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mozezu H.
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1,0
Enviada em 27 de março de 2015
Morreram o pai e a mãe e vocês ainda vêm aqui dizer que o filme é bom? Em suas mentes egoístas soa o consolo: pelo menos ela terminou com o "amor" dela. Sociedade individualista ou deveria dizer "honesta". Bando de jovens sem conteúdo, supérfluos tal qual o filme.
Esse filme foi lançado bem na época da febre Hunger Games, então é bem complicado falar sobre esse filme sem fazer uma comparação com essa outra saga, até porque ambos são utopias onde existem uma diferença de classes e guerras civis. Tentando deixar isso de lado, resta admitir que é um filme bom, tem uma premissa boa e até que foi bem executado. Acho que as atuações deixaram um pouco a desejar, não de todo mundo, apenas algumas pessoas, mas fora isso, é um filme legal de se ver.
Na verdade, o primeiro filme - bem como o primeiro livro - trata do ponto de vista da personagem principal sobre o mundo em que ela vive: vamos descobrindo o mundo de Tris junto com ela. Logo não faria sentido uma adolescente, que já nasceu introduzida nesse mundo, saber explicar o porquê da divisão de classes ou as outras "falhas" que aparentemente a história apresenta. Sendo assim, Divergente fala sobre como ser uma adolescente em um mundo de divisões de personalidades quando divisões de personalidade não parecem fazer sentido na concepção de "ser" humano. Então, em Divergente, Tris nos mostra sobre como ocorrem as mudanças de classe, sobre aprender a lutar e deixar de ter "medo", tudo sem deixar de ser adolescente (e blá), basicamente é tudo que ela ou o primeiro filme poderia nos dizer em um primeiro contato. MAS fica a dica: a história é longe de ser só isso e, é claro, permanece a máxima de que os livros são e sempre serão bem melhores que os livros. Além do mais, não entendo o porquê das comparações com Crepúsculo: deixemos enterrado o que já está enterrado! Filmes/livros de aventura dos jovens adultos podem ser bem interessantes/ bem escritos, e sempre atraem mais novos leitores (coisa boa!). Vamos desligar o preconceito, ler/assistir e esperar pela insurgência!
Na última quinta-feira (17/04) estreou nos cinemas brasileiros o filme Divergente, baseado na obra homônima da escritora americana Veronica Roth, e que conta a história de Beatrice Prior, mais conhecida como Tris que mora numa Chicago futurística. O filme possui um bom elenco que consegue cativar o público, fazendo não só se apegar ou odiar um personagem, como também sentir o que os atores estão tentando passar na atuação. Os grandes destaques são as atrizes Shailene Woodley que encena perfeitamente ou quase o que Tris sente e pensa durante todo o filme e a veterana Kate Winslet, a eterna Rose de Titanic, que mostra nas telonas a busca pelo poder de Jeanine e seu ódio pelos divergentes e pela facção da Abnegação que governa a cidade, fazendo com que o público que não leu o livro odeiem a personagem e os que já leram a odeiem ainda mais. Também tem destaque, não tão grande como das atrizes citadas acima, o ator Theo James que consegue mostrar o lado meio misterioso de Quatro (Tobias), como também traz um lado mais humano ao personagem e possui falas espirituosas. Assim como toda adaptação, Divergente não é cem por cento fiel ao livro, com partes que para os fãs da saga são inesquecíveis, spoiler: como a facada que Edward leva no olho , que foram cortadas no longa e outras cenas que foram colocada,spoiler: como a facada que Jeanine leva . O filme não desaponta seus fãs e diferente de algumas adaptações, como Percy Jackson, o filme é praticamente oitenta por cento fiel à obra. Divergente tem tudo para ser um dos grandes sucessos deste ano e se os outros três filmes desta saga forem tão fiéis quanto este foi, com certeza o sucesso será garantido. Então que venha Insurgente no próximo ano!
Eu amei essa distopia, fui ver logo assim que tinha acabado a saga dos Jogos Vorazes. Entre tudo, eu só achei um erro. Meloso demais. Em alguns momentos eu me sentia assistindo Crepúsculo. Eu gostei até, não é um filme que vou me lembrar para sempre, mas foi legal assistir a trilogia para passar o tempo. As cenas de ação ainda assim são muito boas e a Shailene Wodleey e a Zoe Kravitz arrasaram.
Claro os efeitos especiais funcionam (não existem efeitos básicos), á algumas cenas de ação bem interessantes. Mas as mortes são previsíveis. Quando a Tris se mistura com o Quatro o filme fica menos interessante ainda do que ele já é, porque seria bom ver ela conseguindo por si própria. A uma transição muito mal feita do 1º para o 2º ato e de repente temos uma conspiração. E eu não posso deixar de ver coisas tiradas de filmes como: Battle Royale, Jogos Vorazes e Harry Potter. A muitos clichês no filme, então não espere um filme muito diferente do que os outros de YA.
Um filme muito bem adaptado para o começo de uma historia, cenas de ação, pouco romance e a busca da descoberta do que é ser Divergente. Para o primeiro filme, eles mandaram muito bem. O que realmente achei desnecessário foi que tão rapidamente Tris disse para Tobias que o amava, quando ela mesma aponta a arma para a própria cabeça. Tá, que depois que eles se beijaram e começaram a conviver mais juntos, poderia sim ter o começo de um sentimento ali, mas já dizer que o amava para enquanto tentava acorda ele da simulação, achei muito brochante. De resto, Divergente segue com um bom filme e uma boa franquia. #amo
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