Família do Bagulho
Média
4,3
1521 notas

82 Críticas do usuário

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Matheus S.
Matheus S.

30 seguidores 62 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 30 de setembro de 2013
Incontáveis filmes já nos mostraram a importância da família na vida de uma pessoa, seja de uma forma mais dramática ou mais amena. Mas os filmes que tratam da família no campo da comédia não são lá obras-primas. Família do Bagulho também não é, mas apostando em cenas inimagináveis, bem boladas e hilárias o filme consegue agradar aqueles que não o assistem esperando um grande filme artístico.
David (Jason Sudeikis) é um traficante de maconha decadente, e ele encontra o fundo do poço quando é roubado por um grupo de delinquentes que levou todo o seu dinheiro e a droga que estava na sua casa. Para não se dar mal com seu patrão David recebe a difícil missão de ir até o México e transportar para os EUA uma grande quantidade de maconha. Ao começo, David se vê receoso pela tarefa, mas então percebe que não tem escapatória. Pensando num bom disfarce para passar pela fronteira despercebido, ele pensa em montar uma família, e então ele decide fazer da stripper Rose (Jennifer Aniston) a mãe de família e de Kenny (Will Poulter) e Cassey (Emma Roberts) os filhos. Desentendimentos e confusões aparecem aos muitos para essa “família do bagulho”, levando-a as mais engraçadas e, por vezes, tolas situações.
Como de praxe em filmes de comédia sem vertentes mais artísticas, o enredo básico do filme não contém nada que possa ser tido como sério, mas há sim aquela mensagem de vida que todos os filmes insistem em por nos seus finais, mesmo não fazendo muito sentido. Aqui essa mensagem não se encaixa muito bem com o restante do roteiro, resultando em algumas cenas desnecessárias para o longa. Aliás, esse não é o único problema do roteiro, que também não consegue ministrar muito bem algumas cenas desconcertantes e outras que aparecem na tela sem conseguir o mínimo de graça.
Também podemos notar no decorrer do filme diversos erros, como um trailer frear enquanto está em alta velocidade e todos os seus passageiros se manterem parados. Algo que pode passar despercebido por aqueles que estão se divertindo, mas que é um grande problema àqueles mais atentos.
A direção do Rawson Marshall Thurber é boa, mas sem nada de exemplar. Ele consegue desenvolver muito bem a grande maioria das cenas engraçadas, não as deixando sem sentido. É bem visível que nas cenas sem muito humor o filme não se sai bem, parecendo um pouco arrastado; algo que aconteceu devido à direção regular do Thurber nesse tipo de cena. Em cenas do tipo também pode ser visto certa “desconexão” dos atores, que parecem não ter sincronia entre si. Essa falta de sincronia desaparece novamente nas cenas hilárias, onde o quarteto principal do filme desempenha muito bem o seu papel em nos divertir. Destaque para os “pais” de família Jennifer Aniston e Jason Sudeikis, que conseguem transformar cenas tolas em altas doses de riso.
Conseguiu perceber a ênfase nas cenas hilárias do filme? Então, o filme só funciona por essas cenas capazes de fazer até o mais sério ser se desmanchar em risos, não importando o quão irreal se pareça a situação. Foram essas cenas extremamente cômicas que não deixaram o filme se tonar mais uma comédia levemente “suja” e desprezível, e sim fazendo com que Família do Bagulho seja uma ótima forma de diversão para aqueles sem grandes preocupações em termos de qualidade.
Eliseu C.
Eliseu C.

44 seguidores 82 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 30 de setembro de 2013
Muito engraçado mesmo para quem gosta de humor sacana, Vale muito apena assistir! Eu recomendo.
Davi Lemos
Davi Lemos

1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 30 de setembro de 2013
A comédia do diretor Rawson Marshall Thurber pareceu ter dado certo e ter feito bastante sucesso nas bilheterias. Claro que antes mesmo do lançamento do filme, já se tinha uma grande expectativa/curiosidade em torno da Jennifer Aniston - queridinha da América - que aos 44 anos de idade iria fazer um papel de stripper. Isso, de fato, ajudou a impulsionar a popularidade do filme. Mas também, temos que concordar que a química geral dos atores principais e até dos secundários foi fundamental para tornar essa comédia em um sucesso nas telonas e, talvez, até certo ponto, por parte dos críticos.

