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Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
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Folha de São Paulo
Depois que o público brasileiro teve um contato com a mente inventiva de Burton, na exposição de seus trabalhos em São Paulo no começo do ano, é bom ver o cineasta voltar à sua melhor forma.
Cinema em Cena
[...] "O Lar das Crianças Peculiares" se perde um pouco em seu clímax ao render-se a sequências de ação burocráticas e a confrontos frágeis, mas ainda assim é suficientemente competente em seus dois primeiros atos para despertar a vontade de voltarmos a visitar seu universo...
Revista Interlúdio
Mesmo visualmente parece haver influências “de fora”: difícil não lembrar de "X-Men", "Harry Potter" e de "Resident Evil" (na caracterização dos monstros, em específico). Essa “contaminação” parece dar ao diretor um ímpeto maior em realizar bem aquilo que é considerada sua marca.
The Guardian
[...] temos aqui a diversão de ver poderes mágicos esquisitos misturados com um elemento de repetição temporal. Adicione a marca visual e a autoria de Tim Burton e o resultado é uma fórmula extremamente agradável.
CineClick
"O Lar Das Crianças Peculiares" talvez não faça jus ao livro – mas quase nenhuma adaptação faz – entretanto consegue resgatar um espírito de aventura e camaradagem que era bastante comum nos clássicos infanto-juvenis da década de 80, como "Os Goonies" e "De Volta Para O Futuro".
Cinepop
"O Lar das Crianças Peculiares" acerta em cheio o alvo para os fãs de fantasia e este tipo de material. É engraçado, mantém um ritmo bom de aventura e não destoa no tom. A maior acusação que poderá receber é justamente não ter a cara de um filme de Tim Burton.
Papo de Cinema
Tim Burton faz aqui algumas referências a trabalhos pregressos, das conceituais, no que tange à utilização do medo como instrumento lúdico, às práticas, como no passeio da câmera pelo jardim repleto de esculturas vivas, ocasião em que é difícil não recordar "Edward Mãos de Tesoura" (1990).
Quarto Ato
"O Lar das Crianças Peculiares" é uma produção que consegue entregar suas propostas, sendo o divertimento do público a principal delas. Pode não satisfazer alguns espectadores mais exigentes (em especial os leitores do conteúdo original), mas atende a seu potencial de fantasia e aventura...
Almanaque Virtual
Os maiores problemas de “O Lar das Crianças Peculiares” são o mau aproveitamento do elenco, com Judi Dench vivendo uma personagem quase insignificante, a má construção e pouco aprofundamento dos principais personagens: Jake, Senhorita Peregrine e Abe.
Cinemascope
Se considerado como uma obra independente, livremente inspirada nos livros de Ransom Riggs, "O Lar das Crianças Peculiares" cumpre o que se propõe: um filme gostosinho sobre diferenças, evidenciando-as positivamente de um jeito bacana.
Cineweb
O resultado parece, realmente, a junção de dois filmes não muito bem-resolvidos. Burton, que há muito não realiza um grande filme, terá chance de se reconciliar com seu passado em breve, com a anunciada sequência de Os Fantasmas se divertem"...
Diário de Pernambuco
Pela combinação entre fenômenos sobrenaturais, o novo longa-metragem é uma das obras mais surrealistas do cineasta, com direito a um personagem que mostra os sonhos na parede como se tivesse um projetor de cinema dentro da cabeça.
O Globo
“O lar das crianças peculiares” [...] se preocupa menos com o percurso interior de seus personagens e mais com o que acontece no entorno. O protagonista [...], simpático rapaz que viaja para a ilha onde seu recém-falecido avô (Terence Stamp) viveu num orfanato, começa e termina o filme do mesmo jeito...
Omelete
[...] "O Lar das Crianças Peculiares" mostra um Tim Burton menos preocupado em se exibir e mais atento à diversão do público. O filme desperdiça alguns personagens e questões de potencial, mas entrega uma aventura de estética e ritmo condizentes com a proposta do livro de Ransom Riggs.
Rubens Ewald
Somente no terceiro ato é que a ação explode com as perseguições, explosões e reviravoltas de hábito. Para mim foi o suficiente. Pode não ser o melhor Burton (eu fico ainda com "Bettlejuice"!), mas é o suficiente para encher os olhos e palpitar o coração.
The Hollywood Reporter
Durante a primeira hora de projeção, ou um pouco mais, Tim Burton parece entregar um de seus melhores filmes em "O Lar das Crianças Peculiares" [...] Mas, então, a estética do cinema de massa contemporâneo - efeitos especiais gigantescos e computadorizados - entra em cena para marginalizar a narrativa...
Variety
O frequentemente divertido roteiro de Jane Goldman é o ingrediente secreto que faz o material ser perfeito para a sensibilidade peculiar de Tim Burton, permitindo que o diretor revisite e explore temáticas e questões do início de sua carreira...
Cineplayers
Burton separa muito categoricamente o estranho do normal, de forma que as várias realidades do filme jamais se encaixam ou formam uma conclusão coesa e orgânica, o que acaba fragmentando todo o trabalho em atos incongruentes e uma notável falta de ritmo.
Collider
Sem querer diminuir o valor de Tim Burton e de sua obra, é preciso dizer que "O Lar das Crianças Peculiares" só funciona como um meta-comentário sobre o diretor e sua visão de mundo. Na melhor das hipóteses, é um entretenimento descartável...
Críticos.Com.Br
"O Lar das Crianças Peculiares" reforça a tese de que o diretor precisa de férias urgentemente. Entenda-se: não significa que o filme seja péssimo. É apenas decepcionante, levando em conta a envergadura do diretor.
Gazeta do Povo
[...] é inegável também que o diretor está longe de seus melhores dias. [...] “O Lar das Crianças Peculiares”, filme que estreia esta semana, confirma aquilo que só seus fãs mais fervorosos talvez ainda não tenham enxergado: Tim Burton se tornou um mero diretor de filmes de sessão da tarde.
Veja
É saboroso como, nas primeiras cenas, Tim Burton apresenta os tipos exóticos e encantadores de "O Lar das Crianças Peculiares". Pena que o diretor não consiga manter o entusiasmo no desenrolar de uma adaptação burocrática do livro de Ransom Riggs...