Noé
Média
3,3
5013 notas

403 Críticas do usuário

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Jamila A.
Jamila A.

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 20 de abril de 2014
sensacionalmente emocionante... Há muito tempo não assistia a um filme tão bom, que consegue prender a atenção e mexer com o imaginário das pessoas.
David C.
David C.

3 seguidores 1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 20 de abril de 2014
O filme não é somente ruim por não ter base bíblica, ele é ruim em um todo, filme enjoativo e que parece que foi feito as coxas.
Daniel Novaes
Daniel Novaes

7.774 seguidores 873 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 20 de abril de 2014
Esperava efeitos mais grandiosos. Eu assisti em 3d mas o 2d terá efeito bem similar. Um bom filme.
Laiz M.
Laiz M.

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 19 de abril de 2014
filme totalmente fora da historia biblica nada a ver com a historia de noé que foi um homem bom,honrado e amado por todos seus filho e fora que o proprio filho tentou mata-lo pelo amor de Deus, os filhos de noe eram obediente e amava o pai. fime horroroso sem falar do 3d fraquissimo,
Oswaldo T.
Oswaldo T.

3 seguidores 1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 19 de abril de 2014
muito bem feito porém cansativo e sua mensagem nao é de esperanaça, como se espera de um filme biblico.
Vania S.
Vania S.

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 19 de abril de 2014
Só vale pela fotografia. Em se tratando de um tema bíblico, entendo que deveria ser mais fiel à história. Para quem não conhece o Noé original e vai ao cinema com este intuito vai ter uma idéia bastante equivocada e conflitante.
Tiago Luiz Bubniak
Tiago Luiz Bubniak

14 seguidores 16 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 19 de abril de 2014
'Noé' sofre dilúvio de invenções

Para preencher um roteiro de mais de duas horas com um material original curto, Darren Aronofsky usa e abusa da imaginação em um filme que logo desliza para o enfado

Noé, o filho de Lamec e neto de Matusalém, é o centro das atenções em quatro capítulos do Livro do Gênesis. Há menções à sua história em outros momentos na Bíblia, mas a essência do relato que o envolve na famosíssima construção da arca para salvar do dilúvio os animais está mesmo entre os capítulos sexto e nono.
Esse material é curto demais para justificar uma produção cinematográfica de mais de duas horas, como acontece em ‘Noé’, dirigido por Darren Aronofsky e escrito por ele mesmo em parceria com Ari Handel. O próprio diretor divulgou que pretendeu dar uma abordagem nova aos épicos criando “um mundo bíblico de fantasia, como uma Terra Média”. E, realmente, dá-lhe fantasia e Terra Média.
Um dos exemplos mais gritantes do quanto sua “liberdade criativa” foi utilizada para rechear a história é a presença de guardiães de pedra, toscamente concebidos e gerados em tecnologia 3D. A Bíblia até menciona a existência de gigantes, mas daí a concebê-los da forma como o diretor fez é um disparate.
Não se trata, aqui, de defender fidelidade a um texto religioso e criticar a liberdade artística. O fato, simplesmente, é que a tal “licença poética” não funciona. Além da concepção de gosto duvidoso dos gigantes, há uma situação envolvendo descendência que perde feio para dramalhões mexicanos. Com o alto teor de invencionices, a “Terra Média” de Aronofsky logo conduz para a impaciência. O esdrúxulo fica ainda mais gritante quando se lembra: é um filme do mesmo cineasta responsável pelo excelente ‘Cisne Negro’.
As cenas que retratam exatamente o material original são as que mais têm capacidade para despertar a atenção. É o caso da chegada dos animais à arca, do dilúvio (já antecipado nos trailers) e do arco-íris. O restante é quase que totalmente dispensável. Um curta-metragem resolveria tudo. E pronto.
Virginia D.
Virginia D.

22 seguidores 2 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 19 de abril de 2014
spoiler: Esperava um marco épico do cinema, com um elenco estelar...jovens promissores, historia intrigante e cativante...pensei "esse é o filme" ...ledo engano....filme arrastado...roteiro péssimo...senhor dos anéis misturado a noé deu vazão a um filme ruim , sem sentido, chato,com imagens mornas, uma historia fora de contexto e época...quem leu um pouco a biblia se confunde com a desorganização das épocas e costumes....melhor dizendo, um filme nada demais....A sensação que temos ao término do filme é de alívio...graças a Deus acabou e poupem a humanidade de tamanho constrangimento.
Dennyolanda B.
Dennyolanda B.