O filme começa na cidade de Denver, Colorado onde o traficante de drogas David (Jason Sudeikis) tem seu dinheiro roubado devido a uma enrascada que se meteu para ajudar seu vizinho virgem, mongol e engraçado (Will Poulter) que foi salvar uma adolescente rebelde e sem-teto (Emma Roberts) de uma típica guangue americana. Com o dinheiro roubado e agora devendo ao seu chefe fornecedor (Ed Helms) se mete numa furada ao concordar em atravessar uma grande quantidade de maconha do México para os EUA. Na tentativa de um plano perfeito para não ser pego pela alfândega, cria uma família fictícia – The Millers - com a Sarah "Rose" (stripper), Casey (rebelde) e Kenny (virgem).

No desenrolar da história, desde o momento em que vão para o México pegar a mercadoria até voltarem para os EUA, acontecem milhares de cenas hilárias – muitas vezes recheadas de clichês e obviedades das comédias hollywoodianas, é claro. Destaque para a família Fitzgerald – Nick Offerman, Kathryn Hahn e Molly Quinn – que eles conhecem na fronteira. Essa parceria de famílias criou os momentos mais cômicos do filme, com um forte apelo sexual e uso de linguagem imprópria. O que deixa transparecer um interesse em um público-alvo mais jovem e maduro do que aquelas "comédias famílias" que estamos acostumados a assistir com o Adam Sandler.

Sem duvidas, o filme se encaixa perfeitamente no estilo filme pipoca ou sessão da tarde – onde o entretenimento momentâneo é a principal carta do baralho, não deixando qualquer legado para possíveis reflexões pós-filme. Porém, desta vez, a garantia de risadas é praticamente certa, superando as expectativas em geral do que tinha tudo para ser "mais um besteirol americano".
Vanessa K
Vanessa K

20 seguidores 50 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 30 de setembro de 2013
Nunca confio em críticos de cinema que ficam tão chatos a longo do tempo que sempre acham mil defeitos em TODOS os filmes, não que esse seja um clássico da comédia, longe disso, mas é uma história simples, um filme despretensioso que entretém e faz rir. Vendo dessa maneira fica fácil curtir.
Marcele C.
Marcele C.

10 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 29 de setembro de 2013
De bagulho, nada.
Ainda que a proposta desta comédia seja um tanto quanto polêmica, as atuações do elenco são um verdadeiro deleite para os olhos de quem quer e precisa se desapegar de alguns dogmas na sociedade para, apenas, se divertir. O roteiro é ousado e até fica um pouco cansativo num determinado momento, mas prende sua atenção pelas condutas nada politizadas dos personagens. E falar do filme sem citar a atuação maravilhosa de Jennifer Aniston é um pecado, claro. Fantástica! Ela, que já provou há muito tempo que existe mais Jennifer além de Rachel, dá um show de interpretação e arranca muitas gargalhadas do público ao tentar, sem muito sucesso, ser uma mãe de família exemplar.
Em suma, vá ao cinema assistir esse pipoca divertidíssimo de humor ácido sem intenção alguma de rever os conceitos impostos pela sociedade, já que o filme ensina tudo, absolutamente tudo que você não deve fazer em hipótese alguma, mesmo que a hipótese seja muito, MUITO dinheiro.
Francielli M.
Francielli M.

3 seguidores 2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 29 de setembro de 2013
adorei, um dos poucos filmes de comédia que eu morri de rir o filme inteiro. AMEI MTO
Daniel L.
Daniel L.

