A atriz principal infelizmente não transmite a essência da personagem, porém consegue em certas cenas trazer diferenciais interessantes para o contexto da historia.

O enredo, porém é, apesar de certos clichês, muito bem elaborado, fazendo quem assiste ganhar a emoção do que ocorre principalmente da metade do filme em diante. Cenas de ação bem construídas, atreladas a fatos inesperados contribuem para se prender a atenção do publico. Para quem é mais desatento o filme será apenas espetacular, para olhos mais aguçado serão vistos pequenos erros no roteiro e em caracterização, apesar de tudo, não deixa de ser um bom filme (clichê, mas bom). Nota 7,2.
Lorena R
Lorena R

58 seguidores 69 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 21 de abril de 2014
Divergente é um filme sensacional, assim como os livros da série! Eu sou fã de carteirinha dos livros, tenho e já li todos, portanto estava com uma expectativa enorme sobre essa adaptação para as telinhas e literalmente contei os dias para a estreia do filme. Mergulhei de cabeça neste universo Divergente, desde as primeiras páginas lidas, cada livro, os personagens, o elenco, os trailers e spots, as entrevistas e novidades, a estreia nos Estados Unidos e a repercussão do filme pelo mundo até chegar ao Brasil, então comprei o ingresso antecipadamente e no dia 17 de Abril de 2014, eu tive o que eu posso dizer que foi a minha experiência mais intensa com a sétima arte. Calma, eu não estou dizendo que é o melhor filme do mundo, acho que esse tipo de afirmação é um tanto absurda e difícil de se fazer sobre o que quer que seja, claro que há exceções, mas não veem ao caso aqui. O fato é que existem coisas que por alguma força maior e inexplicável te cativam, e uma vez que isso acontece você vai amá-las e elas terão aos seus olhos um valor e um significado sem precedentes. Os livros dessa série exerceram esse poder sobre mim, me cativaram, e me deixaram valiosas mensagens e recordações. E é gratificante que o filme tenha alcançado o mesmo efeito. Claro que como sendo uma adaptação de uma obra literária para o cinema, trechos inteiros e personagens foram omitidos, enquanto outras coisas foram acrescentadas, mas num balanço geral entre tais mudanças e tudo o que compõe o universo de um filme: direção, roteiro, elenco, cenários, maquiagem, efeitos visuais, trilha sonora, edição... o resultado é um balanço muito positivo. O filme é muito bom, cheio de ação, aventura, reviravoltas, é eletrizante e instigante, com momentos de tirar o fôlego, outros de fazer rir e até de fazer chorar, vibrar, e ainda tem romance! Para os mais atentos e interessados pode causar alguns questionamentos, passar algumas mensagens e deixar algum legado no decorrer e ao término desta jornada que começa com Divergente e terá seu desfecho em Convergente - Parte 2. Espero que Divergente e sua heroína Tris Prior ainda cativem muitos corações ao longo de sua jornada, agora e para sempre, através dos livros e das telinhas, porque algumas coisas simplesmente valem muito a pena e essa história criada pela magnífica Verônica Roth e adotada por milhares de fãs ao redor do mundo é sem dúvida uma delas, um desses pequenos milagres as vezes produzidos por mãos humanas.
Tiago Luiz Bubniak
Tiago Luiz Bubniak

14 seguidores 16 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 19 de abril de 2014
‘Divergente’ é saga adolescente com mensagem

Adaptação literária comandada por Neil Burger traz lutas, ação e romance, mas esses elementos não estão desvinculados de reflexões sociais

