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Ricardo L.
63.294 seguidores
3.227 críticas
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4,5
Enviada em 2 de janeiro de 2017
Ótimo filme! Tim Burtom dificilmente faz filmes meia boca, esse tem uma qualidade enorme, roteiro é lindo , atuações convincentes, com certeza merece no minimo a quatro óscar, fotografia, direção de arte, edição de som e maquiagem!!!!!
Surpreendente. fantasia e realização de alto nível, com atores, roteiro e produção perfeitas. Garoto que se acha comum e adora o avô, não sabe de seus poderes especiais e de outros qque vivem eternamente, mas presos no tempo. Muita criatividade.
O lar das crianças peculiares - Com certeza para quem leu o livro vai achar que o filme não é tudo isso, mesmo assim eu gostei demais, Achei um grande filme, com grandes efeitos e recomendo
Bela produção e trama envolvente, mesmo derrapando para o final, tem um roteiro sem pressa e muito bons efeitos, só precisava de um vilão melhor e aproveitar Eva Green o filme todo.
Baseado na série de livros escrita por Ransom Riggs,o filme aborda um jovem que perdeu seu avô que sempre lhe contava histórias de um local cheio de pessoas peculiares,seu avô disse que ele fosse a um local onde encontraria repostas para o que sempre teve como apenas histórias de seu avô.O filme tem uma história bacana e o cineasta escolhido para conduzir o filme é o Tim Burton que é muito "Peculiar" e em tese é a escolha perfeita.Logo no primeiro ato temos um lado gótico muito Tim Burton que nos apresenta ao filme,a parte técnica é impecável o diretor é considerado um visionário e não deixa a desejar em quesitos técnicos para seus filmes.Aqui ele opta por usar menos CGI do que o normal o que é muito positivo e tudo funciona,efeitos visuais incluindo uma cena submersa que é demais,a fotografia meio azulada poderia casar mais se o vilão fosse mais bem trabalhado.Esse que por sinal é por onde começam os problemas,o vilão foi escrito para o filme e ele não tem nada de desenvolvimento apesar do visual sinistro dele e seus capangas dignos de slenderman,nada é bem feito o que gera um vazio.O protagonista muitos momentos é sem graça e a trama se perde em certos momentos além o previsível final.O elenco é dividido,a Ella Purnell está perfeita passa uma sinceridade muito grande e a Eva Green salva também com uma interpretação segura autoritária mas respeitosa. ambas as atrizes dão suporte a trama e sem elas talvez o filme não engrenaria pois o Asa Butterfield está bem fraco monótono e sem graça,o Samuel L. Jackson faz um vilão caricato apesar de sinistro enquanto o elenco de apoio é descartável ou apenas operante.O Lar das Crianças Peculiares pode ser um entretenimento bacana se for relevado seus problemas,não é ruim mais também não chega a ser bom.
Logo percebe-se de que se trata de uma produção de Tim Burton, justamente por suas "peculiaridades" ou bizarrices, como queiram. Eva Green é uma atriz perfeita para esses tipos de papéis, sempre com uma atuação brilhante. A fotografia do filme é incrível e o roteiro não deixa a desejar. É bom sempre lembrar que um filme nunca terá a riqueza dos detalhes do livro, e eu como não o li, não tenho nada com o que comparar. Achei o filme, um tanto "peculiar", a cara de Burton.
Ao perder o seu avô de forma bizarra, Jacob recebe um alerta de que existem fartas informações sobre seu passado e habilidades em uma antiga mansão no País de Gales. Decidido a viajar ao local, o garoto descobre que a espécie de orfanato não existe mais, deixando espaço para ruínas que outrora foi conhecido como o lar de crianças especiais, mas que ainda reserva grandes mistérios.
Mais uma vez dando graças a sua genialidade e criatividade visual, Tum Burton busca neste divertido O LAR DAS CRIANÇAS PECULIARES mostrar como a aliança de elementos sombrios e bom humor podem caracterizar um filme familiar. Embora possua diversos toques de suspense para deixar a tensão fluir, o visual arrebatador e a inventividade do diretor permitem que cada segundo das mais de 2h de filme sejam aproveitadas com gosto e grande entusiasmo. As discussões filosóficas que pairam nos meandros da narrativas também são destacáveis, visto que o conceito de preconceito é brilhante na forma como é mostrada.
O elenco encabeçado por Asa Butterfield (Jacob) e Eva Green (Miss Peregrine) traz ainda Samuel L. Jackson (Barron), Judi Dench (Miss Avocet) e Terence Stamp (Abe) em uma história repleta de personagens únicos, efeitos visuais de ponta, maquiagem e figurinos dignos de nota.
Sinceramente, eu esperava muito mais...criei expectativas relacionadas à outros trabalhos de Tim Burton. O que se apresenta é um filme infanto-juvenil, sem grandes pontos, apenas com um roteiro inovador e criativo sem limites. Nesse mérito, vale a pena assistir. Os personagens são muito carismáticos e nos conquistam.
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