Já conhecia a história e gostei muito dessa versão. Além de ser fã das duas atrizes principais, achei bem menos sangrento que as outras versões. Recomendo.
O filme foi melhor que eu esperava, algumas partes do filme foi bem original, mas em algumas parecia uma imitação de séries que ja vi pela tv. É um filme bom pra assistir.
O Filme Carrie - A estranha e simplesmente brilhante não assisti o original mais sinceramente se formos criticar esse filme como um filme de terro como outro ele tiraria nota máxima mais em comparação com o original ele tem suas falhas mais em fim assisti esse filme umas 3 vezes e pretendo assisti de novo pq sinceramente assistu filmes que eram pra me assustar e ficar na minha cabeça por dias mais nenhum foi como Carrie esse sim e um filme nota 10.
A produção é boa, Mas há algumas cenas vagas como o massacre no baile em que a Carrie simplismente aparece fora dele. Eles deveriam ter mostrado ela evitando e saindo pela porta andando. Em fim ficou uma boa produção.
Excelente filme. Achei bem melhor que a ultima versão, e o melhor da franquia. Achei a atriz que interpretou a Carrie White (Chloë Grace Moretz) bem melhor que as outras Carrie's, Ela foi bem mais humana durante o filme, porém demonstrou um jeito bem mais sombrio no final. O filme não trouxe inovação nenhuma, retratou honestamente todos os fatos já mostrados em outros filmes. Porém com a incrementação de novos efeitos, e com uma atriz bem mais bonita e cativante, que todas as outras Carrie's. Uma ótima participação também da Julianne Moore, que se transformou bastante para encarnar esse papel. Deixou de lado seu rostinho angelical, e se mostrou como uma mulher bem melancólica e cética. E também bem sombria. O filme nos mostra o Bullying sofrido pela personagem principal, e todas as consequencias drásticas que pode se desencadear tal ato. Um tema muito abordado nos dias atuais, e que pode nos fazer repensar de alguma forma sobre o mesmo. Excelente Remake, que se tornou melhor que o Original, fato raro de se acontecer. Merece uma Nota 9,5
O filme original de 1976, dirigido por Brian de Palma, em si, já abordava várias polêmicas apoiadas na história do filme; o que a gente tinha era uma adolescente que sofre opressão religiosa da mãe e é zombada por alguns colegas de escola, que passam a zombar mais ainda dela depois que ela menstrua no banheiro no fim da aula de educação física e pensa que vai sangrar até morrer. Então, uma das meninas que zombou da Carrie se arrepende e e decide convencer o namorado a convidar a menina para o baile de formatura do colégio. Lá, outra das meninas planejou uma armadilha para a Carrie, sem saber que a menina tinha poderes paranormais perigosíssimos, que iria se manifestar principalmente se ela estivesse com raiva.
O filme trazia polêmicas referentes à adolescência, puberdade, religiosidade e também um tema que mal se discutia nos anos 1970 e mal se tinha uma denominação: o bullyng. Então esse novo filme, da Kimberly Peirce, que é a segunda refilmagem do filme, é a prova que a história do Stephen King é absolutamente inovadora e atemporal.E, embora seja extremamente exagerado no que diz respeito à efeitos visuais e violência, essa nova versão de "Carrie - A Estranha", me surpreendeu.
O filme traz tudo o que o Brian de Palma queria dizer sobre todas aquelas temáticas para o mundo atual; o mundo da internet, o mundo mundo moderno. Todos os personagens do filme original foram "traduzidos" para a linguagem exata dos da atualidade, principalmente os jovens populares. Já ouvi muitas críticas relacionadas à personagem da Margaret White, a mãe da Carrie; que não existem pessoas assim hoje em dia, dessa forma tão radical... Bom, o fato é que realmente é difícil encontrarmos pessoas assim atualmente, mas se as pessoas com esse tipo de mentalidade da época se isolavam, como é típico das histórias do Stephen King, elas isolavam suas próximas gerações também, que, por sua vez se isolavam. Por tanto, ainda podem haver mentes tão radicais e conservadoras.
O filme realmente é exagerado no ponto de vista de efetos visuais e violência, muito mais do que o antigo, mas até certo ponto, isso é uma qualidade; é mais uma "tradução" para o mundo atual do que o filme queria dizer em 76. As atuações são incríveis; de início, não achei que a Chloe Grace Moretz fosse dar conta de uma personagem dessa, levando-se em conta que ela é bonita demais para o papel, mas tanto ela quanto Julianne Moore, que, aliás, é sempre ótima, desempenham brilhantemente os seus papeis, intensamente e dramaticamente.
Meus parabéns à adaptação fidelíssima, tanto ao filme original como ao livro, ao elenco maravilhoso e à direção viva e intensa da Kimberly Peirce.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade