Divergente
Média
4,2
6434 notas

297 Críticas do usuário

5
106 críticas
4
78 críticas
3
58 críticas
2
35 críticas
1
11 críticas
0
9 críticas
Organizar por
Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
Victor H.
Victor H.

15 seguidores 2 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 6 de junho de 2014
A onda de sagas adolescentes está longe de acabar, os produtores aprenderam muito bem a lição com Harry Potter e Crepúsculo, adolescentes gostam de livros e filmes. Uma subdivisão dessa onda é mais atual e iniciou-se com Jogos Vorazes (The Hunger Games, 2012) são as sagas com futuros distópicos e Divergente (Divergent, 2014) se encaixa perfeitamente nessa classificação.

Nessa visão futurística, a humanidade entrou em grandes guerras e a forma que a cidade de Chicago, já em ruínas, encontrou de vencer a essa era de guerras é a criação de um muro que separe a cidade do resto do mundo, e a divisão da população em facções: Abnegados, Honestos, Eruditos, Bravos e Cordiais. Cada adolescente, ao completar 16 anos é submetido a um teste cerebral que define qual facção está ligado as suas aptidões, mas ainda assim cada um pode escolher se quer seguir a sua facção de origem, ou abandonar sua família e seguir outra facção.

Existem porém, aqueles cujo o teste de aptidão resultam em todas as facções, esses são chamados de Divergentes por não se encaixarem, e portanto devem ser mortos. Também há aqueles que por algum motivo (como a expulsão por exemplo) são sem nenhuma facção e vivem na pobreza. Beatris (Shailene Woodley) descobre ser uma divergente e apesar de ter nascido na facção dos Abnegados - que até o momento estão no poder, e são responsáveis por ajudar os sem facção e recusam-se a qualquer tipo de vaidade, como em uma cena na qual vemos o espelho da protagonista fechado dentro de um armário, com sua mãe (Ashley Judd) determinando o tempo em que deveria olhar - termina por escolher a facção dos Bravos.

O filme começa bem, mas se arrasta ao ponto que percebermos que grande parte do filme será devotado a mostrar o treinamento de Tris (nome que escolheu após a mudança de facção), e o desenvolvimento de sua relação amorosa com Four/Quatro (Theo James), o que resulta em um filme com pouquíssimos flashs de ação real. Algo que incomoda profundamente no decorrer do filme é a visão fixada apenas na personagem principal. Sente-se falta de saber o que acontece com o irmão de Tris (Ansel Elgort) e como evolui o conflito final do filme, tudo sendo demonstrado com uma certa pressa.

Outra coisa que irrita fortemente são as atuações, que conseguem de forma geral serem ruins. Quando esperamos uma expressão bad-ass dos habitantes da facção (Tris especialmente) temos rostos inexpressivos e apresentando até mesmo dúvida. Dos abnegados ao invés de termos rostos demonstrando compaixão, temos sorrisos eternamente falsos estampados nos rostos dos atores.

Shailene é a atriz que menos se encaixa em seu papel, é a que menos consegue demonstrar coragem, mesmo seu personagem exigindo isso, e até mesmo a vilã da história, interpretada pela competente Kate Winslet, tem pouco espaço para atuar. Os efeitos são bons e a fotografia um tanto quanto desleixada, mas nada que interfira mais que o elenco.

No final das contas, apesar dos vários erros não temos um filme bom, mas também não temos um ruim. Temos apenas mais uma tentativa de fenômeno teen que aparentemente no Brasil não está funcionando o bastante. Esperemos pelas continuações.
Rodrigo V.
Rodrigo V.

9 seguidores 3 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 11 de maio de 2014
Tinha tudo pra ser um filme Fantástico, mas a falta de ação deixou um pouco cansativo. . Mesmo assim o filme prende a atenção. Recomendo!
Leonardo S.
Leonardo S.

6 seguidores 7 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 24 de novembro de 2014
Quando vi o trailer, particularmente achei que seria um filme parado e chato, mas quando decidi assistir pra ver no que dava, me apaixonei. Imagem excelente, músicas, atuações direção e o cenário de Chicago, não poderia ser descartado. Excelente!
Gabriel I.
Gabriel I.

8 seguidores 7 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 3 de maio de 2014
Sou fã de Divergente e já li o livro,a adaptação quase chegou a perfeiçã gente que o Eric não é daquele jeito,ele tem vabelo grande preto e um monte de pircings no rosto.
André G.
André G.

6 seguidores 10 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 30 de outubro de 2014
Não ganha nota máxima porque o final fraco estragou todo o filme! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! !

..
Thainá A.
Thainá A.

9 seguidores 3 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 19 de abril de 2014
O filme explorou bem o que podia do livro,claro que cortaram algumas cenas do livros,mas isso não danificou quase nada na histó conseguiram transmitir a mesma emoção de ler o livro para as telas do cinema e isso é o principal de se transformar um livro em filme.
Gabriel T.
Gabriel T.