2 seguidores 1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 18 de abril de 2014
Se você não viu, não perca seu tempo!!! Mesmo você que não é cristão!!! Uma história que inverte totalmente o papel de Noé para humanidade, pois ele se torna obsessivo e cruel (atuação horrível de Russel) com o fato de pensar que seria o salvador dos reino animal, sem mencionar o plano claro e objetivo da arca. Este filme deixa bem claro o que as produções cinematográfica americanas querem ao "encenarem" fatos bíblicos: Contrafação Satânica!!!. Só o fato de que os "gigantes", que na verdade eram os anjos caídos, foram mal entendidos por Deus e se transformaram em seres mitológicos de pedra e ainda ajudaram os seres humanos, inclusive na construção da arca, fica claro quais as intenções desta produção: reescrever a história, como eles veem tentando desde o iluminismo. Satanás tentou destruir a verdade, foi derrotado, agora ele quer pervertê-la misturando verdade e mentira. Fique atento, sua mente e consciência não é propriedade da mídia!!!!!!!
Joker Boy
Joker Boy

4 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 18 de abril de 2014
O filme realmente não pode ser considerado à risca pela visão bíblica, no caso eu me refiro a Bíblia atual que a maioria de nós conhecemos e mais disponível, que a compilação traduzida pelo Rei James. Porém em alguns pontos aparecem elementos interessantes e pouco ou nunca falados. Como por exemplo, esses demônios de pedra que ajudam Noé a construir a Arca. Claro que essas criaturas não ajudaram Noé na construção, mas quanto a natureza desses serem que aparece “vagamente” na bíblia, existe um livro apócrifo, o Livro de Enoque, que é bem provável que esteja lacrado no Vaticano que se refere aos seres chamados Nefilins, que eram anjos caídos que foram lançados a Terra e ganharam um corpo gigante e grotesco (isso aparece exatamente dessa forma no filme). Achei essa passagem interessante, pois depois desses seres enfrentarem aquela batalha de guerra (totalmente fictícia) logo no início do dilúvio, eles foram derrotados spoiler:
, voltaram ao céu e se tornaram anjos novamente. Entendi aquela passagem de forma que, mesmo que você tenha cometido pecados (os Nefilins só foram lançados a Terra e se tornaram demônios pois discordaram de Deus assim como Lúcifer) você tem a chance de se redimir ajudando ao próximo ou preservando a obra de Deus, nesse caso do dilúvio, preservar os seres vivos antes da grande destruição. Afinal, não é essa mensagem de Cristo? Ajudar ao próximo, cumprir os mandamentos de Deus para um dia voltar a viver com ele? O Livro de Enoque também se refere a um Deus vingativo e não somente bondoso, penso eu que por esse motivo o Vaticano condena essa escritura. Achei muito bonita a passagem em que Noé conta como foram feitos os céus e a Terra e como Deus criou o homem, enquanto ele narrava essa passagem de Gênesis, são mostradas cenas de como a ciência explica a criação do Universo (Big Bang) e do Homo sapiens. É polêmico, mas uma visão interessante que une fé e ciência. Também gostei que Noé se refere a Deus como Criador e não somente ao nome “Deus”. Como o dilúvio é uma estória aceita no judaísmo e no islamismo e não só no cristianismo, no filme, Noé teria que falar então “Deus, Alá, Jeová, Adonai, Eloim...então em nome da tolerância religiosa que é o que precisamos, melhor se referir a Deus como Criador. Agora a parte em que esse personagem Tubalcaim spoiler:
entra na Arca e mesmo depois do dilúvio ter começado arrumar confusão lá dentro foi patética, acho que só fizeram isso pra dar ao filme aquele tom de quem é o malvado e de quem é o bonzinho. Já as atuações foram péssimas, uma pior que a outra, tirando a de Anthony Hopkings como Matusalém que chega até a ser cômica. Enfim, é um filme hollywoodiano, com fins lucrativos, acho que temos que assistir com a única intenção de entretenimento mesmo. Lugar de estudo religioso é na igreja e não no cinema.
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