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jhonnytavares1 .
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2,5
Enviada em 7 de junho de 2015
Filme tem uma idéia boa, mas na minha opinião mal aproveitada. Momentos do filme que poderiam ser mais trabalhados, se perdem segundos focando em algumas coisas óbvias.
Filme com assuntos sobre o futuro estão ultimamente tão parecidos,que acabam se tornando histórias parecidas.Confesso que fiquei empolgado para assistir esse filme com Antonio Banderas no elenco.Mas,também confesso que não me surpreendi em nada. Me lembrou bastante Will Smith em "Eu,Robô",só que com menos ação.Melanie Griffith está regular em sua pequena participação,não faz um grande trabalho como mostrava antigamente. Sou um grande fã de ficção desse estilo,mas esse não me animou.
-Filme assistido em 10 de Novembro de 2015 -Nota 4/10
Minha opinião: Nesse mês dei uma dobradinha neste estilo de filme #BladeRunner Assiti #Zona414 com uma pegada parecida. Androides que querem viver, que tem sentimentos e raciocínio. Neste filme Antonio é um agente da seguradora da empresa de Rôbos. Em um mundo apocalíptico que se passa o filme, onde a radiação afeta todo o planta. E onde os humanos utilizam os rôbos para todos os afazeres, desde o mais simples aos mais pesados. Mas há uma grande quantidade de sucatas. Com o decorrer do filme aquilo que parecia impossível, que os rôbos terem consciência e sentimentos e desejo de viver. Então eles mesmo começam a se consertar e criar uma comunidade. Antonio vai desvendando até que ele se encontra no meio de alguns desses rôbos, que estão levando para uma nova terra. Porem os policiais e capagas da empresa vão atrás dele e colocam sua esposa e filho recém nascidos como reféns. Oque acontecerá? O filme é mediano, nada de te espantar. Como Blade Runner. Roteiro: Razoavel Vale apena assistir? Se você gosta do gênero. Nota: 6
Temos aqui mais um filme que retrata um futuro nada agradável para a humanidade, aqui um planeta devastado e sem condições climáticas, só se será habitado por que máquinas farão o trabalho da mãe natureza. Enquanto elas são controladas pelo homem tudo bem, mas quando demonstram sinais de evolução e vontade própria tudo a situação fica perigosa.
Com a tecnologia avançada do que jeito que está e a cada dia evoluindo, não é difícil imaginar que no futuro as máquinas poderão dominar o mundo. Tanto é que vários filmes de ficção-científica (como a saga O EXTERMINADOR DO FUTURO) estão ai para "dizer": "eu avisei!" (ou "I'll be back".....). E neste trabalho interessante mas pouco explorado do diretor/roteirista espanhol Gabe Ibáñez (fez HIERRO de 2009 e MÁQUINA de 2006. Conheces? Nem eu.....) temos mais uma visão de um futuro não dominado pela Inteligência Artificial, mas prestes a ser a "raça sobrevivente" após a extinção dos seres humanos pela natureza (que novidade). Esse é o ponto que chama mais a atenção, sobre o enredo passar em em alguns anos a frente, a humanidade "presa" na tecnologia para sobreviver e os robôs tendo indícios de "liberdade", o que não seria possível uma vez que são fabricados para obedecer ordens. Tudo dentro de um suspense bem cativante, que vamos seguindo o protagonista (o ótimo ator Antonio Banderas) atrás das "pistas" para resolver a questão sobre o que está acontecendo. Até o meio quase para o arco final, o filme segue bem, mesmo com alguns diálogos desnecessários, não se aprofundando em temas mostrados que são ignorados, alguns erro de continuidade de roteiro e a narrativa meio lenta (como um bom suspense, temos um desenvolvimento da história passo a passo), mas quando chega em seu desfecho, ai a trama fica muito fraca, repetitiva, os erros crescem e tudo o que foi construído em termos de história, começa a ruir como um castelo de cartas de baralho após um sopro de uma criança. Pena..... No elenco, o ator Antonio Banderas como sempre não decepciona com suas caras e bocas. Temos outros nomes conhecidos (ou não) como Melanie Griffith (LOLITA de 1997), Dylan McDermott (AS VANTAGENS DE SER INVISÍVEL de 2012 - comentários aqui no NP) e Robert Forster (JACKIE BROWN de 1997), mas todos têm participações meio que irrelevantes. Gostei do ambiente criado, os poucos Efeitos Visuais estão bem feitos e a Trilha Sonora está ok. Um filme que lembra EU, ROBÔ (2004) mas sem a ação deste e alguns dizem que também dá "uma puxadinha" em BLADE RUNNER, O CAÇADOR DE ANDROIDES (1982) e ai não saberia dizer uma vez que não assisti (calma, eu sei que é um sacrilégio este feitio que prometo consertar logo logo). Um entretenimento que podia ser "O CARA", mas que infelizmente não conseguiu segurar a "peteca"...
Na minha opinião o filme começa bem,estava gostando,porém vai caindo a qualidade e fica arrastado,cansativo.Uma pena porque a idéia é ótima,mas não foi bem executada.Não sou grande fã do Antonio Banderas,mas não tenho nada contra também,mas não gostei da atuação dele,acredito que outro ator no papel poderia ter ficado melhor.
No limite, os estudos sobre a inteligência artificial esbarram nas dificuldades da alma. Se uma mente perfeita entenderia emoção, por exemplo. Entender essa dimensão, sem dúvida, tornaria a máquina uma ameaça ao homem. Mais do que um robô decidir se tornar um assassino. Apesar de sugerir isso, o filme não aposta nessa linha. E oscila entre ser uma ficção-cientifica que faz pensar ou ser um filme de ação.
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