13 seguidores 22 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 29 de setembro de 2013
Família, família, almoça junto todo dia... ops, não se trata de música, se trata de filme. E Família do Bagulho, mesmo com seu título de Sessão da Tarde na versão brasileira, é bem legal.
O filme conta a história de um pequeno negociador de drogas (Jason Sudeikis) que acaba tendo que se resolver com seu fornecedor e para isso terá que servir de mula e trazer drogas do México. Para isso ele faz a cabeça de um garoto meio lerdo que é seu vizinho (Will Pouter), de uma rebeldezinha sem teto (Emma Roberts) e de uma striper (Jennifer Aniston) para formarem uma linda e feliz família americana e facilitar a missão de passar pela rígida polícia de fronteira americana. A partir daí, “você irá acompanhar todas as confusões dessa família do barulho tentando retornar para casa!” (voz de narrador de sessão da tarde). Brincadeiras à parte, Uma Família do Bagulho é um filme de comédia interessante, que não irá agradar àqueles acostumados ao humor clássico de um Monty Phyton ou um Jerry Seinfield, por exemplo, mas que diverte, sim. É um filme politicamente incorreto, que aposta em piadas sujas, por isso não leve a titia puritana para o cinema com você. Não são piadas geniais, embora algumas sejam bem inteligentes e críticas. Durante o longa o telespectador poderá presenciar piadas mais de baixo calão, chulas mesmo (“faço sexo anal porque assim não corro o risco de engravidar”), bem como piadas mais inteligentes e críticas (“quer dizer que sou homofóbico porque não quero fazer sexo oral em um cara?” ou mesmo a parte onde policiais americanos na fronteira abandonam a revista em cidadãos americanos com 2 toneladas de maconha para perseguir cinco mexicanos ilegais). Podem não ser originais, mas trarão boas risadas para aqueles menos hipócritas que conseguem ver graça em coisas erradas sem se arrepender depois.
Os atores escolhidos estão muito bem e se entendem de uma forma interessante. Até os coadjuvantes aparecem bem e divertem, apesar de o fazer de uma forma muito caricata sem muita originalidade. Jason Sudeikis cumpre seu papel bem, embora para protagonista fique devendo um pouco e perdendo espaço para os outros membros da família Miller. O mesmo acontece com Emma Roberts, que aparece mais pela beleza do que pela atuação em si. Porém nada que comprometa o andamento do filme. Os dois destaques ficam por conta de Jennifer Aniston e Will Pouter. Aniston está maravilhosa (mesmo com todo o conteúdo politicamente incorreto do filme, não irei fazer nenhuma piada politicamente incorreta com a situação atual de Angelina Jolie e mandar um “está arrependido, Brad Pitt?”. Não irei fazer isso, me recuso...). Não quero ser machista, mas as cenas de strip-tease estão fantásticas. É impressionante ver como ela evoluiu com o tempo e se tornou um mulherão (mais ainda!). Will Pouter é um caso à parte. O cara tem uma feição tão abobalhada que você fica em dúvida se ele é daquele jeito na vida real ou se está apenas encenando. E só de olhar para ele você já ri muito! As melhores piadas são com ele, assim fique de olho em Kenny Rossmore. Por último, o destaque da “fora da família” vai para Ed Helms, o eterno Stu de Se Beber Não Case, no papel do chefão de tráfico Brad Gurdlinger.
O sentimento de família, mesmo que deturpado no início, acaba se tornando mais forte com o passar do tempo e é impossível não se identificar com diversas partes da produção. Pois família é exatamente isso, pessoas imperfeitas, tentando conviver, se dar bem e se amando no fim, não importa o que aconteça. Fica essa mensagem bonita passada pelo filme. A vida não deve ser levada tão a sério, então vamos aceitar os outros como eles são.
Finalizando, fique de olho nos erros de gravação logo antes dos créditos. A melhor piada do filme está lá, sem dúvidas!
Matheus T.
Matheus T.

4 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 29 de setembro de 2013
Muito Bom, adorei o filme. É engraçado e ao mesmo tempo tem bastante aventura.
Marcelo Seraphim
Marcelo Seraphim

7 seguidores 3 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 29 de setembro de 2013
Ao longo de 2013, com exceção de super produções, as mais rentáveis bilheterias americanas foram comédias e filmes de terror que com baixo orçamento conseguiram resultados expressivos, passando com facilidade dos 100 milhões de dólares no box office. Família do Bagulho (We're the Millers), foi um desses filmes. Ainda em cartaz por lá, já passou de 142 milhões com um orçamento modesto de 37. O desempenho, porém, não é de se surpreender. Com nomes conhecidos no elenco, principalmente em comédias, o filme se sustenta com situações, que se não são propriamente novas no gênero, fazem o espectador se divertir com as aventuras da 'família' Miller. Diversão garantida para quem procura passar duas horas (110 minutos de filme) despreocupadas em uma sala de cinema como se estivesse na poltrona de casa assistindo a sessão da tarde.
Almir S.
Almir S.

306 seguidores 214 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 29 de setembro de 2013
BOM.
Bem legal essa comédia, todos são bem divertidos, sem falar na Jeniifer Aniston que está cada vez mais linda e desinibida nos filmes.
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