Em um futuro distópico, a sociedade é composta por cinco facções bem definidas: Abnegação, Amizade, Audácia, Erudição e Franqueza. As pessoas são obrigatoriamente encaixadas em uma dessas classes. Um teste aplicado em todos os seres humanos é crucial para definir a qual casta cada um pertence. Nesse cenário é que transcorre a trama de ‘Divergente’, filme do diretor Neil Burger baseado em livro de Veronica Roth.
O “quê” necessário para desencadear os conflitos, tão elementar para fazer de um romance um romance, de um filme um filme, é o fato de a protagonista Tris (Shailene Woodley) sair do teste de aptidão com um resultado inconclusivo e, portanto, ser “diagnosticada” como “divergente”. Assim como extremamente raro, ser divergente é extremamente indesejado. Na sociedade imaginada pela trama, a divergência compromete o equilíbrio do sistema e, portanto, a paz social.
Tudo bem, a história bebe (sem reservas) na trama de ‘Jogos Vorazes’: saga adolescente, sociedade distópica, romance em meio ao caos, investimento na superação, fartura de lutas e cenas de ação, vínculos familiares postos em xeque (“a facção antes do sangue” é o lema). Porém, como seu similar, o filme de Neil Burger é um filme de adolescente para adolescente (mas não apenas) que aposta no cérebro sem deixar de apelar para o coração. Entre pinceladas de romance e muita ação, existem menções explícitas à luta de classes, à agonia de ser diferente em uma sociedade cirurgicamente estratificada e aos questionamentos tanto sobre a estereotipagem de seres humanos quanto aos atritos de se impor permanentemente o social acima do individual.
Inspiradas pelos clássicos da literatura ‘1984’, de George Orwell, e ‘Admirável Mundo Novo’, de Aldous Huxley, filmes (e trilogias) como ‘Jogos Vorazes’ e ‘Divergente’ colocam no centro das discussões da cultura pop o tema de futuros (?) distópicos. Nada mais sugestivo em uma sociedade submersa, entre tantas características, na hipervalorização da tecnologia e na frieza do ultracapitalismo em detrimento do humano.
Mateus S.
Mateus S.

67 seguidores 36 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 19 de abril de 2014
Divergente é a adaptação do livro de mesmo nome que faz parte de uma trilogia, escrita por Veronica Roth. E eu, como um leitor da Saga, gostei sim do filme, mas ficou abaixo das minhas expectativas.
O diretor do filme Neil Burger mostra sua visão da cidade de Chicago, que era exatamente como eu imaginava, mas o problema do filme não está aí. Mas ao mesmo tempo em que o diretor se esforça para deixar tudo bem explicado e tentar colocar várias cenas interessantes do livro no filme, ele simplesmente tira um confronto entre dois personagens (Edward e Peter) que é um dos pontos principais da trama, onde as consequências são mostradas nas continuações e o diretor simplesmente ignora isso. Não bastando só tirar um ponto de tal importância, Neil Burger também resolve mudar o 3º ato. Colocando uma cena de luta contra a vilã do filme, Jeanine Matthews (Katie Winslet) que não há no livro, e também não faz muito sentido. Infelizmente, parece que o diretor evita também falar nomes de vários personagens importantes (pelo menos no livro, já que no filme, eles tem meras participações). O verdadeiro nome de Quatro é mencionado em somente um momento do filme. Uriah, outro personagem importante dos livros, é irreconhecível, já que seu nome não é citado.
O filme em si, é ótimo, mesmo que para os que não leram os livros possa parecer meio confuso esse Universo. As atuações estão simplesmente extraordinárias. Shailene Woodley (Interpreta Tris) mesmo não sendo uma atriz experiente, surpreende em várias cenas. The James (Interpreta Quatro) mesmo não sendo também muito famoso ou experiente está impressionantemente bem no filme. Katie Winslet (Interpreta Jeanine Matthews). Não são necessários comentários para uma atriz tão maravilhosa. Ela está incrível, o que não surpreende. O elenco conta com outros diversos nomes, como Miles Teller e Zoe Kravitz, mas estes tem aparições menores.
É apreciável a tentativa de Neil Burger de fazer um filme fiel, colocando até mesmo a parte da Tirolesa, que é maravilhosa. Mas mesmo com um filme longo, ele falha em alguns aspectos de fidelidade. Faltam sim várias coisas, mas é perdoável. O filme apresenta uma perspectiva da cidade muito boa, mas falta intimidade com os personagens e maior aprofundamento, mas não deixa de ser uma ótima adaptação, com certas falhas. Só nos resta esperar a chegada de "Insurgente" e tomara que finalmente apresentem os personagens que faltaram neste filme.
Kleber N.
Kleber N.

