O Lar das Crianças Peculiares
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4,0
1996 notas

116 Críticas do usuário

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Sidney  M.
Sidney M.

29.816 seguidores 1.082 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 14 de fevereiro de 2018
Não é a das melhores obras de Tim Burton, mas é um bom filme de aventura e fantasia. Boa opção para se assistir em família.
Jackson A L
Jackson A L

13.705 seguidores 1.245 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 12 de julho de 2018
Logo percebe-se de que se trata de uma produção de Tim Burton, justamente por suas "peculiaridades" ou bizarrices, como queiram. Eva Green é uma atriz perfeita para esses tipos de papéis, sempre com uma atuação brilhante. A fotografia do filme é incrível e o roteiro não deixa a desejar. É bom sempre lembrar que um filme nunca terá a riqueza dos detalhes do livro, e eu como não o li, não tenho nada com o que comparar. Achei o filme, um tanto "peculiar", a cara de Burton.
Juarez Vilaca
Juarez Vilaca

2.918 seguidores 393 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 29 de janeiro de 2017
Um ótimo filme. Com Tim Burton dirigindo, não poderia ser diferente. Se existisse um gênero de filme surrealista, Tim Burton seria o pai. Tudo o que ele faz tem algo exagerado, para chamar a atenção e chocar as pessoas. Esse filme também tem isso. Ótimos atores, cenários, figurinos, um enredo diferente, como não poderia deixar de ser. Vale a pena assistir.
Júnior S.
Júnior S.

1.193 seguidores 269 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 1 de agosto de 2017
Após a estranha morte de seu avô (Terence Stamp), o jovem Jake (Asa Butterfield) parte com seu pai para o País de Gales. Lá ele pretende encontrar a srta. Peregrine (Eva Green), atendendo ao último pedido do avô, que lhe disse que "ela contará tudo". Só que, ao chegar, descobre que o local onde ela viveria é uma mansão em ruínas, que foi atingida por um míssil durante a Segunda Guerra Mundial. Ao investigar a área, Jake descobre que lá há uma fenda temporal, onde a srta. Peregrine vive e protege várias crianças dotadas de poderes especiais. "O Lar das Crianças Peculiares" mostra um Tim Burton menos preocupado em se exibir e mais atento à diversão do público. O filme desperdiça alguns personagens e questões de potencial, mas entrega uma aventura de estética e ritmo condizentes com a proposta do livro de Ransom Riggs. Se perde um pouco em seu clímax ao render-se a sequências de ação burocráticas e a confrontos frágeis, mas ainda assim é suficientemente competente em seus dois primeiros atos para despertar a vontade de voltarmos a visitar seu universo...
anônimo
Um visitante
3,5
Enviada em 15 de março de 2017
Apesar de muito clichê, O Lar das Crianças Peculiares é um bom filme, dando para passar o tempo e se divertir, mas em comparação ao livro, ele é decepcionante. Se esse fosse um filme fiel ao livro teríamos um ótimo de filme de suspense, que é o tom que o primeiro livro passa.

Leiam a minha resenha completa no link abaixo:
Fernando L.
Fernando L.

29 seguidores 81 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 15 de outubro de 2016
Surpreendi-me positivamente com o Tim Burton. Geralmente acho seus filmes bem piores. Nesse, pelo menos, ele deixou um pouco de cor e vida. Mas sempre precisa de uma história ou pretexto para atacar com suas criaturas das trevas, esqueletos etc. Vamos ao filme... Primeiro: Não li o livro. Não posso avaliar se o filme foi fiel ou não. Se foi fiel, devo dizer que o livro é ruim: personagens sem carisma, 'peculiaridades' ridículas, história doida demais (difícil de entender). Não empolga nem nas cenas de ação. Acho que dei uma risadinha tímida durante todo o filme, tal foi a dose de humor. O par romântico também não funcionou. Tim Burton perdeu a mão (mas ele a teve algum dia?).
Roberto O.
Roberto O.

26 seguidores 59 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 19 de outubro de 2016
Há muito tempo que estamos familiarizados com Tim Burton. Em termos gerais, sempre sabemos o que esperar de um novo filme do cineasta. Costuma ser assim: personagem que se sente deslocado em seu próprio mundo se envolve em uma nova realidade na qual é aceito e tentará contribuir decisivamente para o bem-estar dos novos amigos que ali fez, em meio à fotografia e cenários góticos e belíssimos. Alice? Peixe Grande? Ed Wood? O mais novo personagem a figurar na galeria de heróis burtonianos é o garoto Jacob, neste O Lar das Crianças Peculiares, longa que reafirma o prestígio do diretor. Embora previsível, Burton, com sua fórmula, continua a atrair a atenção de milhares de espectadores que não relutam em comprar ingressos, porque sabem que, durante duas horas na frente da tela do cinema, vão embarcar em mais uma viagem bizarra e surreal por um mundo estranho, fantástico e... peculiar.