6 seguidores 29 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 1 de fevereiro de 2021
Em um futuro distópico, a cidade-estado de Chicago, com sua infraestrutura repleta de tecnologia, porém abatida após uma guerra, encontra-se dentro do perímetro de enormes cercas, protegendo seu interior da destruição que ocorreu no restante do mundo. Curiosamente, não são ameaças do mundo externo que criam restrições ou perigos para os habitantes dessa cidade no filme Divergente.

Lançado em 2014, baseado nos livros da escritora norte-americana Veronica Roth, Divergente se utiliza de elementos estéticos da autodescoberta de personagens jovens, sociedades pós-apocalípticas e de romances em meio à tramas políticas com o intuito de, na verdade, demonstrar um estereótipo que não é futurista ou ficcional, mas sim atual, arcaico e profundamente enraizado nas estruturas educacionais, sociais e profissionais de várias culturas do mundo.

A narrativa é uma alegoria aos bloqueios sistêmicos e restrições da liberdade de identificação e criatividade dos indivíduos da sociedade, assim como à falha regra autoimposta de distinção obrigatória dos estilos de pensamento e áreas de atuação da vida das pessoas, de forma a criticar a definição única e inflexível desses elementos.

Desde a aparência das residências até o figurino, muito bem montado na produção, a segregação de estilos é nítida da mesma forma que a segregação dos possíveis pensamentos e comportamentos periódicos das pessoas creditados à relação com eles.

Baseada em facções, a sociedade exposta no filme é organizada em áreas de atuação intrinsecamente ligadas à análise da personalidade e formas de comportamento das pessoas. Nessa sociedade, há os que são definidos como estudiosos, os extremamente francos, os amigáveis, os audaciosos e os abnegados. Fora dessa estrutura, se encontram apenas os sem facção, abandonados à margem da sociedade, e aqueles da classe que dá nome ao filme, os divergentes.

Como protagonista e representação da figura "divergente", está a atriz norte-americana Shailene Woodley. Ainda que mais madura do que a personagem que interpreta na história, Shailene consegue transmitir seu crescimento como a personagem Beatrice, que até muda de nome por livre e espontânea vontade, ainda que com alguns atrasos na expressão de sua evolução como agente firme de transformação tendo em vista o ritmo do restante da trama.

A abordagem desta trama que critica o status quo de rotulação tipificada dos interesses, habilidades e formas de pensar dos membros da sociedade, assim como a obrigação deles de decidir unicamente por um desses valores, é o que transforma a produção em algo diferente dos tradicionais romances juvenis vistos no cinema.

Sua "falha" em agradar apenas a esse público jovem é o que faz a obra servir de reflexão para uma variedade abrangente de interessados, além, é claro, de um entretenimento com uma boa montagem de cena e efeitos especiais agradáveis.

Com figuras realmente representativas das facções à que cada personagem pertence, a produção tem coerência entre as atuações, ainda que haja tenha um desequilíbrio no peso de nomes e experiências do elenco.

Em Divergente, um conflito direto é armado pela superioridade de crenças de determinado grupo, o que provoca as caçadas militares e ideológicas vistas na produção. Contudo, distante da necessidade ficcional de identificação ou mesmo criação de um inimigo materializado, a crítica da produção enaltece que a realidade urge da mesma curiosidade e criatividade para enfrentar problemas impostos por outros ou por si mesma. Problemas que têm como objetivo manter e controlar com autoridade o status quo.
Matheus V.
Matheus V.

17 seguidores 2 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 11 de julho de 2015
Filme muito interessante retrata um mundo pós apocalíptico apesar de mostrar pouco o universo discute muito bem uma sociedade desse cenário. O filme retrata novas divisões sócias onde os que não se encaixam em uma tribo ou facção (como é chamado no filme) e marginalizado, e uma menina quebra paradigmas mudando o fluxo das coisas. Assistam vale a pena. E ainda é esperado uma continuação para esse ano de 2015.
Matheus R.
Matheus R.

7 seguidores 6 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2014
Muito bom o livro que mistura romance ação drama aventura comédia e suspense se for como o livro o filme será ainda melhor mas se fizerem q nem no percy jackson e o mar de monstro não vai dar
Fabrício S.
Fabrício S.

5 seguidores 21 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 4 de janeiro de 2015
Assisti a esse filme antes de ir dormir e depois da decepção fiquei pensando em como gastar milhões fazendo algo tão podre. Uma história extremamente previsível, às vezes você pode brincar de adivinhar quem vai morrer! A protagonista é uma espécie de (Aquela menina dos Jogos Vorazes) adaptada para uma outra rotina. O par romântico, se é que era para o ser não funciona. Ah! E a pobre Kate Winslet... tsic tsic tsic! Espero que ela não registre esse filme na vida dela.
Quer ver mais críticas?
  • As últimas críticas do AdoroCinema
  • Melhores filmes
  • Melhores filmes de acordo a imprensa