16 seguidores 1 crítica Seguir usuário

2,5
Enviada em 17 de abril de 2014
O filme se desenvolve de uma boa maneira, com uma narrativa um pouco complicada de se entender e fatos que acontecem no começo do filme que não são fechados satisfatoriamente no final. A partir do meio do filme, torna-se entedioso pois não acontece nada de relevante (momento certo para levar e ir comprar mais pipoca, refri, água). Então chegamos ao final, que não mais que de repente todos viram zumbis controlados por computadores. Divergente se desenvolve bem mas o final não prende o espectador a querer conferir a sequencia.
Gabriela O.
Gabriela O.

16 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 19 de abril de 2014
A mania do momento é adaptar livros para jovens adultos para as telonas. Tris Prior (Shailene Woodley) descobre que ela é uma Divergente, alguém que não é definido por uma só característica como o resto de sua sociedade e obviamente não se encaixa em seu mundo. A jovem descobre que há uma trama para eliminar qualquer Divergente, então Tris se une ao misterioso Quatro (Theo James), e juntos eles vão viver um romance mas irão descobrir o que torna os Divergentes tão perigosos para aquela sociedade distópica.
Divergente é Harry Potter em tempos distópicos, ou seja, um mundo totalitário e opressivo com um toque diferente. Por exemplo, ao invés de Grifinória temos a fação da Audácia, que possuem a tendência de buscar a adrenalina. Woodley é uma atriz que ainda vai dar o que falar, sua atuação em Os Descendentes (2011) é memorável e aqui ela também faz um bom trabalho. Sua personagem Beatrice que poderia ser um ícone feminino nas telas, se vê em determinado momento como uma mocinha simplória por isso muitos andam preferindo o filme Jogos Vorazes do que este. Falta mais viço aos personagens como um todo. Contudo, a história a seu redor não proporciona muito para a atriz aprofundar. As cenas de ação são adequadas e os efeitos especiais não são exagerados. Todo filme adaptado de um livro sofre modificações, e nesse caso não foi diferente. Entretanto as mudanças nos filmes, em minha opinião foram fúteis, tudo para deixar o filme com uma ponta gigante para o próximo. Para ser sincero meu maior problema com o filme é como ele é lento. A maior parte do filme é focado nos testes, o que poderia ser até feito de maneira intrigante. Por outro lado, especialmente no final o ritmo se atrapalha um pouco. Vemos uma sequência de momentos dramáticos que tornam o clímax bagunçado, difícil de gerar um envolvimento emocional com a platéia. Isso ocorre em especial para os que não leram, que não tem uma intimidade maior com os personagens. Ainda que o filme nos dê um parecer do estado mental e da história dos protagonistas, falta um pouco para nos importarmos com muitos dos eventos. Mas apesar de tudo, não vale a pena entrar no mérito das mudanças que a história original sofreu – o principal está aqui, e funciona. O filme termina bem ainda que as partes mais interessantes estejam mais cedo e deixa as portas abertas para uma sequência: “Insurgente” foi recentemente anunciado para 2015.
Juliano C.
Juliano C.

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3,0
Enviada em 16 de abril de 2014
Um filme tão esperado como Divergente deveria conter um enredo mais bem elaborado e uma trama mais complexa. A historia é nova e criativa, um mundo futurístico nunca imaginado dividido por castas. Mas faltou emoção e fatos marcantes no decorrer do filme. No que diz respeito a classificação está entre legal e bom. Assista apenas se tiver tempo. Torçamos para que Insurgente nos tire o fôlego, coisa que Divergente não fez.
Pedro T.
Pedro T.

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 11 de maio de 2014
Meu Deus como é ruim! Filme para adolescente de baixa instrução... ridículo demais. Boboca. Gente, se quiser ver uma ficção científica que preste estrelado por jovenzinhos pimpões assistam O Preço do Amanhã, um filmaço. Esse aqui é lixo, lixo, lixo, lixo. Mais uma vez: lixo!
Victor L.
Victor L.

8 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 1 de fevereiro de 2015
Um dos melhores filmes que já assistir. O enredo e fantasístico.
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