Desta vez a história nos apresenta o introspectivo Jacob (Asa Butterfield, de A Invenção de Hugo Cabret) que, após a misteriosa morte de seu avô Abe (Terence Stamp), de quem era muito próximo, parte para uma ilha no País de Gales onde haveria um orfanato que, por sua vez, abrigaria crianças dotadas de habilidades especiais, lideradas pela Sta. Peregrine (Eva Green, desta vez obviamente trajando um figurino muito mais discreto do que os vistos em Sin City: A Dama Fatal e 300: A Ascenção do Império, porém mantendo sua majestosa beleza sinistra). Essa viagem, ‘indicada’ por Abe, resultará em grandes revelações para o garoto que, por fim, encontra o tal orfanato e seus insólitos moradores após atravessar uma fenda temporal. É com a ‘garota flutuante’ Emma (Ella Purnell, com seus grandes olhos) que Jacob passa a maior parte do tempo nessa outra realidade, conhecendo também um pouco de cada uma das crianças, bem como suas peculiaridades. Entre elas, a garotinha que esconde na nuca um ‘bocão’ repleto de presas afiadas consegue ser, ao mesmo tempo, assustadora e encantadora. E os gêmeos, por sua vez, se mostram tão singelos quanto mortais. Mas é a mentora que detém a maior habilidade, a Srta. Peregrine consegue ‘rebobinar’ o próprio tempo. Com isso, ela mantém o orfanato a salvo dos bombardeios da 2ª Guerra Mundial, em uma fenda temporal na qual o mesmo dia se repete indefinidamente, no caso, para eles é sempre 03 de Setembro de 1943. A travessia de Jacob por essa fenda não foi por acaso, a ameaça dos etéreos precisa ser combatida, e o garoto é peça importantíssima no confronto com tais criaturas.

É notório, portanto, que essa história tem uma formatação que casa perfeitamente com o estilo narrativo de Burton. E o resultado atende às expectativas, levando em conta que se trata de uma produção que tem como público alvo o infantil, no melhor estilo Sessão da Tarde, sem ousadias no roteiro, sem abordagens complexas (o isolamento social e a Guerra passam superficialmente pelo longa). Assim, pisando em terreno que conhece, o da fantasia, Burton exercitou o que tem de melhor, a habilidade de mesclar o tenebroso e o lúdico. Sua indissociável queda pelo bizarro deixou o longa agradavelmente macabro (há até duas sequências medonhas, porém divertidas, envolvendo animação em stop motion), mas não tão assustador que amedronte as crianças, embora algumas cenas possam incomodar aos adultos mais desavisados. O melhor (ou pior, dependendo do ponto de vista) exemplo disso é uma aterrorizante sequência que envolve olhos sendo devorados...

Essa fantasia na qual Burton pôde se deliciar surgiu de uma coleção de fotografias antigas e exóticas reunidas pelo também norte-americano Ransom Riggs. Aquelas imagens esquisitas e desbotadas serviriam de inspiração para o escritor idealizar o que se tornou o livro O Orfanato da Senhorita Peregrine Para Crianças Peculiares, lançado em 2011, que é seu primeiro romance, devidamente ilustrado por tais registros fotográficos. A publicação rapidamente entrou na lista de Best Sellers do The New York Times e, apenas cinco anos após seu lançamento, já tem o privilégio de ser adaptada para o cinema em um blockbuster com orçamento de 110 milhões de dólares, conduzido por um aclamado cineasta que tem propriedade para mergulhar de cabeça nessa atmosfera fantástica, pois faz isso desde que ele próprio era uma criança. Coube à roteirista Jane Goldman adaptar a história do livro de Riggs. E há uma familiaridade para ela neste conteúdo envolvendo crianças ‘anormais’, pois ela também colaborou com o roteiro de X-Men: Primeira Classe e X-Men: Dias de Um Futuro Esquecido, ambos envolvendo adolescentes com poderes. É mais um ponto a favor na bem-sucedida realização deste projeto.

O habitual capricho do diretor com o visual de seus filmes também não poderia deixar de se fazer notar. O desenvolvimento da trama se dá envolto por cenários de cair o queixo, ainda que dessa vez um pouco menos sombrios do que de costume, mas burtonescos o suficiente para os fãs se esbaldarem. Os jardins do orfanato parecem ter recebido a visita de Edward Mãos de Tesoura. A sequência embaixo d’água, por sua vez, bem como outra, noturna, na chuva, envolvendo o reset no tempo, vistas em 3D, são mesmo delirantes. Em relação à trilha, burtonianos de plantão conhecem a famosa parceria do cineasta com o compositor Danny Elfman. Este é apenas o terceiro filme de Burton em que o parceiro de longa data não assinou a partitura. O trabalho desta vez ficou a cargo de Mike Higham e Matthew Margeson. Apesar de competentes, os acordes se mostram discretos em momentos grandiosos nos quais os conhecidíssimos corais de Elfman cairiam com perfeição.

Além da equipe, o elenco também costuma se repetir nos trabalhos do diretor. Eva Green, em mais um papel insólito, parece ser o novo ‘Johnny Depp’ de Burton, combinando perfeitamente com os tipos estrambóticos que figuram nas obras do cineasta. Quanto aos novos membros da família burtonesca, destaque para a carismática Ella Purnell, enquanto que o jovem Asa Butterfield apenas cumpre com sua parte, exibindo quase todo o tempo a mesma expressão de estranhamento diante de tudo o que presencia (e não é pra menos). Já Samuel L. Jackson está propositalmente caricatural como o vilão Barron, que lidera os temíveis etéreos. Como cereja do bolo confeitado de bizarrices, essas criaturas digitais completam a dinâmica da história concedendo ótimas oportunidades para as crianças colocarem em prática suas ‘peculiaridades’ no ato final.

Tim Burton, cineasta mundialmente prestigiado e reconhecido, não é unânime (como ninguém é). Há quem o considere superficial por, supostamente, não dar tanta atenção à história ou à interpretação de seus atores, preferindo priorizar muito mais o visual de seus filmes. Se ele se dá melhor com roteiros menos complexos, e que sugerem atuações mais caricatas, pois então que seja. Quase toda sua filmografia, afinal, é dedicada ao público infantil e ao público adulto que se recusa a crescer e que sabe dar valor a uma boa dose de fantasia, na medida certa, com pitadas de terror e muito estilo. O Lar das Crianças Peculiares foi a oportunidade mais acertada nos últimos anos para Tim Burton realizar exatamente aquilo que se espera dele, um filme estranho, com gente esquisita, do jeito que seus fãs gostam!
Raphael V.
Raphael V.

24 seguidores 33 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 21 de janeiro de 2017
gostei bastante do filme mas pretendo ler o livro pois vi nós comentários que o livro é bem melhor enfim
Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

24 seguidores 895 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 12 de outubro de 2024
O filme é baseado na obra de Ransom Riggs " O orfanato da Srta. Peregrine para Crianças Pecualiares", e sob tutela de Tim Burton, se tornar algo muito mais além de um filme infantil de super herói. Embora exista a semelhança com os X-Man, pois aqui encontramos crianças com poderes que são deixadas a margem da sociedade. Além de possuir sob tutela de uma professora , a senhorita Peregrine, interpretado de forma brilhante por Eva Green (algo idêntico ao professor Xavier). Burton usa a sofrida vida de Jake (Asa Butterfield) que antes de perder o seu avô, recebe a revelação do mesmo para procurar tal orfanato. Ao chegar lá, o roteiro de filme de forma paciente, apresentada todas as crianças e seus respectivos poderes. Podemos acrescentar que o tempo de tela das crianças são praticamente identificas, as únicas que recebem mais atenção é o casal protagonista (Jake e Emma). E aqui está o defeito do roteiro, pouco é aprofundado os dramas familiares de Jake na história e muito menos de Emma que um dia já foi apaixonada pelo avô de Jake e teria mais de 80 anos num corpo de 16. Para cobrir a falta de profundidade o filme prefere usar os coadjuvantes e mostrar o uso de de seus poderes. Tim poderia ser aprofundar em outros temas trabalhando na obra original como: guerra, medo da morte e o alcoolismo. Mas prefere não se aprofundar e muito menos entrar no mérito de alguns desses temas. Para isso, Tim preferiu seguir um tom mais sessão da tarde.
Gabriela Santos
Gabriela Santos

23 seguidores 452 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 14 de novembro de 2024
Baseado num livro, “O Lar das Crianças Peculiares” traz uma nova e surpreendente história que mescla, com maestria, drama, fantasia e ficção científica. Ótimas atuações e um primoroso conjunto de fotografia e caracterização.
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